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CAGUEI NO PAU DO TRAVECO NO MEIO DA RUA

Eu confesso que estava passando pelas proximidades do Metrô Barra Funda, em São Paulo (capital) quando de repente me deparei com aquilo que parecia ser uma mulher muito gostosa, com bunda arrebitada, pele lisinha e coxas lindas mas que, quando virou na minha direção, exibiu seu membro viril de um tamanho descomunal.

Ela percebeu o meu espanto, já que eu não esperava este tipo de “visão” naquela hora do dia (estava levando meu computador até uma assistência técnica autorizada que fica nas proximidades). De repente a travesti, com a maior naturalidade, me disse:

” – Olá, quer dar uma pegadinha?”, enquanto chacolhava aquilo que parecia ter mais de 25 cm em estado de ereção.

Fiquei confuso pois até então me julgava heterossexual e nunca tinha tido nenhuma relação com homens ou travestis, mas o corpo dela era tão perfeito que eu resolvi chegar perto e conversar. Ele propôs ir até um “Hotel” barato que havia ao lado do terminal de Ônibus.

Fomos até lá, eu com muito medo, mas doido para passar a mão naquela bunda gostosa, mas assim que entramos ela tirou minha cueca e veio esfregando a “tora” na minha bunda e tentando me penetrar. Eu já nem sabia mais o que fazer, quando de repente senti a cabeça da trolha gigantesca entrando no meu rabo.

Não demorou muitos segundos e a travesti estava me pegando de quatro e metendo a pica inteira na minha bunda (senti as bolas do saco dela encostarem nas minhas nádegas, sinal de que tinha socado até o talo) e eu sentia dor e tesão ao mesmo tempo.

De repente o traveco tirou o pau do meu cu e um cheiro de bosta insuportável inundou o ar, num evento de putrefação atmosférica que eu nunca havia sentido.

Olhei para trás e meu temor se confirmou: o pau gigantesco do traveco estava todo cagado enquanto o mesmo se mostrava indignado e dizia, aos berros: “Vai ter que limpar!”

O travesti me obrigou a chupar o pau dele todo cagado, e o pau era tão grande que não cabia na minha boca, tive que lamber pelos lados e enchi minha boca e meu rosto de merda que eu havia acabado de cagar.

Depois tomamos banho e o travesti sacou uma pistola calibre 38 e me levou a carteira e o computador que eu levava para a manutenção, dizendo:

“- Isso é pela sua porquisse. Seu viadinho porco.”

Fiquei sem dinheiro, sujo de merda, sem computador, sem documentos e com o cu todo arregaçado e dolorido depois de ter cagado nos 25 cm do travesti. E, a pior herança de todas, uma grande vontade de sentar numa rola maior ainda.

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Escrito por Anônimo

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