A Globo foi e é um dos personagens odiados pelos manifestantes. Segundo estes, uma rede de televisão responsável pela, no jargão popular, lavagem cerebral. Convicta de que boa parcela – a maioria – do corpo dos movimentos é composta pelos defensores das causas progressistas, aqueles que rompem com valores tradicionais, isto é, militam pelos direitos homossexuais, liberação do aborto, da maconha entre outros aspectos, a emissora decidiu recorrer ao beijo gay para "ficar bem na praça". Atrelado a outras questões do Brasil como Operação Lava Jato e crise econômica, o cenário atual é um terreno fértil para quem se apresenta como o heroi da pátria frente as vilãs crise econômica, corrupção e a colossal violência e, ao mesmo tempo, flerta com os valores da família, em outras palavras, a tradição. Não me surpreenderia uma vitória da extrema-direita em 2018.

