Eu confesso que…
Olá. Sou CORNO MANSO, adoro ver minha bela esposa sendo fodida por estranhos.
Neste último domingo (20/09/2015), minha esposa e eu fomos á prainha de Adolfo (SP).
Sempre que vamos lá rola alguma sacanagem. Mas desta vez eu já estava chateado pois foi tudo "normal", nenhuma azaração… Tudo muito normal pra meu gosto.
Ás 18h decidimos vir embora, pois não queria pegar muito transito á noite. Moramos em São José do Rio Preto (uns 70Km da prainha de Adolfo).
Minha esposa tinha tirado o biquíni e colocado uma camiseta regata de malha branca bem decotada, colocou uma saia sem a parte de baixo do biquíni, ela sempre fazia isto.
Quando andamos uns 15Km, já estávamos em "Nova Itapirema" (uma pequena cidadezinha), parei pra comprar água, quando fui sair com o carro, ele não quis pegar.. Insisti até esgotar a bateria.
Por sorte, tínhamos sinal de celular, acionei o guincho do seguro, me ofereceram um táxi, mas eu disse que iria no caminhão junto com o carro.
O guincho demorou cerca de uma hora pra chegar. Quando chegou já estava anoitecendo.
O motorista, rapaz novo ainda.. uns 35 anos, logo que chegou, deu uma olhada na minha esposa. Nesta hora já comecei a ficar com tesão só de imaginar coisas que qualquer CORNO imagina.
Assim que o carro foi colocado no caminhão, peguei a água e ofereci ao rapaz, depois pra minha esposa,
quando ela foi beber, derramou um punhado na blusa branca, uma parte da blusa ficou transparente deixando seus seios visíveis e os bicos duros.
O cara ficou sem saber o que fazer, tentou disfarsar, eu fiz que não percebi nada.
Então preparamos para ir embora, esperei o motorista subir pra destravar a porta. Falei pra minha esposa ir no meio e eu iria no lado da janela…
Aí foi o começo de tudo, pois a cabine do caminhão é bem alta, ela de saia e sem calcinha e com os seios visíveis.
Imaginem a situação, blusa regata branca decotada e, ainda, molhada.
Ela me disse (de pura sacanagem). Como vou subir nisto? Esqueceu que estou sem calcinha?
O motorista, ao ouvir isto, já prontificou a ajuda-la… Pulou por cima do câmbio e pegou sua mão e disse: Ok, basta levantar a perna e colocar o pé no estribo que eu lhe puxo.
Ela, levantou a perna (meia desengonçada), sua saia subiu até a verílha e ela não podia segurar a saia, pois estava com uma mão na porta e a outra
o motorista estava segurando… Me pediu, amor, me ajuda aí com a saia… Eu perguntei, o que está acontecendo com sua saia? e passei a mão em suas coxas, por trás, indo até sua bucetinha como se quisesse cobri-la.
Exclamei: Nossa amor, sua xotota tá aparecendo… O rapaz ficou paralisado tamanha era o tesão… conseguimos subir no caminhão.
A cabine era espaçosa, mas o motorista sempre forçava o câmbio até roçar nas coxas de minha esposa.
Ele não sabia se dirigia ou se olhava para os seios e coxas dela. Mas ele era ruim de papo e parecia ter medo de agir.
Talvez por medo de se complicar, afinal, ele era prestador de serviços de uma seguradora.
Nesta hora, o bom CORNO que que ajudar, assim fiz. Falei: Nossa amor, quando passei a mão em sua xoxota me deu um baita de um tesão… Você viu a xoxota dela? perguntei ao motorista.
"Nossa! vi sim, raspadinha, deve ser muito cheirosa, mas foi só de relance." Respondeu ele.
Neste momento fui passando a mão nas coxas de minha esposa e trazendo sua saia até que a virílha ficou á mostra e observando o motorista – que não sabia se dirigia e se olhava.
Minha esposa deu uma esticada no corpo, quase deitando no banco, colocou os pés no painel do caminhão e eu comecei a masturba-la lentamente… Levantei sua blusa deixando seus belos e fartos seios á mostra e acariciei-os.
O cara perguntou se a gente não podia parar o caminhão, eu disse: "Demorô". Ele parou no acostamento, pulou por cima do câmbio e se aninhou entre as pernas dela, incrível como que derrente, a cabine pareceu ter muito mais espaço!
Ele não perdeu tempo, levantou bem as pernas dela e começou a chupar a bucetinha de minha linda esposa… Tirou o cacete pra fora da calça e pediu pra ela chupar, mas ela falou, só se dar uma lavadinha nele. Peguei a garrafa dágua e ela deu um belo banho no cacete dele, que não era tão grande, tipo médio.
Depois de lavado ela começou a chupar aquele pau duro e bonito (retinho). Eu comecei a bater uma punheta observando aquela cena. Oferecí uma camisinha para ele que eu mesmo coloquei em seu pinto (sempre gostei de fazer isto). Perguntei a minha esposa se ela queria dar o cuzinho pra ele,
Ela, prontamente, ficou de quatro no banco e ele veio por trás e foi enfiando em seu cuzinho. Minha esposa gemia de tesão… O cara urrava feito um urso e eu me acabava numa gostosa punheta.
Ele gozou quase meia camisinha. Ela não gozou, pois tudo foi muito rápido. Perguntei se ela queria que eu a chupasse até gozar e ela disse que não precisava e que foi gostoso. Eu disse a ela: Ok, quando a gente chegar em casa a gente transa legal.
O cara falou, eu posso participar também? Ela respondeu prontamente: Claro que pode, vai ter que me fazer gozar e caiu na risada.
Fomos batendo papo até chegarmos em casa (S.J. Rio Preto). Tiramos o caro de cima do guincho e entramos. Ela foi logo pro banho com a porta aberta e nós fomos espia-la.
Quando o cara viu aquele corpo bronzeado sob a luz forte… aqueles peito… aquela bundinha gostosa, seu pau já ficou duro. Falei pra ele entrar no banho com ela e assim fez.
Ficaram no banho e eu fiquei observando um pouco. Deixei duas camisinhas no lavatório e fui descarregar as coisas de praia que estavam o carro (só pra deixa-los sozinhos mesmo).
Depois de alguns minutos voltei e eles estava na cama. Ela com as perna abertas e ele enfiando-lhe a rola naqueta bucetinha raspada. Como eu já tinha gozado, preferí deixa-los a sós, pois o que tinha acontecido na cabine tinha me dado muito tesão e acabou com meu estoque de porra.
Vários minutos depois ví eles entrarem no banheiro e tomarem banho juntos.
Bom… e assim foi mais um dia de felicidade e sacanagem. Sempre que saimos, temos sorte de encontrar pessoas legais afim de uma boa transa sem compromisso.
O motorista sabe nossos nomes verdadeiros e onde moramos, tem até nosso celular (através da seguradora).
Nós nunca perguntamos os nomes das pessoas que saem conosco. Na maioria das vezes, são casados… comprometidos, preferimos assim.
Nunca permitimos que nos fotografem e também não passamos nossos celulares, fazemos algumas fotos
descomprometedoras pra ficar como recordação do momento vivido. Curtimos muito ir a barzinhos com música ao vivo e azarar bastante.
Então, sempre que queremos transar, a gente transa. Já repetimos parceiros várias vezes. Mas, o que gostamos mesmo é "novidades".
Nada é tão gostoso como a primeira foda… O susto do cara… O tesão do primeiro momento.
Depois, tudo vira um tipo de "casamento"… Aí não tem graça.
Tenho algumas fotos, deste e de outros encontros, que irei postando nas respostas dos comentários.
São fotos simples e sem rostos e sem detalhes que possa identificar as pessoas.
Abraços a todos!

