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Paixão por pés femininos

Eu confesso que sou completamente apaixonado por pés femininos e, por conta disso, já passei por várias situações prazerosas e por outras que me deixaram, de certa forma, embaraçado. O fato que aqui relato aconteceu por volta de 1996 e até hoje o tenho como uma lembrança muito gostosa.
Estava eu em um ônibus de viagem, destes que varam a madrugada, sentado junto a uma janela onde tentava cochilar, sendo impedido pelas luzes das cidadezinha pelas quais passavamos e pelo mundo, que não parava de girar alucinadamente. Não consigo a imaginar a velocidade que o ônibus se deslocava, mas a verdade é que tudo passava muito rápido. Ao meu lado,
havia um rapaz, muito simpatico, bem falante, mas que, de tanto que havia falando, cansara-se muito e dormia a sono solto. Aliás, quase todos dormiam assim. E eu, entre uma cochilada e outra, aborrecido, esperava a aurora para finalmente desembarcar, com muito medo de o motorista tambem relaxar e bater o coletivo.
Cerca de duas, duas e meia da manhã, senti um aperto na bexiga. Liguei o sinal de alerta e esperei. Tentei pegar no sono, mas começou a ficar mais difícil. A bexiga reclamava. E quanto mais eu ignorava, mais ela se manifestava. Antes que chegasse a um ponto do qual não teria mais volta, por cima dos bancos, em direção ao banheiro. A visão que tive foi maravilhosa! Meu coração disparou!! Ao lado do banheiro, na altura do último banco, uma perna feminina esticada expunha uma lindíssimo pé nu, ao alcance de qualquer um.
O tesão percorreu todas as partes de meu corpo e mandou a bexiga calar a boca. Passei a pensar única e exclusivamente naquele pé e como chegar até lá. Para oo deslocamento o obstáculo era meu parceiro de viagem. Eu não queria acordá-lo, é claro, pois se o fizesse, além de o incomodar, poderia até ir ao banheiro, mas daria adeus para aquele pezinho lindo que se oferecia tão descaradamente. Mas não era só isso. Uma das moças que viajavam conosco tinha insônia, e passava a madrugada conversando com o motorista. Ele dirigia, mas ela, a qualquer momento, poderia abrir a portinha que nos separava e veria imediatamente. Nem quero imaginar a repercussão que isso teria no ônibus todos, pois ela certamente acordaria a todos.
Não chegar perto daquele pezinho não era uma opção. Cheio de tesão e de coragem, sem sequer me dar conta do que estava fazendo, levantei-me, subi no banco me projetando para a frente e, enquanto tinha as mãos e a cabeça prensados contra o banco da frente, levantei os pés no encosto do meu banco acima de onde ficaria minha cabeça se estivesse sentado. Assim o fiz e desta forma passaei por cima de meu companheiro de viagem, louco de medo que ele acordasse. Não sei como fiz aquilo, mas o tesão realmente me deixou com a cabeça fora do ar.
Assim que me vi no corredor, minhas atenções se voltaram para a cabine do motorista. A cada passo que eu dava em direção ao fundo do ônibus, olhava para trás. Estava pronto para, a qualquer momento disfarçar fazendo menção de entrar no banheiro. A cada banco que eu passava, prestava bem a atenção em cada um, para me certificar que estavam realmente dormindo, e me pareceu que sim.
Ao chegar junto ao meu pezinho desejado, parei. Olhei para todos os lado e não vi nada de de errado. Então me virei e olhei com mais calma. A dona de meu objeto de desejo também dormia, sem ninguém a a seu lado. A cabeça se acomodara junto à janela. Uma das pernas ficara recolhida e a outra se projetara para o corredor. Tremendo de medo, agachei-me junto daquele pé e senti seu aroma delicioso. Fechei os olhos e estiquei a língua. Meu coração já estava em pedaços quando finalmente toquei seu calcanhar. Meu corpo inteiro se estremeceu quando passei a língua por sobre toda a sola, em direção à ponta dos dedos. Com o sucesso de minha empreitada, toquei o rosto por baixo da sola, de leve, como se ela estivesse me pisoteando, deliciando-me com o toque macio, suave, sem peso. Na língua o sabor do pezinho alegrava minhas papilas gustativas que, em festa, pediam mais. Passei novamente a língua pela sola e comecei a enfiá-la por entre os dedos, tocando com ela o espaço entre eles. Senti novamente o toque daquele pé pelo rosto. Não queria mais sair dali.
Mas continuava com medo. Poderia ser descoberto a qualquer momento. Vi o tamanco que a moça usava caído debaixo de seu banco. Dei uma lambida nele e pensei em jogá-lo fora, pela janela do ônibus. Não por maldade. Mas seria uma forma de fazê-la chamar a atenção para seus pés. Pensei várias vezes em fazer isso, mas desisti. Preferi lamber novamente aquele pezinho, desde o cacanhar até a ponta dos dedos e, desta vez, engoli o dedão e o pressionei com força, a unha tocando o meu céu da boca e a polpa sendo acariciada por minha língua que, sedenta, sugava toda a sua essência.
Acho difícil que a moça não tenha percebido. Até pensei em acordá-la e sentar-me ao seu lado, era conveniente, último banco, etc., para saborear melhor aquele pezinho, mas não o fiz. Tive receio de ser rejeitado.
Aproveitei para ir ao banheiro e voltei para o meu lugar, da mesma forma que havia saído e jamais esqucei aquele dia.

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Escrito por Anônimo

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