Meses depois do começo do namoro disse que fantasiava comer ela com outro. Minha ex só tinha feito comigo, e eu tinha dificuldade de imaginar a mesma situação, já ela, ao contrário, com 20 anos, tinha dado para pelo menos 15. Na verdade, eu queria mesmo é ser corno. Ela não gostou quando eu disse a ele. Suponho (não tenho certeza) que depois de um ano e poucos meses, ela começou a me trair com o porteiro da empresa dela. Imagina, um velho de 60 anos, do tipo safado, casado com uma novinha, mas que tinha a rola grande. Eu soube disse porque minha própria namorada dizia que o safado ficava falando de si para os outros. Como o meu pau é médio (mas capaz de provocar dor nela), e eu sabia que ela gosta de pau grande (disse-me que saiu com um cara mais de uma vez por causa do pau dele), pensei que esse fato poderia tê-la estimulado. Na verdade, logo que ela me contou, no início do namoro, com quantos havia transado, essa estória do pau e pelo fato de ter dado pra mim de prima, cheguei a questionar… “Onde estou me metendo?” A melhor amiga dela, do trabalho, também tinha um amante, o que certamente tornava as conversas entre ambas bem quentes. Então ela começou a fazer sempre hora extra, de 2 a 3, e quando eu ligava, em parte por desconfiança, o porteiro atendia para transferir a ligação. Uma vez ele chegou a passar o telefone para ela dizendo "O corno tá ligando". Detalhe: nem fui eu que ouvi, foi ela que me disse que o sujeito tinha dito isso ao passar o telefone. Outro detalhe: ele não estava na portaria, mas na sala dela! Até que fui viajar e, na volta, peguei mensagem de celular dela. Liguei de volta, e nada. Daí a pouco, ele retornou. Fiquei mal, puto, quis largar… Três dias sofrendo. Ela insistia que não tinha feito nada, chorava. “É um velho”, dizia. Cheguei até a imaginar que ela podia estar dizendo a verdade, como cheguei a pensar que ela estava é preocupada com minhas atitudes (eu poderia falar com a família dela, por exemplo). Mas não teve jeito. A dor diminuiu, já estava há uns 4 ou 5 dias sem gozar, e a minha mentalidade aberta falou mais alto. Pensei: “Se ela deu duas ou três vezes… não foi bom? E ela deve estar muito preocupada com a situação. Namorado tem de fazer a vontade da namorada”. Essas coisas de corno, mesmo. Sou assim. Na reconciliação, logo aos primeiros beijos, eu disse que tinha uma proposta. Era ir ao motel, e ela me disse: “Haha, eu sabia!” Pensei… “Safada”. Fomos ao motel, e dei vasão ao meu desejo de submissão. Não toquei no assunto da traição, pois isso ainda me envergonhava, mas ela mijou em mim pela primeira vez, depois de eu tanto pedir, na minha boca, eu comi ela com força, gemendo alto e gozando muito forte, tudo com muita sinceridade, dizendo coisas como: "Delícia, minha deusa, não consigo ficar sem você. Meu pau é teu, só teu. Não tem problema, mas volta pra mim". Com o tempo, fui aceitando, e passamos a fantasiar juntos, como já fazíamos, só que com maior intensidade. Na verdade, eu me sentia no direito. Se ela tinha mesmo me corneado, não vou me fazer de rogado. Agora ela é que vai ter de me satisfazer de alguma forma. E se não fizesse era eu quem reclamava. Me corneou, eu tenho o direito. O pior é que ela é egoísta. Ainda que também goste de fantasiar sendo corna como eu (minha ex era corna e aceitava), diz que adora se imaginar com outros. Quando ela me pede pra dizer o que eu fiz com outras eu digo, mas não sinto tanto tesão. Já ela, só de falar em algum ex, goza rápido. Como eu sei que ela, de fato, me corneou com o porteiro? Além dos indícios, que são muitos, ela só nega quando não está com tesão. Quando está no clima e eu peço pra ela me chamar de corno ela me diz: "Corno. Você é corno!" E eu pergunto o porque e ela retruca: "Você sabe que é corno!" Imagino que se trate daquele caso. Foda é que eu não consigo tocar no assunto. Já tentei e ela me barrou. Ou seja, jamais conseguirei saber os detalhes, como quantas vezes saíram, etc. Daí fantasio sozinho. E, por mais que eu incentive ela a me trair, ela sempre me corta dizendo que não quer um homem assim, que aceite essa situação. Mas quando tá com tesão, goza em 3 minutos, seja se imaginando com outro ou eu com outra. Até vendo filme de mulher com mulher. Tá muuuito foda. Vai e não vai, e o meu tesão só aumenta. Comprei uma rola enorme de borracha, toda equipada. Peço pra ela ficar de 4 no vai e vem do começo ao fim, com a rola fixada na cama. Fico dizendo: “Vai, come ela, mete na minha esposinha que ela adora gemer e gozar na pica de outro. Tá bom, amor?”. Daí dou o pau pra ela chupar, beijo o rosto dela, acaricio os cabelos, e ela acelera e sempre goza forte, como goza apenas algumas vezes comigo. Da última vez, fiquei com tanto tesão ao ver isso que lambi o corrimento pré-menstrual dela que ficou na rola. Era muito, e eu perguntei a ela, que já tinha gozado, se queria que eu lambesse. E ouvi: “Vai corno, lambe!” Engoli tudo. Obviamente, no dia seguinte, tive de me masturbar mais umas 2 vezes, só de lembrar do ocorrido. O que mais desejo é vê-la com outro. Mas o tempo está passando, e eu vou aceitando coisas que não aceitava. Toparia que ela desse pra um ex (às vezes goza falando nome de ex); toparia que ela tivesse um fixo (antes tinha ciúme); toparia inclusive que ela apenas me ligasse e dissesse que iria, naquele momento, sair com outro. Depois, voltar para casa suada e cansada, sem banho, para receber carinhos, cheiradas e mais uns minutos de penetração, pois aguentar muito eu não iria. Mas… quando toco no assunto, ouço: "Quando você for corno, nem vai saber!" Isso é muito ruim. Eu digo que ela poderia aproveitar, desfrutar de prazeres múltiplos, mas não… na hora da foda, pode tudo. Quando está sem tesão, nada pode. Há um ano, chegamos a discutir, pois ela chega a dar o cu pra mim falando o nome de outro quando goza, pra não falar que costuma sonhar que tá dando pra outro, e depois me conta: “Parecia real, eu sentia entrando”, mas quando eu digo: “Minha linda, o tempo tá passando. Vamos experimentar. Se você gostar, não fazemos mais. Não precisaria ser toda semana, nem todo mês. Quero experimentar. Não quer dar pra outro, deixa eu comer outra, ou transa você com outra… Imagina depois, a gente fantasiando”. E ela me diz: nunca. Putz. Ela me incentiva e me corta, dizendo que nunca fará isso. Isso me desanima. Nunca? Daí eu digo, “Ah, se você me trair, depois de toda a abertura que estou lhe dando…”. E ela: “Você vai ficar triste, depois revoltado, depois…” Concluo eu, de modo safado e desiludido: “Vou aceitar, sentir tesão e depois te comer diferente, você sabe que vai ser assim. Mas não faça isso. Vamos juntos…” Ela ri, posa de gostosa, e mostra-se satisfeita. E, até agora, nada. Pior que acho que ela tem me corneado ultimamente. Tá meio estranha, ausente… Pode ser só desejo meu projetado nas atitudes dela. Talvez ela esteja frustrada, sentindo-se em um momento morno. No trabalho atual dela ela não tem muitas chances de me botar chifres. De repente, se me corneasse, voltaria toda feliz. Oh, cabeça dura. Oh, vida dura, viu. Podia ser tão mais fácil. Não creio que eu esteja doente, como muitos dizem sobre casos parecidos. É tesão e dedicação à pessoa. Submissão é uma forma de amor. Não brigamos, sempre nos apoiamos, nos compreendemos no geral. Mas essa relutância específica tá me incomodando muito, e só aumentando o meu desejo.

