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Castigada

Estou casada a apenas dois meses. Meu marido é um advogado influente e passamos nossa lua de mel a apenas um mês atrás. Como ele gosta de natureza e de mergulhar, fomos para uma região de praia na Bahia, onde existe uma operadora de mergulho rudimentar, mas eficiente.
Eu não sou muito chegada a esse tipo de aventura, e logo no primeiro dia, lá se foi ele com mais dois em um barco da operadora. Eu fiquei aproveitando o sol na praia em frente a pousada. Logo no primeiro dia, conheci uma garota da região, mulatinha clara, muito legal e agradável, e ela se propôs a me mostrar uma cachoeira num riacho que passava por ali perto. Caminhamos cerca de uma meia hora, e seu irmão juntou-se a nós para nos guiar.
O lugar era bonito, com agua geladinha e gostosa e nos sentamos os três dentro da água para nos refrescarmos. E depois que saímos, José nos ofereceu um baseado.
Mesmo sabendo que meu marido odeia, eu aceitei e os três dividimos o baseado. E nossa amizade ficou selada dessa forma.
Na manhã seguinte, bem cedo, meu marido saiu para outro mergulho. E eu fui a casinha de Beatriz para irmos de novo na cachoeira. Ela não podia ir, pois seu filho estava com febre, e José se ofereceu para ir comigo.
Chegamos lá brincando, conversando sobre discos voadores, esoterismo, coisas que adoro, e logo ele acendeu um baseado para nós dois.
Eu estava tonta com a maconha, relaxada e ao entrar de novo na água, tropecei e ele me amparou, segurando um de meus seios. Ele sorriu, mas não tirou a mão.
Ele era tudo o que meu marido não era. Mulato, corpo esbelto e ágil, e também não pedi que me soltasse. Nos beijamos e logo já estava sem a parte de cima do biquíni. E a parte de baixo não demorou muito a descer.
Ele me levou para uma pedra lisa, na sombra, e baixou sua bermuda, me mostrando seu pau lindo e ereto. Não resisti e o chupei.
Juro que achava que não ia passar disso. Não queria trair meu marido, mas o baseado, o ambiente me fizeram me apoiar na pedra e permitir que ele me comesse. Foi divino. Uma experiência maravilhosa. E ele, muito delicado, gozou fora, nas minhas pernas.
Eu passei a incentivar meu marido a sair de manhã. Logo, fiz da casa dele nosso ponto de encontro, com a ajuda da irmã, e transamos mais três vezes maravilhosas, mas com camisinha. Fumávamos um baseado e íamos logo para cama. Uma delícia que não experimentava desde a adolescência.
Depois de uma semana, tivemos que partir. Viemos para o Rio de Janeiro e começamos nossa vida de casados.
Porém, notei que estava com um pequeno corrimento. Nada demais, mas , como já tinha consulta com minha ginecologista, fui me consultar. Ela então me pediu uns exames, recomendou que me abstivesse de relações sexuais sem camisinha com meu marido, e quando retornei, não deu outra: Estava com gonorréia.
Ela me deu a notícia com muito carinho e cuidado. Obviamente o suspeito original foi o meu marido, mas como a conheço há muitos anos, contei-lhe minha aventura.
Ela não me recriminou, mas me passou os antibióticos e me recomendou que observasse os sintomas em meu marido, uma vez que no homem a doença se manifesta mais visível.
Fiz teste de aids e deu negativo, mas minha médica me recomendou fazer o teste mensalmente, durante o período de seis meses.
Meu marido está desconfiado. Não entende porque temos que transar de camisinha, e está estranhando muito as perguntas que faço a ele sobre seu pau, se está ardendo ou coisas assim.
Não sei mais como esconder dele.

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Escrito por Anônimo

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