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Ela deu para o médico

Ela me pediu para deixa-la no consultório do seu médico alergista e vir buscá-la quando saísse, pois era o último horário de atendimento. Três horas após, já 21 horas, recebo seu chamado no celular. Fico aguardando na praça em frente e logo chega. Entrou meia sem graça e, quando perguntei se estava tudo bem, disse que sim. Perguntei se ela havia tirado a roupa para ser examinada e ela disse que sim, que havia colocado um avental para ser examinada e, deitada na cama, ele abriu o avental e começou a examina-la por todo corpo, pois sua alergia estava bem espalhada.
Perguntei-lhe se ele comentou algo sobre sua boceta totalmente depilada.
Ela disse que sim e perguntou quando havia feito a depilação. Ela disse que tinha feito para poder vir ao seu consultório e, ele então, deu um sorriso malicioso. Ela perguntou se havia algum problema. Ele disse que não e que estava linda.
Eu sacaneie-a falando – também com um bocetão inchado como o seu e, ainda mais, careca, você acharia que ele não iria gostar?
Ela deu um sorriso sacana e não falou mais nada.
Voltei a puxar assunto sobre a demora e, ela justificou dizendo que por ter faltado a secretária, as consultas estavam atrasadas.
Voltei a mexer com ela dizendo – por isso demorou, ele estava é lhe fazendo um exame mais minucioso, não é safada?
Ela riu e, sem ela esperar, enfiei a mão sob seu vestido que estava no meio da coxa, chegando a boceta. Não teve tempo de fechar as pernas. Minha mão foi até a boceta e para minha surpresa, senti uma viscosidade em sua calcinha. Fiquei na minha e, esfreguei os dedos para ter certeza.
Chegamos, pus o carro na garagem e subimos ao nosso apartamento.
No quarto, tirou a roupa para ir tomar banho. Quando estava só de tanguinha, peguei-a por de trás e enfiei-lhe a mão dentro dela sentindo-a toda melada.
Ela quis se desvencilhar mas impedi e, cheirando os dedos perguntei-lhe – você está cheia de porra.
Ele lhe comeu? Nervosa, negou.
Disse-lhe que não era otário e sabia que aquilo era porra.
Ela chorosa pediu-me calma. Que se ficasse calmo ela me contaria o acontecido.
Daqui para frente, a narrativa é dela.
"Pouco tempo depois de começar a examinar-me, passou a alisar-me de maneira incomum e, deteve-se mais tempo na minha bunda e na virilha.
Quando olhei para o lado, ele estava de pau duro. Aquilo me deixou excitada e, passei a olhar cada vez mais descaradamente. Ele notando, passou a encostar seu pau em meu braço e coxa. Como não reclamei, passou a alisar meus seios e aperta-los. Pediu para abrir as pernas e acabou vendo minha lubrificação. Pediu para levantar e apoiar as mãos na cama ficando de costas para ele. Obedeci e ele continuou a examinar as costas e roçando seu pau na minha bunda. Como nada falava contra, passou a forçar mais ainda o pau deixando-me taradona. Sem me dar conta, dei uma rebolada em seu pau. Foi o sinal para ele tirar o pau para fora e pincelá-lo contra minha boceta"
Ouvia tudo aquilo em silêncio, incrédulo e excitadíssimo. Ela notando o volume na minha calça perguntou-me: "Ué, está excitado taradinho? Responde, tá excitado?"
Não pude negar e ela pegando no meu pau começou a aperta-lo. Pedi para parar e continuar contando.
"Bem, se quer ouvir tudo com todos os detalhes, continuarei. Eu não aguentei e passei a rebolar e pedir-lhe para enfiar tudo em minha boceta. Era uma pica maior e mais grossa que a sua. Como estava melada, entrou fácil. Ficamos mexendo com ele enfiando e tirando o dedo do meu cu. Foi o bastante para perder todo o controle e gozar acompanhado por ele. Ficamos grudados por uns minutos e ele começou a enfiar de novo o dedo em meu cu. Comecei a gemer baixinho e ele pegou um gel e passou no pau e em meu cu. Foi enfiando lentamente. Tirava e punha, até que entrou todo. Estava com uma pica grossona toda enterrada em meu cu. Passei a ter um gozo atrás do outro enquanto ele metia sem dó e batia na minha bunda de leve para não marca-la.
Quando gozou, parecia que era a primeira gozada, pois senti muita porra dentro de mim. Tive de sair sem lavar-me pois, já era muito tarde e você poderia desconfiar. Pronto! Contei tudo. O que você pretende fazer?"
Enquanto falava, não tirou a mão do pau um só momento, mantendo-o apertado e alisando-o deixando-me com mais tesão ainda.
Sem responder-lhe, deitei-a na cama, tirei sua tanguinha esporrada e passei a beija-la e chupa-la da cabeça aos pés. Não sei como consegui, mas, chupei-lhe a boceta toda esporrada enquanto ela gozava pedindo para não parar. Achei mais delicioso chupa-la esporrada do que sem. Nesse momento, estava nascendo o mais novo corno da cidade. Coloquei-a de bruços e enfiei-lhe a pica no cu após pincela-la na boceta. Entrou fácil, pois, o macho tinha arrombado seu cu de tal maneira que parecia que estava metendo na boceta.
Resumindo: ficamos na maior putaria toda a noite durante a qual ela me contava com todos os detalhes suas emoções na pica do médico.
Perguntei-lhe se ela pretendia voltar ao seu consultório e ela disse que já estava com outra consulta marcada para próximo mês.
Perguntei-lhe se iria dar para ele novamente.
Ela respondeu – se você não brigar comigo irei e na volta contarei tudo para deixar você bem taradinho.
E, todos os meses ela vai se consultar no último horário e, ao chegar, o seu corninho faz uma limpeza em sua boceta para não cair porra em nosso lençol.

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Escrito por Anônimo

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