Eu já tive diversas experiências sexuais com minha ex mulher. Íamos a casa de swing, fizemos orgia, menage feminino, etc. Mesmo com tantas experiências nunca fizemos menage masculino, ou seja, eu minha mulher e outro homem. Pode parecer egoismo, mas eu não curto e nunca havia feito até essa experiência que irei narrar.
Minha atual mulher não curte outra pessoa na cama conosco. Apesar de sempre eu dizer que adoraria tê-la na cama com outra mulher ela custou a aceitar até que, finalmente, acabou aceitando. Confesso que não curti pois, do contrário da minha ex, a minha atual mulher acha repugnante ser tocada ou tocar outra mulher. Essa repugnância tirou metade do tesão de nossa experiência. Certo dia, passados alguns meses da tal experiência de ter tido outra em nossa cama, minha mulher propôs um menage masculino. Ela se sentiu no direito de ter eu e outro homem na mesma cama. De início não aceitei mas, de tanto ser chamado de egoísta, acabei aceitando. Combinamos os detalhes. Basicamente ela iria em uma casa noturna sozinha e escolheria um homem que lhe agradasse sexualmente. Eu ficaria no estacionamento no interior de nosso carro até que a escolha se concretizasse. Assim que ela escolhesse o homem que a possuiria ela daria um jeito de me ligar avisando que a escolha estava feita. Neste momento eu entraria na casa noturna como se não a acontece e iniciaria em flerte. Assim fiz. De início o "paquera" da minha mulher achou estranho. Achei até que ele partiria para a agreção mas minha mulher falou alguma coisa em seu ouvido e os ânimos se acalmaram. Curtimos a noite até por volta das 2h da manhã. Hora minha mulher dançava com o "escolhido" e hora dançava comigo. Até que ela disse que gostaria de ir embora e perguntou se gostaríamos de esticar a noite. O "escolhido" de pronto disse que sim e eu, meio receoso, aceitei a proposta. Nosso "convidado" havia ido de táxi tendo em vista que a blitz da Lei Seca não perdoa. Nos dirigimos ao nosso carro e partimos. Eu dirigindo, nosso convidado no banco do carona e minha mulher sozinha no banco de trás. Assim que saímos do estacionamento minha mulher perguntou onde iríamos. De pronto o convidado, em tom de brincadeira e com um sorriso no rosto, disse motel e minha mulher, de forma seria e sem pestanejar disse vamos para meu apartamento. Confesso que me assustei. Durante todo o trajeto minha mulher foi indicando o caminho como se eu não conhecesse nosso próprio endereço.
Assim que entramos em nosso apartamento notei que minha mulher ia recolhendo, sem ser notada, todos os porta retratos em que apateciamos juntos. Na geladeira tínhamos poucas cervejas. Tínhamos ainda um pouco de uísque Double Black que rendeu por volta de uma dose dupla para cada um. Foi o bastante para minha mulher se soltar e iniciar uma dança sensual no meio da sala enquanto eu e o convidado dela assistíamos sentados no sofá. Minha mulher estava tão tocada pela bebida (acho eu) que em certos momentos levantava a saia e virava de costas deixando aparecer seu traseiro adornado por uma calcinha mínima que quase não escondia nada. Ela queria se soltar mais, beber mais, mas infelizmente não tínhamos nada mais de alcoólico. Foi quando o escolhido se prontificou a pedir que um amigo trouxesse mais bebida. Sinceramente isso não estava nos planos mas, minha mulher aceitou a proposta. Nessa hora minha mulher já havia se livrado de sua blusa e saia e continuava a bailar apenas de calcinha e sutiã. Em poucos minutos estávamos os três no quarto. A partir desse momento so lembro de flashes. Minha mulher já completamente nua dançando sobre nossa cama pouco antes de entrar no banheiro da suite para tomar uma ducha. O escolhido, apos se livrar da calça e camisa social, estava apenas de cueca. Eu, ainda assustado com toda aquela situação, estava completamente vestido. A próxima cena que eu me lembro foi ver a minha mulher de quatro sobre nossa cama sendo chupada por nosso convidado. Pelo que pude perceber ele não chupava apenas sua boceta. Da forma como minha mulher gemia e se contorcia eu acredito que ele também estava se aproveitando do cuzinho da minha mulher. Não demorou muito minha mulher engatinhou em direção a cabeceira da cama, esticou o braço, abriu a gaveta da mesinha de cabeceira e ofereceu um preservativo ao seu convidado. Mal vestiu seu cacete com a camisinha o convidado já partiu para o ataque de forma selvagem. Esse negócio de entrar aos poucos funciona apenas em contos eróticos. Minha mulher estava de quatro sobre nossa cama. Sua boceta estava encharcada não so pelo tesão que sentia, mas também pela saliva do seu convidado. O camarada apontou na boceta da minha mulher e enfiou tudo de uma vez. O que ele fez não se faz nem com uma puta. Enfiou com tanta força que minha mulher soltou um grito e jogou o corpo pra frente fazendo com que o membro saísse. Deitou de bruços e permaneceu assim por alguns segundos esperando a dor da penetração passar. Acredito que o convidado nem esperou minha mulher se recompor. Aproveitou que o traseiro dela estava virado para cima e começou a penetrá-la novamente. Desta vez, a pedido dela, com mais calma. Eu estava sentado em uma poltrona próximo a minha própria cama vendo minha mulher deitada de bruços recebendo um cacete de outro homem em sua boceta. Pelo que pude perceber ela estava gostando e muito pois, além de gemer como não gemia comigo fazia tempo, seu rosto demonstrava um enorme tesão. Cada vez que o membro daquele homem estranho a penetrava ela soltava um gemido e fechava os olhos com força. Ficaram nessa posição por um tempo até que o homem saiu de cima dela é a mandou ficar de quatro. Enquanto fodiam nessa posição cheguei perto do rosto da minha mulher e ofereci meu pau para ela chupar. Não sei porque, mas eu sabia que ela não aceitaria transar com dois homens ao mesmo tempo. Simplesmente não abriu a boca para me chupar e solicitou com sinais que eu a deixasse em paz. Eu diria que ela foi até um pouco ríspida. Nessa hora o interfone tocou e eu fui atender. Era o amigo do convidado trazendo as bebidas solicitadas. Enquanto o novo visitante subia, minha mulher e seu convidado se recomporam e foram se juntar a mim na sala. Recebemos o novo convidado e voltamos a beber e a jogar papo fora. Em dado momento minha mulher pediu que eu fosse tomar um banho e assim fiz. Eu já estava completamente bêbado quando me dirigi em direção a nossa suite cambaleando. Liguei o chuveiro e deixei a água gelada cair sobre minha cabeça a fim de diminuir um pouco meu estado alcoólico. Terminei de tomar meu banho, me vesti e retorne a sala. Não havia ninguém. Segui em direção ao escritório e lá encontrei minha esposa acompanhada dos dois homens. O primeiro, que havíamos encontrado na casa noturna, estava sentado no sofá de dois lugares que tenho em meu escritório. Cavalgando sobre ele estava a minha mulher. Nessa hora pude perceber porque ela havia sentido tanta dor. O cacete do homem era essustadoramente grande e muito grosso. Juro que na hora me veio a mente o Kid Bengala apesar do rapaz ser branco. O outro homem que havia acabado de chegar estava por trás do sofá se masturbando com o membro bem próximo ao rosto da minha mulher que, sem mais nem menos, passou a chupá-lo. Achei estranho já que quando tentei essa mesma façanha fui sumariamente repelido. Ficaram nessa posição por alguns minutos. Minha mulher cavalgando uma rola descomunal, muito maior do que a minha, enquanto tinha outra em sua boca. Em dado momento minha mulher parou de chupar o pau daquele estranho, pegou sua mão e fez com que ele desse a volta no sofá e se posicionasse agora ao seu lado e voltou a chupá-lo novamente. Ficaram assim por mais um tempo. Da posição em que eu estava, dessa vez bem mais próximo, eu podia ver aquele cacete enorme entrando e saindo da boceta da minha mulher. O membro era tão grande que ela evitava sentar com força já que provavelmente o cacete estava tocando o fundo de seu útero. Mais uma vez ela parou de chupar o outro homem, pegou sua mão e o dirigiu para as suas costas. Disse alguma coisa entre gemidos que eu não entendi ao mesmo tempo que com as duas mãos afastava as nadegas. Nessa hora eu percebi o que ela havia dito. Não restaram dúvidas quando ela parou de cavalgar e, com as duas mãos, afastou as nadegas. O homem, que até pouco tempo oferecia o membro para minha mulher chupar, se posicionou por trás dela e começou a forçar seu ânus com aquilo que até pouco tempo ocupava sua boca. A penetração estava muito difícil. Até porque minha mulher odeia sexo anal. Para eu conseguir esse tipo de sexo precisava insistir muito chegando a ponto de brigamos. A dificuldade da penetração anal foi amenizada com mais algumas chupadas e um dedo no cuzinho da minha esposa. Novamente ela parou de cavalgar e mais uma vez afastou as nadegas com a ajuda de ambas as mãos. Notei que dessa vez ela procurou afastar ainda mais suas nadegas. Assim que a cabeça encostou na porta de seu ânus eu a vi entrar bem devagar. Assim que a cabeça daquele membro sumiu dentro do cu da minha esposa o homem continuou forçando até que seu pau entrasse totalmente. Os três ficaram completamente imóveis até que minha mulher começou a gemer e sofrer espasmos involuntários. Foi nessa hora que os homens iniciaram os movimentos de entra e sai. A princípio não estavam se acertando mas, em pouco tempo, pegaram o ritmo. Hora o homem que penetrava seu rabo tirava o pau quase que totalmente enquanto o que fodia sua boceta enfiava até quanto minha mulher suportasse. Em seguida passaram ambos a penetrar juntos. Cada vez que minha mulher sentia aqueles membros entrando ao mesmo tempo em seu ânus e boceta ela soltava um gemido alto. Tão alto que fiquei com medo dos vizinhos ouvirem. Os gemidos ficavam cada vez mais altos e os movimentos da penetração mais rápidos até que o inevitável aconteceu. Minha mulher gritou que estava tendo um orgasmo e quase que imediatamente o homem que fodia sua boceta gozou. Pude perceber quando o esperma começou a vazar pela base da camisinha formando uma espuma enquanto ele continuava a socar na boceta. Neste momento percebi que o outro homem que a penetrava no ânus começou a gozar tambem e não usava nenhum tipo de proteção. Gozou tudo o que tinha que gozar dentro do cu da minha esposa. Neste momento os movimentos cessaram e os três ficaram engatados por alguns segundos. Minha mulher estava completamente suada e com a respiração bastante ofegante enquanto ainda tinha dentro de si o pau de dois estranhos. Assim que o homem que fodia o rabo da minha esposa retirou o membro, pude ver o gozo escorrendo de seu ânus. Era muito esperma e o que não caiu sobre o sofá foi escorrendo em direção a sua boceta até se juntar com a espuma que se formou com a ejaculação do outro homem. Ambos os homens se levantaram e minha mulher permaneceu meio que na mesma posição apoiada no encosto do sofá com o rabo virado em minha direção. Confesso que fiquei assustado em ver como o ânus da minha mulher ficou. Estava completamente aberto e com esperma ainda escorrendo em direção a sua boceta que estava bem vermelha, um pouco aberta ainda, e ao redor a espuma branca formada pelo gozo.
Confesso que fiquei muito preocupado da minha mulher ter feito sexo anal sem proteção e ainda ter recebido o gozo em suas entranhas. Ela também ficou bastante preocupada. Após o ocorrido só fizemos sexo com preservativo durante os 4 meses seguintes. Só voltamos a transar sem proteção após ela ter feito exames e todos os resultados derem negativo.
A confissão realmente ficou bem extensa mas, por se tratar de uma confissão verdadeira, os detalhes mereciam ser destacados. Minha mulher, que até então nunca havia experimentado algo assim, gostou bastante da experiência e quer repetir. Eu ainda não sei se topo um repeteco com outros homens. Se for com um casal estou dentro.

