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AMOAMO

alma crossdresser – prisao sem grades

Sou casado e amo minha mulher. ela é uma morena com seios durinhos, bicos grossos, bumbum grande, e rosto lindo. Mas o q ela nao sabe, é q desde a primeira vez q transamos, tudo que eu fazia com ela, era o que eu gostaria que fizessem comigo, e transava imaginando como seria estar no lugar dela, sendo muito comida por um macho, e provando cheiro e gosto de pica, em minha boquinha de puta. Na adolescencia, eu usava cabelos compridos, cacheados graudos, e tinha um rosto com curvas suaves, no queixo e maças, olhos expressivos, e cilios longos e delicados, e labios carnudos em arco perfeito, muito femininos. Minha pele era muito clara, os poucos pelos dos braços, bem clarinhos, e o corpo bem lisinho. Meu corpo bem delineado, braços delicados, ombros estreitos, e um bumbum grande, muito feminino e a voz delicada. Por isso, muitas vezes me tratavam como garota, nos locais que frequentava, chamando-me de moça, atende ela, etc… o q eu deixava rolar, e percebia o quanto transmitia a imagem de uma garota. Para complicar, meus mamilos começaram a crescer, o que ficava visivel ate sob as camisetas justinhas de algodao que eu usava, levando meus pais a consultar um medico. O medico esclareceu que eram hormonios da adolescencia, e tudo iria normalizar. Realmente, em algum tempo voltaram ao normal, porem sempre muito sensiveis, endureciam ao mais suave toque. Ja o bumbum, esse nao diminuiu, so aumentou mais, sempre delicado e feminino. Nessa idade, descobri a masturbaçao, e logo a seguir a masturbaçao anal. Primeiro um dedinho, depois dois, e os brinquedinhos foram melhorando. Me sentia claramente caminhando rapido para um caminho sem volta, e sentia muita culpa por ser assim. Mas so conseguia desejar ter um namorado, um homem, e ser sua mulher. Tambem desejava sem uma puta, uma mulher lasciva, amante de praticas proibidas a moças de familia. Sabia que as putas faziam o que a esposa nao dava em casa, e eu queria ser abusada ao extremo, e dar vazao as taras mais proibidas que os homens costumam ter. Conheci a dor extrema da defloraçao anal, cuja sensaçao, com dotes grossos, é de que nao iremos aguentar. Somente com sofrimento, dor e lagrimas, se consegue dar prazer anal a um homem bem dotado. A culpa crescia junto com a mulher que estava nascendo em mim. Entao passei a provar escondido, biquinis fio dental, sutias, saias, vestidinhos, sandalias, batons, rimel, joias, de minhas irmas. Era uma luta perdida, pois quanto mais sufocava meus desejos e sentimentos, menos conseguia evita-los. Num ultimo esforço, ja com 18 anos, resolvi perder a virgindade com uma garota de programa. Foi muito dificil, conseguir uma ereçao. O que fiz, me parecia tao errado, como se penetra-la fosse uma violencia, faze-la gemer assim. Entretanto, eu sentia que se assumisse o lugar dela, seria o correto e o que me faria feliz. Mas algo aconteceu. Conheci uma garota, tao linda, meiga, delicada, fragil, carinhosa, e ao mesmo tempo sensual, exalando feminilidade, que me apaixonei perdidamente por ela – a mulher do inicio da confissao. Mas logo descobri minha doce ilusao: eu havia projetado nela a mim mesmo (a), numa transferencia do meu proprio ideal de ser. Cheio de medos e duvidas, entre magoar e ferir, a ela e a mim, e ainda minha familia, tomei uma decisao. Escolhi viver aquele amor lindo que ela era, em minha vida, ainda que ela tambem fosse uma projeçao. Foi uma boa escolha, porque nao ha criatura mais encantadora, para partilhar uma vida. Uma vida assim, nao magoaria minha familia, nem constrangeria ninguem.Exceto uma pessoa, cuja alma feminina, sofre em silencio, dividida entre as alegrias que possui, e das quais é grata, e as tristesas, frustraçoes e renuncias que esta escolha trouxe tambem. Uma alma assim, prisioneira perpetua de uma escolha, com raros indultos de soltura, onde, ainda que reclusa, veste-se, caminha, fala e ama em sua plenitude e em seu verdadeiro eu. O termo moderno que a define é crossdresser – um homem que se veste eventualmente como mulher. Nestes momentos raros, breves e fugazes, entrega-se a um homem com ardor. Emotiva, esta alma chora; contida, retem as lagrimas de seus olhos meigos e brilhantes. Chora unicamente por um motivo: porque nesses momentos raros e fugazes, nesses indultos de liberdade de sua perpetua condiçao, sente-se reconciliada consigo mesma, plena – feliz. Por isso alguem sabio disse, que ha lagrimas que rolam pela face, e outras pelo coraçao.

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Escrito por Anônimo

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