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Traí e tive a maior surpresa de minha vida

Meu marido é um homem importante. É bem sucedido, e agora é candidato a deputado por insistência dos amigos. Nos casamos há dois anos e meio ,e, apesar de bem mais jovem que ele, nosso casamento é feliz em todos aspectos, menos no que já podem imaginar: na cama.
Não que ele não faça sexo, Faz. Mas é um sexo convencional, muito carinhoso e amoroso, e é só. É conservador e isso o impede de ousar mais comigo. Conversamos às vezes, mas sempre me sinto intimidada de tocar em determinados assuntos com ele, muito rígido em seus princípios.
Eu sempre tive curiosidade de provar o sexo anal. Tive outros antes dele mas foram casos passageiros e nunca me interessei. Mas, conversando com minhas amigas, uma vontade imensa começou a me obcecar.
Fomos a uma festa importante. Ele seria lançado a candidato pelo partido no qual se filiou e eu, a esposa jovem e bonita, deveria estar ao seu lado para abrilhantar a festa.
Porém, chegando lá, simplesmente sumiu com seus amigos políticos e empresários. Eu fiquei na mesa sozinha e completamente deslocada entre aquelas mulheres mais velhas e que me olhavam como "a lourinha burra" do candidato.
Mas algo estava para acontecer. Já tinha tomado umas doses de whisky, quando alguém me chamou. Era Juninho, um antigo colega de faculdade, que era justamente o dono do bufê contratado.
Conversamos muito. Relembramos os bons tempos e ele me convidou para dançar. Ele era um mulatinho muito popular na escola, jogava capoeira e era muito insinuante.
Em um dado momento ele me confessou que sempre me desejara na escola, e eu me deixei levar e o beijei. Não me lembro bem como as coisas se sucederam, mas quando dei por mim, estava num armário de vassouras e utensílios com ele, com o vestido levantado, sendo penetrada de maneira maravilhosa por ele. Eu simplesmente estava adorando, louca por um tesão enorme. Depois de gozar, ele se pôs a fazer um delicioso sexo oral em mim, o que me provocou um orgasmo fortíssimo.
Ele me ajudou a me recompor e fui para o banheiro me lavar. Meu vestido era preto, e toda aquela gosma, misturada ao esperma dele, iriam manchá-lo de forma muito indiscreta. Coloquei uma toalhinha dentro da calcinha e voltei para o salão. E passei a maior saia justa que alguem pode passar. Na cerimônia de lançamento da campanha, meu marido me chamou, me abraçou e disse ao microfone que tudo o que estava fazendo devia a mim, ao meu carinho e a meu apoio. Comecei a chorar ali mesmo, e todos aplaudiram. Inclusive Juninho que sabia o real motivo de minhas lágrimas.
Os dias se passaram. Juninho me telefonou algumas vezes, mas não estava disposta a falar com ele.
Mas a rotina continuou, o sexo monótono continuou, e resolvi ligar para meu amante. Conversamos, fiquei excitada e sem mais nem menos, sem nenhum preâmbulo, perguntei-lhe se estaria disposto a fazer sexo anal comigo. Ele ficou mudo, surpreso com a pergunta. Depois, com sua voz safada, disse que era especialista.
Saímos naquela tarde. Fomos a um motel distante. Nos despimos e fizemos um sexo maravilhoso. Ele foi penetrando meu ânus primeiramente com os dedos, depois com um vibrador e aquilo me levou a loucura. Lambeu meu cu enfiando a lingua, e eu praticamente implorei para que fizesse logo.
Usou um lubrificante anestésico em mim. Aos poucos, foi forçando seu membro escuro. Não era exagerado, nem grande demais, mas mesmo assim doeu. Ele continuou e sugeriu que enfiasse o vibrador em minha vagina. E senti o prazer mais perfeito que já havia experimentado.
Passamos a nos encontrar sempre. Ele é realmente um especialista na arte, e alcancei os maiores orgasmos que jamais senti.
Mas aí, aconteceu algo que me deixou atônita. Conversando com uma amiga comum, toquei em seu nome e perguntei se sabia sobre ele. Ela disse que sim, e que Juninho, o meu amante perfeito, era gay. E que vivia com outro homem.
Meu mundo caiu. Realmente entendi porque ele era um "especialista" em sexo anal.
Passei a evitá-lo. Não respondi mais suas mensagens, seus telefonemas, por mais de uma semana. Porém, disposta a esclarecer tudo, o chamei para uma conversa.
Ele ficou surpreso com minha reação.O que havia demais? Ele gostava dos dois, homem e mulher, e igualmente era ativo e passivo no relacionamento com seus parceiros do mesmo sexo.
Ele me convidou para irmos a um motel, e eu recusei. Quase o chamei de bicha, de viado, mas me segurei. Ele me deixou perto de casa e ao se despedir de mim, deu um meio sorriso e me disse que o entenderia mais dia menos dia.
E agora estou nesse dilema. Não sei o que fazer. Sinto terrível falta do sexo com ele, e meu marido está cada vez mais longe e distante, em sua campanha que irá começar em breve. Já tentei conversar, já tentei sugerir outras modalidades de sexo, mas perco a coragem quando ele fica sério, como se me chamasse indiretamente de vagabunda por ter esses desejos.
Não sei como resolver isso.

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Escrito por Anônimo

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