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Nosso encontro com Snakeboy

Após nosso final de semana maravilhoso com Marx (publicado neste site: procure as palavras chaves MARX e ESPERMA), em nossa casa, cedi aos apelos de Adriana e resolvemos partir para uma nova experiência, onde ela ia transar na minha frente com um negro superdotado que conhecemos por indicação de outro casal liberal.
Ele não revela seu nome verdadeiro e se autodenomina Snakeboy( ou garoto serpente), e embora ainda seja jovem, seu dote especial lhe permitiu acumular muitas experiências com casais e mulheres casadas, liberadas pelos maridos cornos.
Pois bem, o nosso novo amigo é um típico elemento africano, natural do Senegal e que se encontra em nossa cidade para estudar Engenharia Civil na UFCG.
Como é de se esperar sua pele é muito negra, com dentes alvos e um delicioso sotaque de Português típico do seu país.
Fomos ao encontro de Snakeboy e de lá seguimos para um motel numa noite de domingo. No caminho ele revelou algumas aventuras, sem mencionar nomes e disse que o pseudônimo adotado tem uma relação direta com o tamanho do seu membro sexual, deixa todos surpresos pelo comprimento e a cor espetacular que lembra uma cobra preta.
No auge da empolgação, a minha esposa enfiou a mão dentro da calça do cara, para conferir se correspondia ao que tínhamos visto em fotos e ouvido falar. E não deu outra. Em poucos segundos a rola negra ficou rígida e não cabia mais na cueca, despontando para fora, como se quisesse fugir. O pau de Snakeboy, fazendo jus ao seu nome, tinha 22 centímetros de comprimento e uma espessura considerável!
Adriana gosta de uma chupeta num macho cacetudo e passou para o banco de trás do nosso carro, já foi caindo de boca no seu novo brinquedo. O cara também não se fez de rogado e abaixou a calça deixando exposta sua pica e seus enormes testículos.
Pedi que se segurassem um pouco naquele frenesi de luxúria, pelo menos enquanto eu me identificava na portaria e escolhia a suíte. O carro tem vidros escuros e sendo negro como a noite, o macho comedor passou despercebido pelo atendente.
Nos instalamos e eu peguei uma toalha e fui tomar um banho, somente como pretexto para deixar os dois começarem a putaria sozinhos.
Adriana sussurrou no meu ouvido que estava toda babada sua bucetinha , louca de vontade de devorar a serpente negra. Perguntei se ele topava levar pica no cuzinho e ela disse que era um desafio, mas que podíamos tentar uma dupla penetração onde eu ia meter primeiro pra relaxar mais seu esfíncter e depois, quem sabe…
Do banheiro eu podia ouvir os gemidos de tesão do negro, que balbuciava umas palavras estranhas.
Quando voltei encontrei aquela cena que todo corno adora: a minha esposa, mãe de meus filhos, debruçada sobre outro homem, entalada tentando engolir o máximo que conseguisse de uma rola negra deslumbrante. Às vezes eu via um fiozinho de baba escorrendo de sua boca, e ela precisa por a língua para fora, como fazem atrizes pornôs, para o pau entrar o máximo possível.
Passado algum tempo, o rapaz colocou a camisinha, que só chegou até a dois terços da rola e pediu para penetrar a bucetinha raspada que nem ia precisar de gel, de tanto que estava lubrificada naturalmente.
Com medo de se machucar ela deitou de lado e pediu que ele metesse o trabuco bem devagar, e assim foi feito.
Com o movimento de entra e sai, houve a penetração total, deixando-me louco de tesão em ver aquele caralho saindo todo lambuzado da minha esposa puta.
Tiveram que escolher bem as posições para evitar um problema, já que o pau não entrava totalmente, devido ao seu comprimento. Adriana resolveu ficar deitada de costas sobre o namorado, deixando a vagina bem aberta para que eu pudesse ver e chupar, como adoro fazer quando ela está entalada numa pica.
Lá pelas tantas, Snakeboy disse que queria tentar meter atrás, deixando minha esposa arrepiada numa mistura de medo e desejo.
Dessa vez eu me ofereci para penetrar primeiro e literalmente abrir o caminho para a serpente negra, e assim foi feito.
Penetrei lentamente e com bastante lubrificante, quase gozei dentro de tão ansioso que estava por ver a pica do cara no cuzinho dela.
Mais uma vez escolheram a posição de ladinho, onde o garoto enfiou primeiro na vagina e depois começou a pincelar a pica no cu recém penetrado por mim.
Notei uma grande dificuldade e torcia que desse certo, apesar de haver posto em prática um truque que costumamos usar em nossas aventuras: quando vão fazer cenas de sexo anal em filmes adultos as mulheres fazem uma preparação antes, que inclui tomar um relaxante muscular para aliviar a sensação dolorosa e se auto penetrarem com um consolo. Um simples comprimido de Dorflex já serve para isso, dando-se uns quinze minutos de prazo para o remédio fazer efeito.
Repetidamente Snakeboy forçava um pouco e aliviava, até que em uma dessas vezes, eu vi a cabeça da pica entrar e ouvi um barulhinho de vácuo, como quando se tira uma rolha de uma garrafa. Ela se contorceu e apertou forte minha, deixando ver uma lágrima de dor, mas não desistiu.
Com paciência e colaboração, o negro enfiou mais um pouco, e mais um pouco e de repente, estava tudo dentro do rabinho de Adriana.
Cara, nem dá pra imaginar como foi incrível ver um pênis preto, grosso e comprido entrando e saindo da bunda alva de minha mulher, com o macho negro suado bombando atrás dela.
Snakeboy foi mudando de posição até deixar minha esposa de quatro. Depois ordenou que eu me enfiasse por baixo dela e penetrasse a buceta , que estava piscando como se quisesse outra rola.
Sem pestanejar, me posicionei debaixo deles e encontrei a abertura vaginal dela. Meti sem camisinha e em pouco segundos, conseguimos acertar a sincronia dos movimentos. O suor pingava de todos nós. Era uma loucura.
Ela gritava e gemia, dizia que tava doendo e ao mesmo tempo era muito bom!!!
Agora que as coisas estavam naquele ponto de excitação e de arrombamento anal, Snakeboy metia sem se preocupar muito com a minha amada esposa, mas eu estava lá para defendê-la dos excessos. O macho africano, uma vez, deixou que a cabeça da pica saísse, o que é muito doloroso para quem está sendo penetrada.
Sutilmente pedi a ele que tivesse cuidado, e arreganhei de novo a bunda de Adriana e ele reposicionou o pau na entrada e foi forçando devagar, fazendo-a chorar e rebolar gostoso na tentativa de aliviar seu sofrimento. Não deu outra: acabei gozando na bucetinha, descarregando meu esperma, quase ao mesmo tempo que o nosso amigo estufava a camisinha com a sua dose de esperma. Para não haver risco de vazamento de gala, diminuímos o ritmo e nos aquietamos abraçados, para que o comedor tirasse o caralho ainda duro da bunda dela.
Nossa que estraga havia sido feito.Pela primeira vez vi minha esposa como cuzinho estufado e vermelho, quase sangrando. Para arrematar essa foda, sabendo que eu adoro ver isso ela ainda teve forças para retirar o preservativo do cacete negro e pediu ao amigo que despejasse o conteúdo nas suas costas, nos deixando ver uma generosa quantidade de líquido.
Por enquanto bastava. Ela havia levado uma surra de pica muito bem dada que mal conseguia fechar as pernas quando andava.
Depois, deixamos o estudante africano em sua casa e retornamos à nossa vida normal de pacatos cidadãos pagadores de impostos.
No dia seguinte, Adriana reclamava de fortes dores anais, o que era de se esperar, diante do que ela enfrentou.
Três semanas depois, eu viajei a trabalho para João Pessoa e tentei ligar para ela durante a tarde, mas não conseguia porque só chamava e ela não atendia a ligação.
Quando retornei à noite procurei explicações e ela foi logo sorrindo e dizendo que tinha um presente para mim: uma calcinha suja, com aparente cheiro de esperma. A desgraçada se aproveitou da minha ausência e foi procurar o Snakeboy sozinha, na casa dele. Como castigo por essa insolência, na mesma hora obriguei-a a ficar de quatro e me dar o cuzinho, que eu nem queria saber se estava ou não dolorido. Mas é claro que estava não só dolorido como também arregaçado de novo!!! Dessa vez gozei sem camisinha na bunda da minha vadia, e ela adorou isso.

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Escrito por Anônimo

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