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Matando as saudades

Faz uns bons anos que não confesso mais por aqui, tratando-se sempre do mesmo assunto: a garota que eu amo.
Foi lance de amor à primeira vista, como gostam de chamar, mas sempre mantive para mim e por várias vezes sofri por isso, pois mantinha aquela relação de amizade sem poder me confessar. Mesmo depois de anos mantendo essa relação distante, onde das mais pequenas reações dela me faziam transbordar de alegria, pude perceber, que talvez idealizar um amor platônico não seja assim tão ruim. Ela mesma pensa de forma semelhante. Claro, sempre nos imaginei em situações típicas de namorados e tal, mas pode ser que ainda não seja a hora [e quando será?]. Enfim…estou confessando que hoje me sinto mais tranquilo a essa ideia. Antes sofria por tudo isso. Mas no final das contas, independente do que aconteça, a felicidade dela é a minha felicidade.

É bom estar de volta!

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Escrito por Anônimo

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