Bem, hoje tenho 22 anos e esse é um relato bem difícil pra mim e espero não ser julgada por ele, pois guardo isso a muitos anos e já me julgo o suficiente sozinha por tudo isso.
Sempre fui uma menina boba pra tudo, inocente até demais, e isso somado aos meus pais que me deixavam muito livre (entende-se como negligência), fez com que passasse por algumas situações. Na época era muito inocente pra perceber, mas hoje lembro que alguns homens se aproveitavam disso pra passar a mão em mim, me colocar no colo com segundas intenções, e na época, eu até gostava pela atenção, e pela “cosquinha” que sentia. Não demorou muito pra que um senhor, por volta de seus 50/60 anos que era amigo do meu tio e sempre frequentava minha casa tomasse coragem e “abusasse” de mim. Coloco o abuso entre aspas pois até hoje o que acontecia me confunde, pois apesar de ser errado e repugnante, na época eu desenvolvi certo vício no ato e isso impactou toda a maneira como me relaciono e enxergo o sexo. Outra coisa que me deixa pensativa sobre o que rolou, é que ele não era agressivo, ele não me “forçava” a nada, muito pelo contrário. Ele era gentil, e demorou muito até ele pedir para eu toca-lo, por muito tempo ele só me masturbava, me chupava e se acabava nos meus peitinhos, não se importando em tomar o tempo que precisasse ali, eram longas sessões. Eu adorava a sensação, afinal ser chupada é sempre ótimo e ele não poupava elogios ao meu sexo, elogiava meu cheiro, tratava minha xaninha (como ele sem pre chamava) como se fosse a coisa mais preciosa do mundo, e eu amava aquela sensação de ser amada tanto quanto gostava de ser chupada. Hoje percebo que na verdade, ele não conseguia ficar de pau duro, e quando conseguia, pedia pra mim chupar, e eu como amava aquele homem, fazia de bom grado e ficava feliz em ver a felicidade dele. Bem, ele nunca me penetrou, isso aconteceu por 4 anos até ele falecer.
Depois de perdê-lo, eu desenvolvi compulsão sexual e passei a me exibir sempre que tinha oportunidade pra homens mais velhos, e descobri que quanto mais arriscada fosse a situação, mais empolgada eu ficava. Passei a me exibir até mesmo pra homens da minha família, e até mesmo meu pai (mas nunca aconteceu nada, apesar de flagrar ele dando boas olhadas e me sentir mal por ter gostado, então parei por aí e nunca mais cruzei esse limite por vergonha). Até que consegui perder a virgindade com um tio avô. E desde então, não aguentava passar muito tempo sem ser comida por alguém, eu precisava quase que diariamente, e quando não dava, me masturbava compulsivamente. Com o tempo também descobri que gosto de quando as coisas ficam beem violentas.
Mas ser assim me faz muito mal pois não consigo me relacionar se não for nesses termos, não consigo desenvolver amizade por ter essa necessidade de ser uma pessoa completamente sexual, e por mais que eu tente desviar disso, sempre volto pro mesmo lugar e fico péssima, além da extrema vergonha que sinto por ser assim e por ter que admitir que o único amor que já sentiram por mim em 22 anos foi do velho que abusou de mim, e o que me deixa pior ainda é por ter gostado de tudo e ter amado ele de volta. Reconheço o trauma que tudo isso me causou mas não consigo me desvencilhar e nem ressignificar.
E isso, não foi nem ¼ da minha história toda fodida (sem trocadilhos) e depravada.
--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?





Quando eu era adolescente um “amigo” de facul da minha mãe dava em cima de mim e ela nunca falava nada. Tipo, começou por falar que era namoradinha dele até chegar a pegar na minha bunda.
Essas “brincadeirinhas inocentes” misturadas com NENHUM controle sobre o tempo que ele ficava perto de mim e o que fazia, levou a eu ter que responder uma oferta de dar para ele com um “não pq tu tem namorada” e ele ficou bravo. Questão de dias eu já tinha recusado algumas vezes. Questão de um mês eu perdi a virgindade. Fiquei apavorada pq eu dei no quarto enquanto a minha avó estava na sala…
Não vou falar a idade na época pq o site n permite, mas hj tenho mais de 20. Eu culpo muito a minha mãe por isso mas tbm me culpo por n fazer nada. Isso mudou muito a minha personalidade tbm.
Se quiserem falar sobre mandem msg ou email
[email protected]
Tudo bem Aninha? Espero que não se importe de eu compartilhar meus pensamentos sobre o seu relato. Bom em primeiro lugar eu nunca senti essa pressão até não aguentar dizer não, mas sei que algumas pessoas sofrem com isso especialmente as mulheres mesmo eu não entendendo, compreendo e sinto muito pela sua dor. Existe algum motivo especial pra você ter cedido naquele dia? Poderia contar com mais detalhes como foi a perda da sua virgindade? Por outro lado sinceramente não vi problema na atitude da sua mãe, acho que ela foi apenas liberal, achou que ele fosse um amigo e confiou nele, e além do mais queria que você se sentisse a vontade para ter um namoradinho, ou para ter seu prazer sem culpa, e poder conversar com ela e levar os crushs pra casa sem medo. Reconheço que também é uma situação que me deu tesão por algum motivo; como tenho queda por novinhas, queria queria uma mãe de aluna liberal que deixasse eu namorar com sua filha de uns 16 anos para um relacionamento sério. Também o fato que você fez sexo e ainda por cima sua primeira vez com sua avó em casa me deu tesão, ou daria se fosse com consentimento, especialmente com alguém que tivesse namorada, minha fantasia é meninas submissas que tem tesão dar prazer pro seu macho. Enfim falei um pouco de mim e disse o que pensei ao ler sobre sua situação, espero que goste e não leve a mal. Um abraço e fique a vontade para qualquer mensagem ou comentário.
Aninha levada linda rsrs…..vou chamar no e-mail
Que situação horrível, eu sinto muito mesmo por ti. Tb sinto pelos meus pais terem sido negligentes, pq se tivessem tido o mínimo de cuidado nada teria acontecido.
Não sei como é pra ti, mas pra mim é como se pelo que fizeram comigo, eu nunca tive e nunca vou ter a oportunidade de descobrir quem eu sou de verdade, a minha verdadeira oportunidade (se é que ela existe).
Mas te desejo forças pra superar isso.
Eu tbm sinto muito por mim hsushussh Eu tenho CERTEZA de que eu não queria fazer, mas ainda assim quando penso sobre eu tenho uma espécie de saudosismo e sinto que já perdoei todos os envolvidos.
Considero que esse evento me levou a um desabrochar em que fui uma pessoa horrorosa com os outros e comigo. Eu pensava muito em sexo e dar desgosto para a minha mãe, então por exemplo tive um namoro na adolescência com um cara que eu nunca gostei, e ele já tinha até filha. Em quase 1 ano a gente transava no MÁXIMO uma vez por mês, mas traia ele com colegas e amigos com frequência assustadora.
Muitas outras coisas tbm n me orgulho, como fazer sexo com gente mais nova que eu na escola.
Boa tarde Aninha e Babygirl.
Existem muitos acontecimentos passados e até mesmo na infância que sutilmente mudam o nosso aprendizado, a nossa visão das coisas, das situações, da educação que estamos começando à aprender e principalmente da vida, tais quais sutilmente reagem como naturais, normais e vamos crescendo como se aquilo fosse certo e ao crescer, tornar-se adulto mesmo que saibamos que por nossa sociedade machista, hipócrita e julgadora vão achar errado, vc não verá como errado e vivenciará aquilo, aquelas experiências e práticas, claro que com cuidados pq seremos recriminados, mal vistos e etc.
As duas expuseram suas experiências e as vivem, mesmo que no sigilo até pq não ficamos falando para qualquer um sobre nossos desejos, fetiches e práticas.
Sei que o desabafo é da Babygirl, mas falo para as duas, não se culpem, sejam vcs em sua essência, tanto que a Baby se culpa, se sente culpada “depois” que pratica, mas durante ela em momento algum se culpa ou para, pelo menos é o que eu entendi e se eu estiver errado, fiquem à vontade me corrijam. Baby curte o Roleplay e para quem curte, particularmente é maravilhoso.
A Aninha por sua vez não deixou claro o que curte ou pratica dentro de uma prática fetichista, pois o que aconteceu com a Bab y se tornou uma prática fetichista.
Bom, será um prazer poder conversar mais com as duas, podem enviar mensagem pelo site ou e-mail e Skype [email protected] // Telegram – @D_Observador
Bjinhusssssssssssssssssssss
Oiii, Baby Girl. Me solidarizei com seu relato, amiga. Eu tenho 3.2, e desde muito cedo (14 anos) pratico sexo e sou compulsiva, não passo um dia sem me masturbar ou querer gozar num pau. Não incesto, isso eu nunca nem senti vontade. Sempre me aproveitei da minha aparência para transar com homens que eu queria, mas nunca familiares. E transava com todo mundo que eu queria e ainda transo, no auge dos 32 anos, carreira formada, uma aparência impecável de advogada ilibada, mas por trás, eu sou uma pessoa obscura, que sacrifica muita coisa na vida por prazer sexual. Não sei o que aconteceu lá atrás q me fez ficar assim, acredito que vi muito pornografia na infância. Se é algo que te incomoda, querida, acho interessante vc procurar uma ajuda profissional para que vc possa se resignificar! Agora se não não te incomoda, viva sua sexualidade e não se preocupe com julgamentos. Não existe o errado e o certo. Isso foram os hipócritas que criaram. Desde q vc não esteja prejudicando e machucando alguém, de resto, tudo ok!
Isso que vc passou e está passando agora é algo bem complexo, e não pense que é só vc que passa por isso depois de sofrer abuso, muitas mulheres desenvolve essas fantasias e desejos por homens mais velhos, até mesmo o desejo por incesto, já conversei com muitas mulheres e até mesmo mulheres que nunca foram abusadas desejam ser abusadas, e desejam parentes. Nossa mente é complexa, não é todas as pessoas mas só por ser algo proibido já ficamos interessados, nos excitamos e ficamos com desejo naquilo, se vc gosta disso e sente prazer vá em frente, se relacione com pessoas mais velhas. O único problema é que vc diz que isso atrapalha sua vida, e nesse caso recomendo vc procurar ajuda. Se quiser podemos conversar melhor sobre isso, é um tema que precisa de mais atenção e tempo.
Bizarro, mesmo tendo passado por essa experiência, eu sempre faço roleplay de abuso pq sinto muito prazer com isso, mas depois bate um sentimento de culpa terrível. E sobre incesto, apesar de já ter praticado muito qdo mais nova, não faço mais (não por escolha própria), e perdi a coragem de tentar de novo.
Eu morro de vergonha de procurar ajuda, tanto que vivo uma vida super discreta e nunca comentei isso com uma alma viva sequer antes, e pra ser sincera, é algo confuso até pra mim. As vezes acho tudo muito foda, lembro com saudade dessa época e as vezes quero só ser outra pessoa.
Eu te entendo, é completamente normal, vc tem que se libertar essa culpa que vc sente e aceitar que isso te dar prazer, entender que isso é um fetiche seu já que tem vergonha de procurar ajuda. Vc precisa de alguém para conversar sempre que sentir essa culpa. Alguém que possa falar sem ser julgada ou reprimida. Com o tempo vc irá se acostumar. Eu uma vez conversei com uma mulher que ficava excitada e se masturbava toda vez que amamentava seu filho. Ela se sentia muito culpada por se sentir assim amamentado o filho, e eu pude mostrar a ela que isso era normal, existem muitos casos assim, mas pouco falado por causa do tabu.
Eu me senti mal até meus vinte e poucos anos por gostar de coisas vistas como “proibidas” socialmente, tipo encoxada. Mas até que cheguei a conclusão que o problema é a sociedade, não eu. A hipocrisia é gigantesca, todo mundo gosta de putaria, mas temos que fingir que ela não existe, fazer “escondido”.. É ridículo. Eu me aceitei do jeito que eu sou. Por motivos óbvios continuo fazendo coisas no anonimato, mas não vejo mais isso como um problema.
Gostei do seu comentário,TD mundo gosta de putaria,uma coisa escondida proibida,só não tem coragem de assumir que gosta, preferem viver na impocresia do mundo..abuso só e abuso qnd não e conesetindo.ai sim história e outra.eu desde de novo dos meus 10 anos já era bem pra frente ,já acochei minha mãe,minha vizinha brincava com ela de marido e mulher dava altos bjs e roçava o pau na bunda dele,amo incesto,acho uma coisa normal e linda,claro: “se TD for consentindo” não forçado! Desde pequeno descobrir a sexualidade e não tenho trauma algum..sexo e muito bom faz parte do corpo e da alma.faz parte da gente.,pena que a igreja diz que e errado,aí o povo fica impocrita, achando que sexo e sujo,algo repugnante e proibido.,qnd na vdd ,sexo putaria sadia ,e muito bom viver
Real, a sociedade molda muito a maneira como lidamos com aquilo que nos dá prazer. Fico feliz pelo teu processo ter sido positivo e espero chegar lá algum dia também!
Como vc esta leh dando com essa situação hoje em dia Baby?
Gostaria de ter uma opniao formada, mas sinto que qualquer coisa que se fale sem sentir seu desespero e apenas se aproveitar de uma situação mais critica do que abusiva!
Tudo bem, nem eu tenho opinião formada sobre, só vou seguindo o baile hahaha. Mas obrigada por ler meu desabafo de qualquer forma.
Eu acho que a gente, homem/mulher, desenvolvemos os gostoso já com baixa idade, fiz umas coisas com meninos quando novo, hoje, adoro dar para travestis, apesar de que com homens, não sinto tesão nenhum e fiz muita coisa com meninas na infância, logo, hoje adoro mulheres, adoro brincar com elas e elas brincarem comigo na hora do sexo.
Concordo com tudo isso. Acho que me cobro demais pra não gostar das coisas que aconteceram do jeito que aconteceram e acabo entrando nessas piras de me odiar e me sentir suja.
Tudo que tu fizer na vida que você estiver gostando, vale a pena.. não importa o que, está fazendo e sendo feliz, curta a vibe do memento e tu vai ter boas histórias para contar…
Vc gostou e se manteve. O que interessa é vc estar bem.
Amei seu relato achei lindo sua história.,não foi um abuso forçado que bom..senti um desejo bom de ter conhecer.conversar com vc,não fique se sentiu culpada,TD mundo adora uma putaria.,não deixe que a impocresia do mundo te perturbe,tenha prazer da melhor maneira que vc achar melhor,sexo e vida,faz parte da alma e do corpo.transe muito do jeito e com quem vc quiser ,lógico: com muita responsabilidade ,se é que vc me entende!
Infelizmente o abuso acontece muito
Que estória manda mais para mim [email protected]