Olá, meu nome é Roberto, eu tenho 19 anos, mas a história q eu vou contar aconteceu quando eu tinha 16 anos, e aqui contarei a continuação da história disponível no seguinte ID: 148009. Na época eu já era alto (1,87), cabelo castanho claro, curto, e magro, mas um pouco sarado, e na época já tinha um tanquinho. Para aqueles q n leram a minha ultima história, eu fui convidado para a primeira de muitas "Noites da Bronha", um encontro que um pessoal da minha sala estava preparando faz um tempo considerável. Eu aceitei pq não podia esperar pra dar uma manjada na rola de um pessoal da sala. Mas em essência, o encontro n se passava de uma mistura de jogar videogames, falar putaria, beber, e claro bater umazinha. Só q tinha um detalhe: todos tinham q bater em um quarto específico e medir o pau duro, mas sem ter que revelar a identidade (regra q eu sugeri), e é claro q eu iria me aproveitar disso. Convenci meus amigos Enzo e Felipe a me ajudarem a gravar o pau dos garotos de uma forma simples e discreta: Ligamos a webcam do pc q estaria no quarto onde as putarias aconteceriam (o mesmo quarto do Omegle, só q os únicos q sabiam do q acontecera ali não diriam nada).
Tudo aconteceria na casa do Enzo, e como eu dormi na casa dele, junto com o Rafael e o Pedro, nós já estavamos lá desde manhã de domingo, e tivemos tempo de discutir e arrumar tudo. As pessoas (+8 amigos) começaram a chegar lá pras 7h, e começavam jogando videogame. A mãe do Enzo estava no hospital fazendo uma cirurgia, o q foi o motivo de escolher aquele dia, já que deixava a casa vazia até segunda, uma vez q o pai do Enzo estava com ela. Além disso, terça era feriado e a escola emendou segunda, fazendo q tivessemos aquela noite toda pra nós.
Durante os jogos, bebidas eram distribuídas, em sua maioria cerveja, mas algumas pessoas trouxeram a própria bebida, como vodka e tequila, q era pesado pra muitos de nós. As pessoas q não estavam jogando estavam falando merdas de adolescente no quarto do Enzo, onde falavam como deveria ser fuder uma garota, como seria ser chupado, qual era a mina mais gata da classe, etc. O irônico é q o Pedro, o único supostamente hétero da putaria do último conto, falava da experiência de ser chupado como se fosse uma garota q o tivesse feito, quando sabemos a verdade, né?
Não demorou muito pros homens começarem a ir pro escritório (quarto da punheta), escolher um porno pra por na tv (a gente conectou um laptop na tv do escritório por um cabo hdmi, e não os arcaicos dvds), e bater uma, sem suspeitar de nada do nosso esquema.
Tudo ocorria bem, até q o Felipe propôs um jogo um pouco mais picante, verdade ou desafio. Claro q os caras não sacaram as intenções do Felipe, mas eu saquei desde o começo, e percebi q poderia dar problema, então entrei no jogo. O Felipe até q tinha noção quando fazia as perguntas e os desafios, mas o problema foi quando um cara desafiou o Felipe: "Duvido vc dizer o tamanho do seu pau". O Felipe hesitou em responder e o Pedro parecia querer muito, então eu parei o Pedro e intervi, dizendo: "ngm mede o pau, coisa de viado cara"(ignorando q eu o faço) e virei contra ele a sua pergunta, e ai ele propôs: "então desafio ele a tirar o pau pra fora". Desa vez n teria como salvar ele, pq o desfio podia ser só por humilhação, e Felipe teve q faze-lo. Até hj sinto pena dele, pq ele foi ridicularizado pelos seus 9cm. Tanto q o garoto q fez a pergunta riu dele. Os outros então falavam então q se ele tinha culhões pra zoar daquele jeito devia ter um muito maior (ele era asiático, assim como o Enzo(15,5cm), o q acarretou na pergunta). O cara então puxou pra fora o pau dele e mediu, dando 14,5 cm. Então outros começaram a dizer q tinham um maior e tal. Metade dos caras já estava no ultimo sono as 2 da manhã enquanto discutíamos isso, e os participantes da discussão (eu, Enzo, Pedro, Felipe, o garoto da pergunta , chamado Fábio, e mais 2 amigos) estavam muito bêbados. Da mesma forma como aconteceu de manhã, os caras foram tirando o pau pra fora com uma certa provocação, e logo depois o pessoal foi caindo aos cantos do quarto, restando só eu e o Fábio, pra qm propus uma mão amiga a punheta q ele tava tocando sozinho para um porno no celular, e ele aceitou. Ele demorou pra gozar, mas gozou litros, e eu pedi pra ele fazer o mesmo comigo, só q ele se recusou. Bom, o Fábio deixa pra outra história.
As próximas "noites da bronha" já começavam com uma mão amiga entre alguns caras, sempre revezando a casa, para nunca coincidir com quando os pais estavam em casa. Isso durou por um ano, uma vez por mês desde a primeira vez. Espero q tenham gostado

