Estive em um relacionamento de 2 anos e com alguns momentos de experimentação BDSM, poliamor e demais explorações com sensação de segurança e confiabidade.
Minutos depois que terminamos ela tentou me chantagear que se não voltasse ela iria divulgar os gestos e toques da noite anterior para pessoas do nosso meio que são declaradamente contra machismos. Eu não admiti ser ameaçado, eliminava ali a confiança necessário para estar com ela e ainda negava tudo que defendemos e aplicamos quanto a liberdade, não posse etc.
Uma hora depois estavam me bloqueando e julgando como machista, agressor, etc. Ela pediu segredo da sua versão fraudulenta à eles, mas assim que se afastou os amigos espalharam o boato. O que fez agitar os ânimos do meio altamente intolerante a machismo, tendo integrantes que muitas vezes usa de transgressões e divulgações imponderadas sobre nada, ao estilo (in)justiceiros.
A questão, maior do que nós dois juntos, é que ela jura que não queria que eles divulgassem, somente queria os afastar de mim.
Independente disso ela nega possibilidade de se retratar, pois ainda defende que no caso teria sido dado como opção para compensar erro grave na confiança em ato seu que prometeu não incorrer, e tentativa de me enganar, sendo consensual a prática BDSM (local, com limites bem definidos – palmadas, possibilidade de parar, etc), mas disse que aceitoup pela redução da possibilidade de fim. Antes ela rio e conversou, insistiu para que praticássemos e depois rio novamente da situação, inclusive na frente de psiquiatra que mediou parte deste conflito.
Independente da boa fé ou má fé dela me sinto constrangido e desolado, além de não saber exatamente como devo levar a questão e me defender de possíveis insultos sem expor mais a situação.
Eu até pensei em pedir indenização visto a repercussão que obteve e para que se responsabilize, mas conheci texto na net que indica um abondono juridico do estado na questão BDSM e a criminalização.
Alguma ideia? Juízos de valor? Agradeço.

