Mamãe viaja a cada quinze dias para os EUA para comprar as roupas que revende aqui no Brasil e eu fico com meu pai. Logo na primeira vez, tão logo mamãe ligou que já estava embarcada, na hora do café me enfiei sob os braços de papai e sentei em seu colo. Ele ainda estava com seu pijama que usava no calor, e senti, como em outras vezes, que algo embaixo de mim crescera. Tentei enfiar a mão para explorar mas ele a segurou e disse que isso não era certo. Mas notei que a respiração ficou acelerada, o “negócio” dele ficou muito mais duro, e então decidi ajeitar minha bundinha para que ficasse bem entre minhas pernas. Aí ele soltou um gemido indiscreto, e isso me deu a confiança de que aquilo era só o início. E aí decidi judiar: escorreguei para fora do colo dele, mas ele imediatamente me puxou de novo para o colo dele sem dizer palavra.
Eu morria de curiosidade sobre o que mais ele seria capaz de fazer. Mas ele me agarrou me apertando muito de encontro a ele, e isso foi suficiente para que molhasse o pijama dele e ainda manchasse o meu baby doll. Enquanto gozava dizia palavras que eu nunca havia ouvido antes – Gostosinha! UUuuuiii!!! – Cheguei a achar que, de tanto me apertar, eu não aguentaria mais. Mas ele ainda continuou por uns poucos segundos – Tesão de menina!.
Terminada aquela festa, ele se levantou e saiu apressado e se trancou no banheiro. Quando saiu, enrolado numa toalha, fez como se eu nem existisse e foi se trocar no quarto dele. E aí eu já não sabia se lhe tinha feito o bem ou o mal. Fui para meu quarto e, quando nos encontramos novamente ele se desmanchou em pedidos de desculpas, prometendo não fazer mais “aquilo”, me pediu que não contasse à ninguém, especialmente à mamãe, caso contrário ela poderia mandar que ele saísse da nossa casa, etc. E um frio de medo me percorreu a coluna. A coisa era grave mesmo, pensei.
De qualquer modo ele não mais me tocou, ao menos até a viagem seguinte. E aí me perguntou se eu queria sentar no colo dele. E aí, quando eu já estava achando que só haveria uma repetição, ele me levantou um pouco, sem deixar que eu olhasse para baixo, puxou meu pijama prá fora dizendo que era só para que eu não me molhasse, mas em seguida fez o mesmo com o dele e tive uma das mais fortes sensações da minha vida quando o pinto dele me tocou por baixo. Aí afastou minhas nádegas uma da outra, e forçou para que seu pênis ficasse passando por entre minhas coxas em movimentos de vai e vem que fazia como se já tivesse ensaiado.
Dessa vez a lambuzeira foi ainda pior, e aí, tão logo suas respirações ruidosas e compassadas terminassem, e com elas os gemidos, terminou por se livrar do pijama dele , livro-me do baby doll e um tanto apressado me puxou para a banheira. E aí começou dizendo que estava muito contente comigo. Que eu era uma “mocinha” muito gostosa. Que pelo amor de deus mantivesse aquele nosso segredo, e foi a partir daí que chocolates de toda espécie nunca mais faltou em nossa casa.

