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Voltei a transar com minha amiga de infância

Cheguei na praça da minha querida cidadezinha. Tudo estava com eu imaginava, inclusive a garotinha sentada. Não poderia ser ela, obviamente. Mais de vinte anos haviam se passado.
_ Olá. Você não se chama Silvia, não?
_ Não. Silvia é minha mãe.
_ Claro. Você é a cara dela. Só poderia ser filha da Silvia. E ela como está?
_ Está bem. Deve estar chegando. Está na missa. Mas quem é você?
_ Sou o Roberto.
_ Puxa, você é o Roberto que minha mãe tanto fala? É o Roberto das estórias.
_Quais estórias sua mãe lhe contou?
_ Todas, acho. Olha minha mãe chegando…
Ela estava linda como sempre. Nos abraçamos e ela me apresentou como um grande amigo à filha. Liz era a cara da mãe quando tinha seus vinte anos. Eu e Silvia fomos grandes amigos e tínhamos hábitos nada comuns para interior. Adorávamos ficar nus, nadar nos riachos e transávamos sem nenhum pudor, nem compromisso. Apenas curtíamos a vida, mas isto fora antes de fazermos vinte anos. Depois minha família mudou-se para a capital e nunca mais a havia visto.
_ Preciso levar Liz à uma festa e estamos atrasadas. Onde você vai ficar?
_ Cheguei agora e acho que vou ficar naquela pousada ali mesmo.
_ Você poderia ir almoçar conosco amanhã na nossa casa.
_ Combinado.
A casa era linda. Ficava em uma chácara com piscina, muito verde e muros extremamente altos.
_ Fiz esta casa logo que o meu marido morreu. Liz tinha só quatro anos. Tive que cuidar dela sozinha,mas ele me deixou uma boa grana, assim, pude voltar a ter a vida que eu sempre gostei, já que quando ele era vivo ele me proibia de muita coisa…
_ E mamãe me contou dos vossos costumes. Não precisa ficar tímido, pois entre eu e minha mãe não existem segredos. E eu adoro as mesmas coisas que mamãe. Inclusive nadar nua. Por isto os muros.
_ Mas você contou a ela que nos transávamos?
_ Claro. Transávamos sem sermos apaixonados um pelo outro. Apenas por sexo.
_ Fale isto por você, pois eu era apaixonado por você. Por isto é que voltei.
Silvia ficou paralisada. Liz, vendo que rolava um clima entre nós pediu licença pois iria se refrescar na piscina. Foi a dica: nos beijamos freneticamente e Silvia já foi levando a mão por dentro de minha bermuda. Fiquei sem jeito, mas logo me soltei, vendo Liz sentada em uma parte rasa da piscina, nuazinha, com uma mão acariciando um dos seios e a outra dedilhando a bocetinha, olhando-nos com cara de tesão. Em instantes estávamos nús e Silvia já me galopava.
_ Molhe bem sua pica na minha boceta que quero que você coma meu cuzinho. Só você já fez isto.
Transei com Silvia de todo jeito, sempre olhando Liz que se satisfez sozinha na piscina, gozando em gritos.
_ Você é maravilhoso. Pena que tem que voltar para São Paulo.
_ Não tenho…

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Escrito por Anônimo

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