Eu sempre fui ATV. Já comi uma penca de homens. A maioria, afeminado. Alguns ninguém diria que gosta de vara. Pois é! Eu nunca tinha sentido vontade de dar ou chupar, ou mesmo segurar… Mas na minha última foda com homem eu fui literalmente humilhado. E o mais assustador, é que eu adorei a sensação.
Meu nome é Caio. Fictício é claro. Conheci o cara por acaso no festival de cerveja artesanal que teve no centro da cidade onde moro. Ele tava apreciando um chopp com um colega meu que é chegado, mas que nunca comi. Conversa vai, conversa vem… Nem passou pela minha cabeça que o cara era chegado. Muito menos, que ele iria me descabaçar todo. Então… Depois de umas e outras, meu colega saiu com um cara que tinha acabado de chegar. Ficamos só nóscares dois conversando. Um pouco de tudo. Então ele comentou que cansou de comer esse nosso colega em comum. Aí o papo mudou de rumo. Então eu disse que já tinha cantado ele, mas que ele nunca cedeu. Ele perguntou se eu era Bi e eu disse que só ATV. Ele disse que também era ATV. Mas que uma vez tinha iniciado um amigo. Que foi a foda mais gostosa da vida dele. Eu também já iniciei um cara uma vez. Contei. Ele começou a contar como gostava de fazer… só putaria. Foi quando ele disse bem no pé do meu ouvido, com aquele ar quente que me tirou do eixo: Você tem uma bundinha historinha, sabia? Se eu te pego, vou te ensinar uma lição pra toda vida… Disse isso com a mão no meu pescoço. Droga! Eu tremi na base. Dei uma disfarçada básica e olhei pro pau dele. O fato é que me deu vontade de ver o mastro dele na mesma hora. Não dava mais pra disfarçar. Eu estava tremendo. E não era só por causa do frio. Ele se sentiu no poder e disse: Dá uma viradinha discreta, vai! Que eu quero ver essa bundinha virada pra mim… Que te são que me deu! Eu me virei pro balcão, pra pedir mais duas tulipas. E ainda me debruçou um pouco. Queria provocar tesão nele. Porque eu há estava com muito tesão. Que doidera!… Ainda tinha chopp nas tulipas que eu tinha pedido, quando ele disse, novamente ao pé do meu ouvido: Vamos embora? Vamos?… Eu já estou com o pau babando de fome. E ele vai fazer a festa hoje nesse teu cú Virgin… Dessa vez eu também falei no pé do ouvido dele: Duvido!… Saímos dalí e fomos pra um motel no carro dele. Eu nunca tinha sentido aquilo. Um fogo que queima tudo por dentro. Meu pau babaca como nunca. E o meu cú só faltava falar que queria muito engolir aquela rola quando o vi pelado com aquela vara quase encostando na barriga dele, de tão dura. Daí pra frente ele foi me dominando por completo. Me agarrou com força, de costas, e começou a me sarrar, alisando minha bunda, apertando: Que bunda bonita! Vai sofrer na minha piroca. Vou te machucar, heim!… Ele me agarrou forte, me pressionando contra a parede. Me forçou a empinar a bunda e se abaixou. Ficou linguando meu cú. Eu chegava a dar pulinhos e me arrepiada todo. A verdade é que ele ficava conversando com meu cú, enquanto o lambia: Você é Apertadinho, garoto? Sabia que o meu pau vai te rasgar todinho? Sabia? Sabia que ele vai te entupir de porra? Sabia?… O meu cú parecia estar respondendo, piscando por conta própria. Eu não aguentava mais. Então eu disse: Pô cara… Me come logo, se não eu vou infartar… Ele disse: Você quer pica? Quer?… Então arreganha esse cú pro seu macho, seu puto!… Eu puxei minhas bandas com força, como ele havia ordenado. Nisso ele ajeitou o pau na minha olhota, que já estava encharcada de saliva, e foi empurrando, empurrando, me rasgando gostoso. Que dor deliciosa! Que sensação maravilhosa! Eu estava escorado na parede, com a bunda empinada pra ele. Eu via ele se encostando casa vez mais em mim, enquanto sua pica ia desaparecendo no meu cú. Aí ele me prendeu os braços pra trás. Eu fiquei imobilizado, com aquele caralho enterrado no me cú. Agora o cú dele, né?… Um tempinho parado e… socada, socada e mais socada com muita força. Saia e voltava a entrar. Rápido e forte. Meia hora de encravada violenta. Eu gemia, gritava, ria, chorava… Dizia pra me comer gostoso. Pois é! Agora eu sei porque existem tantos viados. Não existe nada mais gostoso do que um pau te judiando. E foi exatamente isso que aquela piroca fez com o meu cú. Judiou bonito do bichinho. Num instante eu comecei a sentir o tesão mais gostoso da minha vida. Comecei a gozar na parede, sem nem encostar no meu pau. Só com o movimento daquele caralho no meu rabo. Como eu gemi feito fêmea. Então ele disse: Ta gozando? Tá?… Tá gozando com a minha pirocada? Seu puto!..
Então vou gozar também. Vou meter muito leite aí dentro desse teu cú… Dito e feito. Ele parou de socar e me puxou forte, me apertando contra ele. Então eu senti o pau dele pulsando lá dentro, todo enterrado. Eu sentia a PORRA dele explodindo contra as paredes do meu cú enquanto ele dizia no meu ouvido: Ta sentindo? Tá?… Toma leite. Toma! Toma! Toma tudo!… Isso pica. Enche esse cú de leite. Assim… Toma! TOMA!… Depois de me gozar todo por dentro, ele me mandou chupar aquele pau sujo. Eu chupei e chorei com vontade com ele me dando tapinhas. Chupei até o pau amolecer na minha boca.
CONTINUA

