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Só Dessa Vez. O Dia D

Continuando o meu Relato, curtimos ao máximo aquele Sábado. Chegamos acabados na casa. Mas as crianças queriam passear de noite. Então fomos no Centro pra ver um pouco de Carnaval. Eu, Meu esposo e as crianças. Carol tava na merda e resolveu ficar. Voltamos por volta das dez. Eu fiquei na calçada fumando, enquanto o carro era guardado na garagem. Edú apareceu puxando assunto com a gente, enquanto acendia um cigarro. Assim que o carro entrou, ele me olhou bem fixo e perguntou, baixinho, quase ao ouvido, se meu marido era muito ciumento. Eu disse pra ele perguntar pra ele, apaguei o cigarro e entrei. Foi uma tentativa de fazer ele parar.
Domingo eu fui a primeira a me levantar. Fui comprar pão. Quem é que estava lá? O próprio. Mas ele se comportou. Pediu desculpas e nós caminhamos juntos, de volta. No caminho, quase chegando, ele voltou a ser abusado. Só que dessa vez, pegou bem pesado. Perguntou até quando a gente ia ficar nesse joguinho. E por que eu não abria logo a Guarda pra ele. Que se eu abrisse só uma brechinha, ele faria um estrago que eu nunca me esqueceria. A forma como disse me deixou muito excitada. Mesmo assim eu pedi pra ele parar, que isso não ia terminar bem. Foi quando ele disse que só se eu quisesse, mas que poderia terminar muito bem. Então ele disse o seu Facebook, caso eu fosse uma menina esperta. Eu não conseguia deixar de pensar na possibilidade. Depois do almoço fomos a praia e lá eu decidi procura-lo no Face. O achei e logo confessando a teclar pelo Messenger. A conversa foi ficando cada vez mais quente e eu cada vez mais a flor da pele. Fazia uma semana que eu não tranzava e eu já estava subindo pelas paredes. Como aquela conversa estava boa. Ele dizia o que iria fazer comigo e eu só na defensiva, mas desejando aquelas cenas na minha mente. Nesse momento eu me perguntei como seria possível rolar algo entre nós. Só se fosse na Quinta. Meu marido tinha que trabalhar, mas nós imendaríamos a semana. Ele só voltaria no Sábado a noite. Então eu resolvi alimentar o flerte. Eu mesma tomei a iniciativa de arquitetar o adultério pra quinta-feira, quando eu iria na feira do biquíni com Carol. Na verdade precisei contar com a cumplicidade dela. Tudo combinado, nos encontramos. Carol ficou com as crianças e eu com o Eduardo. Cheguei a sentir muita culpa assim que entrei em seu carro. Mas já estava decidida. No motel eu me senti uma FDP assim que coloquei os pés lá dentro. Mas eu queria aquele garoto dentro de mim. Então relaxei e tentei não pensar em mais nada. Não foi muito difícil. Não vou entrar nos detalhes sórdidos do que rolou durante as três horas em que estivemos lá dentro. Mas posso afirmar com todas as letras, que eu nunca me senti tão viva e realizada. Eu voltei para a casa, com as coisas que tinha comprado, sem escolher muito, só como desculpa. Desde então, nos correspondendo direto pelo Messenger. Sempre picante. E agora eu não consigo mais transar com meu marido sem o comparar com ele. Sem medir o prazer. O fato é que meu marido não consegue me realizar. Ele pensa que é bom de cama só porque vai umas três. O que ele não entende é que a quantidade nunca vai superar a qualidade. Eu vou sim, duas ou três vezes com meu marido. Mas nunca, em momento algum, eu fui de um jeito tão gostoso como a segunda, das quatro vezes que aquele rapaz me fez chegar lá. Todas foram muito gostosas. Mas a segunda vez que fui, achei que ia infartar de tão gostoso que foi.
Eu sei que não conseguiria resistir a tentação de ficar com Edú novamente. Mas não quero ser como minhas amigas, que sempre mantém um amante no sapatinho, como dizem.

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Escrito por Anônimo

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