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Peido no metrô

Genti meu nome é Cláudio e vo conta o qui eu fasso todo dia. Eu trabalho numa fábrica emfrente do bar do portugueis do copo sujo e todo dia eu vo lá na ora da saída e como umas duas ou treis sardinha frita e tomo dois pingao daquelas caprixada. Só e ruim porqui as veis a sardinha já tá lá ums treis dia mais eu como assim mesmo orquídeas é gostoso com a pinga. Depois eu pego o metrô na praça da Sé e é bem na ora mais lotados e aí eu cinto um praser maravilhoso de solta aquele peido bem cilencioso . Home penssa num peido da mulestia. Paresse que o demonho saiu do inferno e veio caga drento do vagao. Onte até eu mesmo penssei que ia vomita. Eu tava beim no meio dos povo e tava muito apertado o vagao porque tinha jente demais aí eu fui soltando aquele peido cilencioso assacino e tinha um véi centado naqueles banco de indoso e o véi foi ficando suado e comesso a abri a gola da camisa e a mulhe que tava com ele comesso a abana o véi com uma mão e a otra ela tapo o naris dela. O véi alevanto do banco e foi lá pro otro lado e a mulhe foi impurrando os povo pro véi passa. Todo mundo ali perto ponho a mão no naris e eu tambeim e fiquei só olhando feio prós lado pra disfarssa que tava procurando quem feis aquela miseria. Eita foi bom dimais. Os povo assando mau e eu tava rindo por drento.

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Escrito por Anônimo

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SUPERSTIÇÃO TALVEZ ( JU )

Eu não sabia quer gostava de mim e hoje me arrependo