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Casei com a filha, mas……….

Sendo de uma pequena cidade do interior, para poder cursar uma faculdade mudei-me para SP ao completar 18 anos e para isso tinha uma mesada de meu pai que me proporcionava uma vida tranquila, mas sem exageros.
Fui cursar arquitetura em uma renomada faculdade da cidade e lá conheci uma garota de 21 anos, por quem me apaixonei e começamos a namorar.
Essa garota, filha de uma professora de faculdade que era viúva e tinham um padrão bem alto de vida, devido aos bens deixados pelo falecido.
Depois de alguns meses de namoro, a garota engravidou e concluimos que deveriamos casar pois já nos davamos muito bem e poder ter o filho dentro de uma união familiar.
Minha namorada e a mae viviam em um enorme apartamento em bairro nobre e foi quase natural ( e por condicoes de grana tambem, de minha parte), que fossemos morar com a mae dela.
No decorrer da gravidez, minha mulher tornou-se insuportavel e alem de reclamar de tudo, começou a negar sexo. Eu tentava relevar, mas em um certo momento fui quase que obrigado a pedir para sua mae que conversasse com a filha, pois aquilo não era uma atitude de mulher adulta e casada.
A partir desse dia comecei a desenvolver uma conversa mais intima com minha sogra, que me consolava dizendo que era uma fase e iria passar e que eu tivesse paciência.
Um certo dia quase explodindo ( 5 meses de gestação) chamei minha sogra e disse que eu não suportava mais a indiferença da sua filha e que seu traisse ela, a culpa era toda dela.
Na noite desse dia, minha mulher foi deitar-se e eu fiquei com a sogra na sala conversando e o papo partiu para sexo e ela me confessou que estava tambem muito carente, pois desde que enviuvara, havia saido sómente uma vez e que o parceiro nao a satisfez e ela até evitava outros, por um certo trauma.
Imagina uma mulher bonita, com corpo bem atraente e bem cuidado para seus 43 anos de idade, falando isso, vestindo um robe de seda a meia luz d uma sala?
Me aproximei dela e fiz com que deitasse em meu colo e a partir daí começamos a trocar caricias, que evoluiram e nos levaram a um quarto de empregada (vazio) para que pudessemos fazer sexo.
Tivemos relaçoes até quase duas da manha e sempre que possivel repetiamos, só que afilha acabou nos flagrando. Foi o caos na face da terra e ela me expulsou do apartamento. Sai para um pequeno hotel e tranquei minha matricula na faculdade, indo para minha cidade.
Não contei detalhes para meu pai, mas disse-lhe que não estava bem de cabeça e que precisava de um tempo para por as coisas no lugar.
É óbvio que ele sabia que eu estava casado (meus pais e familia foram ao casamento) e disse-me que eu deveria pensar no filho que chegaria em breve.
A vida seguiu, a criança nasceu e eu fazia visitas regulares a criança, sendo recebido no salão de festas do prédio onde eu tinha contato com minha filha.
Passados alguns meses e eu trabalhando em um dos postos de gasolina de meu pai, recebi um telefonema de minha mulher, dizendo que precisavamos conversar e que eu fosse a São Paulo, de preferência no final de semana.
Ressabiado e pensando tratar-se de um pedido de separação formal, fui e quase chegando a cidade ela pediu que eu me hospedasse em seu apartamento, alegando que nossa conversa seria longa e ela não queria se afastar de nossa filha.
Chegando ao apartamento fui recebido por uma empregada que pediu para que eu deixasse meus pertences em um quarto que me indicou.
Meia hora depois, minha mulher bateu na porta e me convidou a ir a sala, onde já estava sua mae e as duas me perguntaram se eu estaria disposto a retomar o casamento.
Fui sincero e disse que ainda amava minha mulher e que eu desejava sim voltar a minha vida com ela.
Nesse instante, minha mulher dirigiu-se a mim, pedindo desculpas pelo seu comportamento instavel e infantil durante a gravidez e que se eu quisesse, poderia voltar assim que eu desejasse..
Voltei a minha cidade no domingo de manhã e já na terça-feira me instalei de novo em São Paulo, morando com elas.
A partir desse dia nossa rotina é a seguinte;
Voltei faculdade e estudo de manhã, mesmo horário que a sogra dá aulas e minha mulher estuda a tarde e ai podem imaginar que fico sózinho com minha sogra e logo nos primeiros dias dessa rotina, minha mulher se despediu ao ir para a faculdade, me dizendo baixinho, no ouvido: FIQUE A VONTADE E TRATA BEM MINHA MAE. ELA ADORA SUA COMPANHIA.
É obvio que retomamos as intimidades e eu ainda não criei coragem de perguntar a mae ou a minha mulher, o que estamos vivendo e qual foi o combinado entre elas e sei que um dia isso será esclarecido, mas enquanto isso vou desfrutando de 2 mulheres perfeitas e maravilhosas.
PS: Isso é uma história real, sem detalhes maiores para preservar nossas identidades.

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Escrito por Anônimo

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[VÍDEO] Gostosaaaaaaaaaaa!!! Nhamm.. :P

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