De todos os meus amigos casados, eu era o único que não reclamava do casamento e que não tinha se arrependido de entregar seu coração a uma única mulher.
Enquanto todos buscaram moças “sérias e respeitáveis” para se comprometerem, eu tive a coragem de levar ao altar a “putinha” do colégio [sim, exatamente: aquela que já tinha chupado o pau de todo mundo].
O que eles não suspeitam é que ela continua chupando o pau de todos os homens que ela deseja e que essa liberdade para explorar as delícias do sexo com outro homens faz dela uma companheira maravilhosa.

