Estudo a noite em um colégio, no qual tenho uma colega, amiga e confidente, com 16 anos. Sua mãe trabalha em casa e seu pai que não passa dos 40 anos, vem nos buscar todos os dias de aula e me deixa em minha residência. Apesar de sua idade, é um homem charmoso, alegre e inteligente. Certa noite, minha amiga não foi à aula, mas a hora que saí lá estava seu pai. Disse que não poderia me deixar sem condução, pois eu já estaria habituada a ir com ele para minha casa. Sentei desta vez a seu lado. No carro havia um som, com fundo musical muito agradável. Saímos do colégio e quando já estávamos bem adiante caiu um toró, que nos obrigou a parar em um acostamento. Nada se via do lado de fora do carro. Não dava para prosseguir. Sem o que fazer, permanecemos por algum tempo fitando um ao outro. De repente, ele carinhosamente passou sua mão sobre meus cabelos e foi descendo até a minha nuca. Ao tocá-la, fiquei toda arrepiada. Foi uma sensação estranha, mas muito gostosa. Alguns segundos depois, passou a tocar meus seios. Não resisti. Eu já estava entregue. Passamos a nos beijar e a nos acariciar até que ele levantou um pouco a minha saia e começou a baixar minha calcinha. Eu lhe disse que era virgem e que tinha um namorado. Não poderia perder a virgindade. Ele me disse que só iria brincar um pouco na entradinha, porque era gostoso e que nada mais iria acontecer. Assim, ele se justapôs sobre meu corpo, encostava devagarinho, o que foi me provocando uma excitação muito grande. De repente, ele me penetrou. Sangrou e senti dor, mas muito maior que a dor foi o prazer que passei a sentir. Ele gozou e eu também, mas nem imaginava como era. Após isso, ficamos um pouco em silêncio. A chuva melhorou, pudemos seguir e ele me deixou próximo a minha casa. Ao nos despedirmos, ele pediu discrição e que não contasse a ninguém, especialmente para minha colega e amiga confidente. Pouco depois, chegou meu namorado, que permaneceu até às 22 horas. No dia seguinte, o pai de minha colega me telefonou, dizendo que me pegaria às 15 horas no colégio. Saí com ele, matando minhas últimas aulas. A partir de então, tenho saído com ele pelo menos duas vezes por semana. Como, antes de conhece-lo, eu nunca havia transado, foi me ensinando e dizendo que entre quatro paredes tudo era válido. Minha amiga não entendia porque eu estava faltando as aulas e dizia que eu não podia continuar assim, porque iria perder o ano. Eu já não estou mais aguentando guardar só para mim o que está acontecendo e estou tendo ímpetos para lhe contar que estou transando com seu pai, mas temo sua reação.

