Vamos aos fatos, tempos se passaram e nos continuávamos morando na que lá fazenda por pouco tempo como era de costumes a colheita acabou e os meus pais mais uma vez resolveram se mudar se fomos morar em uma outra fazenda e lá tinha bons rios e sempre agente íamos dar uns mergulhos certo dia o meu irmão mais velho me chamou pra ir com ele até o Rio ja que era fim de semana lembro como hoje o nome do rio rio Paraná agente chamava de paranazão e foi bem de manhã já que lá tinham muitas préa só se consegue caça este tipo de réptil na parte da manhã ou em tardecer bom e eu fui confiante ele levou a espingarda punheteira para quem não conhece é aquela espingarda que se carrega pelo cano também é um só tiro e pronto só que antes de chegarmos até o Rio adentramos em uma picada para irmos até uma mata que ali existia nessa fazenda só era eu e o pai e os dois irmãos minha mãe ficou morando na cidade e todos fins de semana o meu pai saía cedo e só ré tornava no domingo a noite o outro irmão era dorminhoco e não viu a gente sair se viu também não fez questão quando eu e ele entramos na mata ele já foi logo dizendo que estava doido pra mim comer de novo que já fazia bastante tempo que ele vinha batendo punheta e que desta vez não iria dor tanto como da premeira vez decemos até uma nascente que ali existia tiramos nossas roupas e caímos na água pois pela a manhã a água é totalmente morna aí ele me pegou pela mão e com voz trêmula me pediu para que eu mamace nele ele ficou em uma parte mais alta e eu fiquei bem de frente com aquele rola que parecia que ia explodir ele enfiou aqui tudo na minha pequena boca quase morri por falta de ar ele vez várias vezes o tão famoso vai e vem até gozar na minha garganta já um pouco mais calmo demos uns mergulhos e lá estava ele de novo com seu canhão pronto para disparar e quem era a vítima meu rabinho que nessas alturas já estava querendo ser penetrado por aquela rola enorme do meu irmão ele me levou até uma parte mais funda da nascente e lá eu fiquei tipo peso pana foi aí que ele já de pau duro parecendo uma estaca me erguiu e tentou de todos os jeito me penetrar mais não estava conseguindo e aquilo foi deixado ele mais excitado ainda porque a cabeça do pau dele era enorme foi aí que ele teve uma idéia saímos da água ele tinha trazido com ele um frasquinho desses novalgina ele tirou a tampa e passou no pauzão dele que ficou brilhando e em seguida mandou eu deitasse de bruso obediente eu lá fui me deita ser já estava tricando os dentes para ser massacrado pela a sua sucuri para minha surpresa não fui ele simplesmente enfiou o bico do frasco no meu cúzinho e apertou mandando aquele óleo todo pra dentro de mim aí voltamos no lugar de onde estávamos ele levou sua mão por debaixo da minha Costa e me fez ficar flutuando ele me trouxe até as coxas e me pediu para eu abrir as pernas aí ele me disse para eu enlaça as minhas pernas na sua cintura aí ele vei me puxando eu fiquei tipo uma bandeja que ele estava se servindo e o prato principal era o meu cúzinho que já estava louco pra se devorado ele desta vez conseguiu a cabeça relutou por uns minutos mais depois encontrou o que tanto queria nossa ele estava tipo um alucinado fechou os olhos e foi empurrando aquela sucuri tudo bem devagar parece que ele queria sentir cada centímetro a ser percorrido no meu cúzinho logo depois dele ter enterrado aquela coisa enorme ele começou o vai e vem juro que fiquei com medo ele gemia tanto que eu pensei que ele tinha ficado doido e me chamava de puta sem vergonha que eu era só dele e o pior que ele me obrigou a falar sim que eu era só dele fala que esse cúzinho e só meu fala eu até bebi alguns gole de água pensei que seria meu fim iria morrer afogado com uma rola atolada no cú mais depois dele ter gozando muito já meio exausto saimos da água ele de pernas bambas pouco tempo depois ele já estava de pau duro eu chamei para irmos embora mais ele me disse que era a última vez em deitou de barriga para cima e com aquela estaca apontando para o céu me mandou sentar em cima obedeci nossa parecia que era a primeira vez que eu sentava na que lá rola ele me fez rebolar igualmente uma vadia quando ele começou a gemer eu ficava olhando para o rosto dele ele se transforma parecia uma fera depois terminamos e fomos dar o último mergulho aí ele me disse olha não fala nada pra ninguém tá passando algum tempo viemos todos para SãoPaulo nunca mais tocamos no assunto crescemos formamos família mais eu fiquei com aquilo na cabeça aí vei a cede de vingança ele se casou poucos anos depois se parou mais ele era comedor não ficava sem uma mulher certa vez ele se envolveu com uma mulher casada por sinal mulher do amigo dele pois ele tomou a mulher do amigo dele certa vez eu pensei comigo é com essa que eu vou me vingar comecei a trepar com a mulher dele todas as vezes que eu chegava do serviço ela ficava de olho então nos morávamos parede meia eu só tinha o trabalho de pular o muro e trepar com a minha cunhada ele trabalhava de dia e eu a noite hoje esse meu irmão já é falecido e eu constitui família mais sempre me pergunto será que eu sou gay bom eu acho que não pois não sinto atração por homens e sim por mulheres!

