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EU SINTO PRAZER MAIS PRAZER EM SUGAR E MAMAR SEIOS FEMININOS DO QUE TRANSAR

Me sentia um homem absolutamente normal em relação à minha sexualidade, já contava com meus 30 anos, casado, levava minha vida normalmente… até que conheci uma colega, a que chamarei de Selma. Ela era uma mulher madura, já com 45 anos de idade e um filho adulto, com casamento sólido de mais de 20 anos, desgastado pelo tempo, mas estável e seguro. Tinha um corpo maravilhoso, todavia, as roupas sempre comportadas e racatadas, só deixavam transparecer seu busto avantajado, parte do corpo que ela se permitia exibir em decotes generosos.

Nos conhecemos na rotina do dia-a-dia e nossa amizade engrenou em questão de minutos, aos poucos aquela afinidade foi se transformando em amizade íntima. Selma, assim como eu, também era casada, mas reclamava muito da falta de atenção e carinho da parte do companheiro.

Até que um dia, ficamos até tarde no serviço e acabei convidando-a para um aperitivo rápido, no motel, só para conversarmos…hehe…

Selma aceitou com a condição de que só iríamos conversar e trocar alguns carinhos, pois, segundo ela, sexo ela já tinha em casa, no momento em que bem entendesse e não queria mais do mesmo.

Ao chegar no motel, realmente ficamos conversando e perguntei para ela, além da conversa, o que mais ela sentia falta, foi ai que, para minha surpresa, Selma disse que tinha vergonha de dizer que gostava de um carinho especial, que seu marido não curtia e que, desde a época em que deu a luz a seu primeiro filho, sentiu essa sensação e nunca mais conseguiu sentir tesão da mesma forma. Enquanto conversávamos, ali lado a lado, deitados na cama, eu olhando para ela, toda vestida e sem seus calçados e eu de calça, sem a camisa… ela falava e aqueles seios me hipnotizavam no decote que pareceu ter ficado maior ainda, perto de mim. Eu tentei de todas as formas fazê-la contar, ela nada me disse, me deixou no mistério e saímos do motel, sem nada fazer, só conversa mesmo!

Na semana seguinte continue insistindo para que ela revelasse o segredo de seu prazer, até que, sem mais nem menos, certo dia ela se aproximou e me disse "hoje estou preparada para te contar meu segredo, vamos no motel?", obviamente aceitei imediatamente!

Ao chegar no motel, Selma foi no banheiro e saiu de lá só de vestido, deixando os sutiã à mostra, ela sentou ao meu lado, pediu para eu continuar vestido, mandou apagar as luzes, eu obedeci. Em seguida, pediu para me aproximar e deitar a cabeça em seu colo… eu como criança, fazia tudo o que Selma me mandava.

Então, com a cabeça em seu colo, ela sentada na ponta da cama e eu deitado, com os pés esticados e, tendo acima de mim, aqueles pares de seios, presos ao sutiã, do qual eu só via o contorno, pois vinha uma luz de penumbra fraca, do banheiro ao lado da cama… Selma perguntou se eu achava seus seios lindos? Eu respondi afirmativamente, ela então me perguntou quanto tempo eu eu já chupei os seios de uma mulher, respondi que não sabia, pois nunca contei, mas que foi cerca de 5 a 10 minutos, no máximo e depois disso partia para o sexo… Enquanto conversava, Selma passava a mão na minha cabeça, como se estivesse fazendo um cafuné… seus dedos iam e voltavam em meus cabelos… aquilo foi me dando um tesão, ao mesmo tempo que transmitia uma paz, uma serenidade pura.

Selma, enquanto eu esticava a conversa, disfarçando meu nervosismo, colocou a mão atrás de minha cabeça e com a outra retirou um dos seios do sutiã e, suavemente colocou minha boca em seu bico. Que maciez, que bico gostoso e tenro…. Eu comecei a lamber com a língua… Selma então me disse "calma, calma, é para você mamar, bem suave, como se fosse meu bebê"… Então, me posicionei melhor em seu colo e mamei… primeiro um dos seios e depois o outro. Selma ia trocando os seios, à medida que seu bico ficava duro e sensível. Enquanto mamava ela falava coisas carinhosas para mim, dizia que estava gostosa minha mamada, perguntava se eu queria mais, pedia para sugar bem forte, o mais forte que eu conseguisse…

A certa altura, já com vinte minutos mamando, ela pediu que eu deitasse no meu da cama, só de cueca, pois queria ficar em cima de mim, enquanto eu a mama… A que delícia, eu deitado e aquela mulher maravilhosa, que estava de vestido, abriu suas pernas e sentou sobre meu pau, comecei a mamar e ela, começou a ficar mais relaxada. Meu pau duro já fazia um volume considerável, deixando a parte para fora da cueca, com a cabeça bem inchada… e notei que Selma estava sem calcinha, mesmo assim, não forcei nada.

Enquanto mamava, Selma fazia movimentos bem suaves, deslizando a vagina, complementamente ensopada de prazer, sobre meu pênis…. Ela pediu, já quase suspirando e em voz alta "chupa cachorrinho, chupa forte que eu quero ficar com meus bicos ardendo, chupa porra!". E dizia isso já quase numa esfregação…. até que deu um gemido longo de prazer e, só neste momento, tirou seu seios de minha boca e me deu um longo beijo de agradecimento.

Eu fiquei tão excitado e atordoado com aquele momento que nem gozei, meu pau não deixou de ficar duro, mas tudo era muito novo para mim e não consegui relaxar o suficiente.

Saímos, deixei ela próximo de sua casa. Nas semanas seguintes, aquele momento não saiu da minha cabeça e Selma, parece que percebeu e ficou com mais intimidade ainda, já chegava perguntando "hoje você quer me mamar?". Da segunda vez em diante, o mesmo ato se repetia, eu já mais calmo, gozava no exato momento em que Selma já estava gemendo, lustrando meu pênis, com o sulco de sua vagina, enquanto eu a mamava nos seios.

Essa aventura toda durou cerca de um ano, até que, numa dessas modificações empresariais, Selma foi demitida e, como ocorreu com muitos funcionários, eu também fui. Continuamos a nos encontrar por mais algum tempo, mas, logo sua família se mudou para o Paraná e nunca mais vi a Selma.

O que ficou disso tudo é que até hoje não consigo ter o prazer pleno, sem sugar os seios. Conheci outras mulheres, as vezes tento até como minha esposa, mas, é diferente, pois a maior parte das mulheres já quer ser penetrada, difícil encontrar uma mulher que realmente goste de seu chupada nos seios demoradamente.

Em algumas situações já cheguei a pagar garotas de programa para reviver essa fantasia, todavia, quando é por dinheiro, sem o prazer mutuo, não é a mesma coisa.

Até hoje, vivo a procurar uma mulher que curta, que goste dessa prática, chamada de AMAMENTAÇÃO ADULTA, em que não importa o tamanho dos seios, nem se são flácidos ou durinhos, o que importa é o ato em si, a troca de carinho entre dois adultos, com ou sem sexo, mas o mais importante é a amamentação, sugar e chupar os seios.

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Escrito por Anônimo

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Um Comentário

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Eu confesso quero falar putaria por prazer gosto disso

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Desejo sexual, alguém me de conselho