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Sexo e chantagem

Vim do interior para estudar na Capital, inexperiente e tímida. Na faculdade, aos domingos havia hora dançante. Lá, minhas colegas me mostraram um rapaz que era o sonho de todas elas. Ele era paquerado insistentemente pelas mulheres mais bonitas de toda escola. Certo dia, sem que eu nem soubesse porque, ele se aproximou de mim e pediu para que namorássemos. Fiquei surpresa, pois, jamais poderia esperar. Lógico que aceitei. Aos poucos, eu o fui conhecendo melhor e percebi que era um rapaz bom, mas extremamente rígido em relação a seus princípios. Noivamos e nos casamos. Ele prosperou profissionalmente. Agora, estou com 23 anos. Contratamos um motorista, que nas horas livre faz, na casa, serviços de eletricidade, hidráulica e carpintaria. Portanto, com frequência, está dentro da casa. Outro dia, senti vontade de comprar um sapato, mas fiquei com vergonha de pedir. Ele saiu, mas deixou sua carteira de dinheiro no bolso do paletó. Fui lá. Fiz o que minhas amigas casadas me disseram que faziam em suas casas. Retirei de sua carteira valor suficiente para comprar o que eu queria. Sei que, pela rigidez de seus princípios, meu marido jamais me perdoaria pelo que fiz. Por isso, esperei que saísse para trabalhar, quando retirei o dinheiro. O fiz com calma, sabendo que ele havia saído, mas esqueci da presença eventual do motorista. Este, percebendo que eu estava tirando escondida dinheiro da carteira de meu marido, filmou no celular o que eu estava fazendo. Quando terminei, se aproximou de mim e disse: A Senhora estava tirando dinheiro na carteira de seu marido? Respondi: não. Aí ele falou: mentirosa, está tudo filmado em meu celular e vou mostrar para o seu marido. Imaginei que ele estaria querendo o dinheiro que eu tirara. Perguntei: o que você quer para não mostrar. Aí veio o que eu nem poderia imaginar: quero que você me dê um beijo. Apavorada, temendo a ameaça, dei um selinho. Quando ele falou. Quero um beijo de verdade. Descontrolada eu o beijei, quando ele disse: enquanto me beija, você vai me masturbar. Naquele momento, eu já o estava beijando, ela com suas mãos em meus seios, dentro da minha blusa. Descontrolada, fiz o que ele exigia, até ejacular. Percebi que não mais havia volta e que estava em suas mãos, para fazer o que exigisse. No dia seguinte, achei que pediria a mesma coisa. Mas ainda pior: mandou que fossemos ao meu quarto e, muito contrariada, fui obrigada a transar com ele na cama em que durmo com meu marido. Mas aconteceu algo inesperado e estranho. O motorista me levou ao orgasmo, o que nunca antes acontecera com meu marido. Assustada, procurei minha maior amiga e confidente e lhe contei tudo que estava acontecendo. Ao fim, ela me aconselhou que, se eu não tivesse forças para reagir às ameaças, melhor seria eu ceder e não mais rejeitar a relação, procurando participar, já que ela, com o motorista, me levara a um prazer intenso. Disse-me ainda que, neste caso, eu deveria me entregar totalmente e participar ativamente das transas que eu vier a ter com o motorista, deixando que ele percebesse que eu também estava com vontade. Seria muito melhor.

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Escrito por Anônimo

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