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Meu marido / O amante – Parte 1

Meu marido chegou na fase do comodismo, do tanto faz…
Eu preciso de um homem de verdade para me foder pelo menos 3 vezes por semana. O meu marido completa com mais 1 vez por semana (quando comparece).
Tenho 34 anos e meu marido tem 40. Somos casados há quase 10 anos. E, há quase 3 anos, o sexo esfriou.
Há um ano e meio aproximadamente, saí com um cara mais novo, de uns 22 anos. Apesar da inexperiência, ele sabia o queria, e queria fazer-me gozar muito. E fez. Me possuiu de tantas formas que fiquei muito grata ao que ele fez comigo. Voltei pra casa depois dessa primeira vez, toda acabada. Havia ficado com ele das 14 às 21 horas num motel aqui de minha cidade. Quando entrei em casa, meu marido (agora corno), me viu daquele jeito é fez uma piadinha: "Amor, onde vc estava? Parece que foi atropelada por um trator" e riu um pouco.
De fato, eu tinha sido atropelada por um trator, mas de uma forma diferente da que meu marido havia pensado.
Mais tarde, depois de meu banho, ele me pegou de surpresa na saída do banheiro e me abraçou, tentando me beijar. Fiquei confusa na hora, mas correspondia pra não levantar bandeira. Confusa porque havíamos transado na manhã do dia anterior, ou seja, ele ainda não tinha tido tempo pra sentir vontade novamente; isso, claro, baseado em seu comportamento havia mais de um ano. Lembrei-me de uma conversa com uma amiga de confiança. Ela me dizia que saía com um cara de seu trabalho todas as semanas e olha que o marido dela ainda dava no coro mais vezes que o meu. Ela sentia que faltava tesão na relação, faltava mais sacanagem e ela encontrava todo o tipo de sacanagem com o outro. Mas uma coisa era estranha até pra ela: desde a primeira vez que ela saiu com tal amante, o marido dela mudou bastante com ela. Ficou mais amável, mais companheiro, mais carinhoso e até tentou chegar próximo do estereótipo de canalha que a xingava de puta na cama (que é o que ela vinha, havia anos, pedindo pra ele incorporar). Mas, mesmo com tudo isso, o marido nem chegava aos pés do amante. Ela o amava muito e, por isso, não se separava. Na prática, tinha dois homens diferentes na cama. E era isso (o fato do marido dela ter mudado desde o primeiron encontro dela com o amante) que me veio à cabeça naquela noite. Meu marido, mesmo tendo passado "pouco tempo" em que havíamos transado, me procurava aí, na porta do banheiro, me surpreendendo pelo jeito um tanto dominador, me levando pra cama. Pensei na hora: ele vai perceber. Haviam marcas de chupada em minha bunda que eu havia deixado o rapaz fazer. E, eu tinha dúvidas quanto ao estado em que minha vagina estaria. Foram horas e horas de sexo com aquele "novinho". Será que seria perceptível. No banho, eu me senti inchada alí, mas não me preocupara pois eu achava que estava num momento seguro quanto ao meu marido me procurar. Mas resolvi deixar rolar e até senti um vontade de que ele me descobrisse. Que ele ficasse ao menos, na dúvida. Então me entreguei. Ele caprichou nas preliminares e quando desceu meu corpo pra me saborear o sexo com a boca, um misto de desejo e de perversão se apossou de mim e outeo a cabeça dele contra meu sexo encharcado pelo meu tesão. Eu queria que ele experimentasse o sabor de outro sexo em mim. Em meu tesão daquele momento, minha cabeça me levava à viagens loucas e talvez até descabidas. Mas eu senti prazer em tê-lo alí me chupando, toda inchada por ter passado a tarde e início da noite com um cara novo, "grande" e muito sedento. À cada golpe vibrante de sua língua, eu pensava e quase gritava pra ele: " isso… aí mesmo… tá sentindo? Tá vendo como é pra deixar sua esposa? Vê se aprende pra não ser mais corno! Eu queria gritar e gritei…
Na verdade, tirei de prazer na boca do meu marido.
Esse foi um episódio marcante em nossa vida de casado.
Eu tremia e tentava colocar ordem em meus pensamentos e só consegui sentir meu corpo mais sensível ainda depois do gozo. Me sentia poderosa naquele momento. Cheguei a me sentir culpada por um ou dois segundos, mas eu sabia bem o que tinha feito e porque tinha feito. Então, parei de me culpar.
Meu marido continuou me tocando, me beijando, veio mais pra cima e me tocava os seios como nunca tocou. Ele os subiu e me deixou excitada novamente. Fui ficando mais e mais afim de sentí-lo dentro de mim e ele foi, cada vez mais, me excitando a ponto de eu pedir pra ele me trazer seu falo à minha boca. Era mais um de meus desejos pervertidos. Eu queria sentir outro pênis em minha boca. Sentir-me vulgar, safada e aquilo me fez sentir mais poderosa ainda. Meu marido estava muito excitado (o que de certa forma, me deixava curiosa, mas deixei pra pensar nisso depois). Enquanto eu o tinha em minha boca, aquele tesão por humilhar meu marido (mentalmente, claro) veio mais forte ainda. Impossível não comparar formas, tamanhos, diâmetros e, em meus pensamentos, eu dizia pro corno: amor, eu te amo tanto, mas tanto, que não vou te deixar. Mas wuero que saiba que o pau do vizinho – aquele "garoto" que me ajudou com as compras outro dia, faria sombra alta e larga no seu pau. Foi por causa dele que cheguei em casa daquele jeito que você viu hoje. E continuei naquela prática que é uma das coisas no sexo que mais amo (chupar), até que ele não aguentou e me deu o que é meu. Amo quando ele terminar assim. Bom, na verdade, eu amo tudo o que faço com ele na cama. A pena é que a constância é algo que me faz falta.
Ele me puxou pro banheiro e eu lembrei que não podia ficar de costas pra ele. Na verdade, eu me preocupei porque não sabia se por acaso o nosso vizinho não havia deixado outras marcas em meu corpo. No banheiro, as luzes são mais intensas e fiquei receosa. No chuveiro, ele, me ensaboando, perguntou o porque de eu estar mais desejável naquela noite.
Como assim? – perguntei.
Não sei, vc chegou toda amassada, descabelada, parecia que tinha se atracado com alguém no elevador antes de chegar em casa e, mesmo assim, estava deliciosa. Não sei explicar, mas eu senti, naquele momento em que vc entrou em casa, uma necessidade enorme de lhe possuir. Eu queria ter lhe chupado alí na sala mesmo, mas me contive. – disse ele.
– Ah, não sei amor. Foi num dia como todos os outros, eu estava vestindo as mesmas roupas de sempre… sei não o que te deixou assim. Mas, se descobrir, me diz pra eu fazer sempre. Amo quando vc fica tarado assim.

Continua…

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Escrito por Anônimo

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