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Mãe psicopata

Nunca imaginei que pudessem existir tantas pessoas na mesma situação que eu: ter uma mãe (se é que se pode chamar assim) que odeie realmente seu filho (a). Nem sei o que dizer porque me vi em cada relato, em cada frase e em cada lágrima. Me solidarizo com cada um de vocês e digo mais: somos pessoas incríveis e especiais. Os escolhidos, porque temos uma missão aqui. Somos mais fortes do que a maioria das pessoas porque o que nos move é a nossa enorme capacidade de amar e ser amado. Fomos desafiados nessa vida com o mais terrível dos ódios para que fôssemos capazes de distribuir as pessoas, o amor que nos foi negado. Ao invés de arrogantes somos humildes, de ganaciosos, altruistas. Não viemos ao mundo para receber, mas sim para doar. Sim, doar porque temos muito a oferecer daquilo que nos foi negado: o amor. Conhecemos na carne e na alma a dor de uma rejeição, de uma blasfêmia e de uma falsa acusação. Que a intensidade dessa dor seja proporcional a nossa capacidade de perdão por aqueles que vivem na escuridão. Os solitários não somos nós, mas elas. Nada mais horrível do que não ter a capacidade de se emocionar, de abraçar, beijar e confortar. Que pessoas infelizes são essas "mães" que vivem sós, trancadas em suas masmorras de ódios e cercadas por suas perversidades e egoísmos. À elas e somente à elas lhes foi negado a possibilidade de ser feliz. São prisioneiras de sua insanidade mental e emocional. Enquanto nós, somos livres desse mal. Somos bons e somos do bem. Sejamos gratos e bondosos com nós mesmos. E sigamos em frente porque elas não nos merecem!

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Escrito por Anônimo

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