Hoje eu tava assistindo o programa dela e notei que tem sempre a mesma vibe chata e inclusiva. Nada tenho contra deficientes, negros, gays, idosos entre outras minorias que foram historicamente discriminadas por suas diferenças. Na verdade meu pai é negro, minha irmã é parda.
Discordo das cotas para negros, assim como meu pai e irmã que argumentam da mesma maneira que eu, pois as cotas embora possuam um viés de justiça social e histórica, como eu já citei acima, trazem com elas o preconceito implícito de que negros são menos capazes que brancos.
Sou a favor das cotas sociais para a inclusão de pessoas pobres, seja no meio acadêmico ou qualquer outro em que torne a meritocracia uma luta mais justa para todos. Porque a meritocracia do filho do catador de lixo é gritantemente diferente da meritocracia do filho de um rico que tem do bom e do melhor e que conquistar uma vaga na universidade é um mero detalhe. E olha que nem vejo com antagonismo a diferença de classes, pois seria uma burrice, visto que ninguém é culpado por nascer em berço de ouro ou nascer na favela.
Então, isso que eu disse foi apenas para esclarecer o meu ponto de que o programa da Fátima Bernardes é um toleto de merda com aqueles caroços de milho protuberantes. Chato demais porque as pautas são sempre sobre algum aspecto da inclusão social de minorias, é uma tecla batendo diariamente nas mesmas coisas. Eu gosto de assistir algumas coisas relacionadas a isso, mas vc assistir TODO dia é o mesmo que todo sábado assistir Lata Velha, ou Lar Doce Lar, ou assistir aqueles quadros de mudanças da aparência e caridade que a Eliana faz. São quadros que nas primeiras vezes que você assiste tranquilamente, mas que aos poucos vão ficando um saco.
Resumindo, os programas da tv aberta deveriam ser de fato de variedades… é muito cansativo essa repetição. Eu obviamente não assisto, a não ser depois de muito tempo, apenas o programa da Fátima que é uma baita duma bosta, impossível de assistir a qualquer dia, muito chato.

