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beijos, peitos, bundas, molhadas, depiladas, suadas, quentes, apertadas, anal

As regras aqui: "NÃO ACEITAMOS confissões/desabafos que … … tenham nomes, emails, moradas ou contatos telefónicos". Vou usar codinomes.

Tive namoradas e amantes inesquecíveis, por alguma razão. Todas, gordinhas … uma delas, a Clau, apareceu em uma crise no meu namoro com a Cris (família dela intrusiva demais, etc…). A Clau nem deixava eu apertar a bunda dela, apesar de gostosa e tarada. Fumava e isso me incomodava muito. Era sempre papai e mamãe e cavalgada … as cavalgadas sempre foram uma loucura, porque elas tem peitos grandes e eu me divertia com aquelas duas belezas esfregando na cara, mordendo, apertando, etc. Com a Clau, o namoro não durou muito, mas aprontamos bastante, menos anal. Depois, voltei com a Cris, tivemos mais uns belos amassos e terminamos de vez. Infelizmente…

O tempo passou, outras namoradas e até amantes vieram; duas casadas, mais gordinhas, barrigudas, (e eu também adoro barrigas grandes. gozei em cima delas várias vezes, deixando-as lambuzadas de porra. (mas gozar dentro, era garantia de outra pimba, na sequência); Delícias com uma bundas maravilhosas. A Dri (gatíssima, com cerca de 1,65m), de bunda maior e a Vi de, bunda menor, (mas redonda, linda); a Dri, exibe peitões espetaculares e quadris largos. Ambas, de lábios e pernas grossas, beijos molhados, líguas que não páram, pele macia. Enfim… amo gordinhas carnudas. Elas são insaciáveis!

Com ambas, eu falava (não pedido, mas afirmando): "você vai me dar o cu, agora". A Vi, respondia positivamente, mas a Dri, tinha de resposta sempre a mesma coisa: "não gosto disso/é sujo/vai machucar/mimimi…". O mais doido disso é que a Vi e a Dri trabalhavam comigo, em dias alternados e horários sequenciais e a Dri, no meu setor. A Dri fazia o turno da noite, sempre. Após algumas mudanças na empresa, ocorreu de ter a Vi de dia, a Dri de noite e minha esposa em casa… Dar conta de três máquinas… só com estimulante. Eu parecia um zumbi. Mas um zumbi feliz! Uns 3 meses depois, a Dri saiu, por terem extinguido o turno da noite, mas ainda eu tinha a Vi e a esposa…

Enquanto elas ainda trabalhavam em dias alternados, belo dia, a Vi me liga, no meu setore, como sempre, dizendo que o marido dela não dá conta, que ela nunca o deixou tirar a roupa dela e que eram quando muito uns amassinhos e ele capota em questão de poucos minutos e eu não só tiro a roupa dela, toco o corpo dela de jeito ousado, atrevido, a faço gozar algumas vezes, e que nós somos intensos, nos amamos (verdade), que nós nos beijamos feito loucos. Além de ela ser muito mais gata. Ainda na conversa, ela fala que acordou atacada: se depilou no dia anterior, molhada, com calor e que naquele dia, seria certeza que ela me daria o cu. Era só chegar no posto dela. Dito e feito, nos trancamos no vestiário. Como sempre, ela e se lava, antes de eu chegar para cada encontro. Entre beijos, apertos, amassos, moridas e arranhões, logo, estávamos nus. Enquanto nos beijávamos, nos bolinávamos, ela me masturbava com força, dizendo que eu arrancaria umas pregas dela. E ela se sentou na tampa do vaso sanitário, abrindo bem as pernas. Sei lá como (ela tem pouco mais que 1,60m), mas uma, estava apoiada na pia e a outra, no armário. Eu caí de boca naquela boceta gorda, depilada e molhada, de escorrer, antes da chupada. Apesar de eu estar latejando de tesão, chupei, (com gosto e certa força) e, em seguida, me ajoelhei na frente dela e enfiei o pau naquela boceta apertada, quente e molhada e flavava: "hoje, você me dá o cu". Ea respondia que sim, gemendo. Foi uma das melhores posições, apsear de ser meio descômoda para mim (eu tenho 1,83m e peso 110 kg). Enchi de porra em coisa de um minuto e meio. Mas o tesão era grande demais. Me deitei no chão, meio encostado na parede, ela sentou de uma vez, sem se preocupar se eu conseguiria penetrá-la de novo e eu vou fundo nela, o pau bate no útero. Ela geme e respira fundo e rápido. Pulou, balançou, esfregou, gozei de novo, passados alguns minutos. Mas ela nem aí: continuou. Levou mais uns 20 minutos, até gozar pela terceira vez e eu falei que não conseguiria continuar. Ela, sem pestanejar, se deitou na minha frente e disse: "Chupa." Foi prontamente atendida. Até ela gozar mais duas vezes. E ela goza forte, de escorrer e tremer toda. Foi o tempo de eu me recuperar e ela sentou em mim, de novo, penetrada, e, com as mãos no meu peito, se mexendo devagar, me provocando. Ela esperou um pouco, até eu ficar de pau duro de novo. Muito louco. Consegui uma penetração e ela, brincando, me deixou pronto e ficou de quatro na minha frente, dizendo: "Agora, meu cu vai conhecer seu cacete". O cu dela piscava, estava meio relaxado. Não tive dúvida: empurrei a cabeça com força, que entrou, com certa dificuldade. Ela pediu para tirar, por causa da dor e passou lubrificante. Lá fui eu de novo. De olhos fechados. ela gemia, suspirava e me chamava pelo nome, enquanto rebolava, como se tivesse tentando facilitar a entrada. Depois que entrou quase tudo, eu parei, para dar uma relaxada, tirei e penetrei de uma vez. Foi incrível: um cu apertadinho, quente, que recebeu meus 18 cm. Ela gemia: "seu jumento cabeçudo! como você me fez fazer isso?", equanto a gente se mexia, tentando enfiar tudo e mais um pouco. A gozada foi fantástica.

Após uns 10 dias, era turno da Dri (também casada), no meu setor e nossos horários se sobrepunham em uma hora, mas como ela chegava mais cedo, por conta de passagem de turno, etc, esperávamos como se nada acontecesse. Depois da passagem de turno, ela ia se trocar, no vestiário feminino, como aconteceria com qualquer funcionário. Esperei um pouco, fui até lá e a chamei. Ela só abriu a porta, girando a maçaneta. Na hora, começamos a brincar, enquanto ela se trocava. Muitos beijos e "mão boba" pra todo lado… fomos para cozinha, entre beijos, mordidas e pegadas, depois, fomos para sala da frente, onde ela ficava, pois ningém poderia ver da rua, por não ter porta de vidro. Enquanto brincávamos na sala, entre beijos, mordidas, chupadas e peças de roupas sendo tiradas, eu falava na orelha dela, para a gente namorar um pouco. Ela ficava nervosa, achando que apareceria alguém. Realmente, tinha esse risco, mas depois de meia-noite. Estávamos pelados, eu, de pau duro sentados em uma longarina de cadeiras, ela molhada (também sempre depilada), Eu ajoelhei da frente dela, e comecei a chupar a boceta quente. Ela se acomodou e eu a chupei até que ela gozasse. Eu me levantei e dei o pau pra ser chupado. Ela entendeu o recado e mandou ver. Ela só pediu para que eu não gozasse. A Dri parou de chupar e me deu uma tremenda mordida, quando percebeu que meu cacete aumentou um pouco de volume e quase gozei. Ela soltou a mordida, ficou em pé e debruçou na longarina … uma cena linda: aquele bundão empinado, ela molhada de tesão. Não resisti. Fui rápido e enfiei o pau inteiro na bunda dela. Ela gritou, xingou e eu gritei e xinguei, também, para provocá-la. Segurei firme na cintura dela, forçando os corpos, um contra o outro e socava na bunda dela com força, tentando enfiar o que coubesse e ficar bem em contato com ela. Fiz a festa: bati algumas vezes na bunda dela e só parei uns instantes depois de gozar: estava gostoso, a porra lubrificou, escorregava que era uma delícia. Ela não fazia mais menção de querer escapar e eu continuei e só parei depois de gozar a segunda vez. Tudo durou pouco mais que 10 minutos. Gozei a segunda vez e murchei. Fomos tomar banho, entre pegadas, mas depois de dar uma outra chupada na bocetona gorda dela.

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Escrito por Anônimo

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