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Sou um viado puto e safado, mas ninguém sabe

Olá, sou homem, 31 anos, solteiro. Desde a minha adolescência sinto atração por homens, mas sempre reprimi isso porque era muito tímido e de uma família tradicional e cristã.

Na pré-adolescência, costumava pegar as revistas femininas da minha mãe e procurar a seção que falava sobre sexo, para ver se tinha alguma foto de homem sem camisa ou só de cueca. Nas páginas de publicidade às vezes aparecia alguma coisa também. Várias vezes fiquei escondido vendo essas imagens e sentindo uma coisa gostosa.

Outra coisa da minha infância que eu também gostava era de brincar de lutinha com meus tios solteiros. Eles o faziam na inocência. Mal sabiam eles que eu gostava muito do contato físico, de sentir o corpo deles. Algumas das vezes em que dormi no quarto dos meus tios, tentava passar a mão neles enquanto dormiam. Quando dividíamos o colchão, sempre me roçava neles fingindo estar dormindo.

Na adolescência passamos a ter internet (discada) em casa. Comecei vendo as fotos gratuitas do site da G Magazine. Depois fui descobrindo os sites pornôs. Tinha um que eu gostava muito, se chamava "Super fotos gays". Tinha fotos separadas por galerias (oral, anal, grupal, solo, dotados, gozadas, astros pornô etc.). Adorava tudo aquilo e sempre sentia uma coisa gostosa.

Não me masturbava porque não sabia o que era isso. Eu só via fotos, então achava que deixar a glande exposta era masturbação. Eu puxava o prepúcio para trás até expor a glande, e pensava que estava masturbado. Via que meu pau babava bastante, mas nunca havia ejaculado. E assim segui por um bom tempo.

Depois de um tempo vendo pornografia gay, passei a esfregar meu pau (usando cueca e shorts) na quina do colchão da cama e no portal da porta do quartinho onde ficava o computador. Via as fotos e ficava me esfregando nesses lugares (engraçado que eu não ficava me masturbando com a mão). Tudo era muito gostoso (ainda mais quando esfregava as bolas junto), até que um dia, enquanto eu me esfregava no portal, senti algo pela primeira vez; o orgasmo. Eu assustei no início, mas foi a sensação mais gostosa que havia sentido naquelas minhas práticas. Senti um líquido saindo do meu pênis e me dei conta que havia gozado pela primeira vez. Descobri então o que era masturbação e me senti um idiota porque achava que o simples fato de expor a glande era masturbação.

Depois dessa descoberta, virei punheteiro. Fui consumindo pornografia que antes não me atraía (por exemplo, sexo oral, que me dava nojo). Comecei a sentir tesão por coisas que antes me davam repulsa. Você vai experimentando coisas novas, que parecem estranhas, mas vai se acostumando. Fiquei com vontade de gozar na minha boca. A ideia me enchia de tesão, mas odiei o gosto da porra. Apesar de não gostar, de vez em quando eu fazia porque pensar nisso me deixava muito excitado. Depois comecei a introduzir coisas no meu cu. Comecei com o dedo. Depois tentei algo um pouco mais grosso: aquele suporte de porta papel higiênico (aquele que tem uma molinha dentro). Na hora de entrar incomodava, mas depois meu cu ia relaxando e eu começava a bombar o objeto no meu cu. Depois passei a usar embalagem de desodorante roll-on.

Na minha adolescência, eu sempre fantasiava uma transa com um cara mais velho (nunca com alguém da minha idade). Imaginava meus tios me comendo, um primo mais velho, o professor de educação física, o peão que estava fazendo uma reforma no prédio (um peludinho bem gostoso que vivia trabalhando sem camisa). Desde cedo tinha essa queda por caras mais velhos. Me lembro que ficava escondido atrás da cortina da sala, olhando o vizinho da frente que ficava malhando, sem camisa, na sala do seu apartamento. Ficava me perguntando se algum dia eu iria sentir um homem me abraçando, me beijando, me acariciando, se esfregando em mim… Ficava angustiado porque não via como isso seria possível.

Depois que terminei o ensino médio, comecei a trabalhar. Um dia me atrasei e peguei o metrô mais tarde. Entrou um tiozão muito lindo e gostoso. Fiquei admirando aquele homem e com muita vontade de abraçá-lo. No outro dia, fiz questão de me atrasar para ver se o encontrava e bingo! Ele estava lá. Passei a chegar atrasado todo dia só pra ver aquele macho. Um dia o trem ficou bem lotado e eu estava na frente dele. Dava um jeito de encostar minha bunda no pau dele e ficava sonhando com a ideia de ele responder positivamente. Mas não deu em nada.

Aos 23 tive minha primeira experiência com um homem (um rapaz da minha idade). Primeiro beijo, primeiro boquete, primeira transa (só dei, não comi, e não doeu, como eu imaginei que iria acontecer). Descobri que eu adorava sarro. Se pudesse ficava a noite toda sarrando. Depois desse rapaz, comecei a procurar homens no chat do uol. (Aproveito para colocar um parêntesis aqui: já havia usado o chat antes, mas só para zoar e ficar falando putaria). Criei uma conta no skype só para contatos gays e fui montando minha rede.

O primeiro cara com quem me encontrei foi em uma viagem de férias a Natal – RN. Me encontrei com ele na praia e depois fomos para o seu hotel. Eu estava tremendo de nervoso e não conseguia tomar iniciativa. Até que uma hora precisei fazê-lo, porque ele não começava de jeito nenhum (acho que ele percebeu que eu estava inseguro e me respeitou). Foram beijos e muito sarro de cueca. Cara, como eu gosto de sarrar de cueca, esfregar mala com mala! Depois ele se deitou de barriga pra cima, pediu pra eu tirar a cueca e ficar com a bunda na direção do rosto dele. Percebi que ele ia lamber meu cu e quis impedir, com medo de estar com gosto de merda, mas a verdade é que esse era um dos maiores fetiches que eu queria experimentar. E quando ele começou eu descobri o quanto era bom uma linguada no cu! O cara estava com a barba por fazer, então eu sentia as pontas dos pêlos roçando na minha bunda, e era gostoso demais! Comecei a chupar o pau dele (ainda inexperiente e com nojinho) e depois batemos uma juntos até gozar.

Meu segundo contato da internet foi um do meu bairro. Um cara que estava na casa dos 40 anos de idade. Falei que eu era passivo e disse que eu queria chupar os peitos dele e sentar no seu colo, esfregando minha bunda na sua rola. Nos encontramos e fizemos isso. Depois fiquei de quatro e ele enfiou o pau dele no meu cu. Dessa vez doeu muito, mas eu queria mostrar que aguentava e ele foi metendo até gozar. A transa foi rápida e descobri que não curtia muito isso.

Depois fui tendo outros encontros e eu sempre era o passivo. Até então nunca tinha comido ninguém. Me sentia inseguro por causa do tamanho do meu pau, que eu considerava abaixo da média. E como tinha uma queda por homens mais velhos, gostava da ideia de um tiozão me ensinando as safadezas, ou se sentindo um máximo por estar comendo um novinho. Nessa época fiz muita caridade. Transei com caras que no skype pareciam bem gostosos, mas ao vivo não eram lá essas coisas. Mas ver o seu olhar de desejo em cima de mim me deixava com tesão. Então eu topava o sexo e dava o melhor de mim, me mostrando bem safado, pedindo pro cara me comer e atiçando o macho.

Depois de algumas experiências, descobri que dar o cu é legal de vez em quando. A dor na portinha é horrível, mas se conseguir relaxar, ela passa. O incômodo lá dentro (quando ele aparece) é que é ruim. Esse aí não dá pra aguentar muito. Esse incômodo é aquela sensação de que o pau do cara vai furar seu intestino. Mas continuei dando o cu na medida em que eu conseguia.

Em meio às minha fodas, eu tinha um contato de outro estado, com quem praticava sexo virtual. Era um tiozão magro, definido, com as veias saltando dos braços e todo peludinho, bem do jeito que eu gosto. A gente tinha vários encontros virtuais e eu ficava louco porque não podia agarrar aquele macho. Ficava imaginando se um dia conseguiria me encontrar com ele pra chupar aquele macho todinho e sentar na sua rola.

Certo dia resolvi que queria experimentar um dotado. Então quando apareceu um, aproveitei a oportunidade. Era um coroa feinho, mas tinha um rolão massa (21cm, grosso e reto). Fui até a casa dele e o cara era bem safado. Curti bastante. Ele falava muita putaria, coisa que eu não estava acostumado. Era muito tímido com essa coisa de palavriado sujo, achava constanjedor, mas tudo bem, o cara era bem safado e tinha um rolão. Pra minha surpresa, a penetração não doeu. Fiquei de quatro e pedi pra ele montar em cima de mim (adorava ver isso no pornô e queria experimentar). Ele atendeu e eu curti demais. Eu queria ainda que ele, montado em cima de mim, me abraçasse com as pernas e os braços, que ele me apertasse, mas não aconteceu. Num momento, pedi pra ele puxar a porta do guarda roupa (porta de correr) que tinha um espelho enorme e que a deixasse de frente para nós, por que eu queria ver ele em cima de mim. Ele me olhou com um olhar malicioso e me chamou de safado. Depois, enquanto ele me comia de frango assado, aconteceu algo que eu não esperava: ele me deu um tapa na cara. Na hora foi muito estranho, mas depois que passou o susto eu curti a parada e ele deu outros tapas. Havia descoberto mais uma coisa de que eu viria a gostar bastante. Eu tava com tanto tesão naquele cara me comendo que eu fui gemendo mais alto até que chegou ao ponto dele dizer "geme mais baixo, ou você quer que os vizinhos saibam que você tá dando o cu?". Achei que estava brigando comigo, mas o sorriso safado que ele deu me mostrou que ele estava gostando e me deixou ainda mais com tesão.

Depois de um tempo vi, numa entrevista de um astro pornô, uma dica para o sexo oral: babar bastante. Não sabia disso. Comecei a colocar em prática e os caras deliravam. Comecei a ser muito elogiado pelo meu boquete e fiquei viciado nisso. No início eu tinha nojo de chupar uma rola, depois passei a ficar louco pra cair de boca em uma. Numa das melhores mamadas que já fiz (e foi a rola mais gostosa que já chupei) o cara tava ficando tão louco de tesão que pediu pra eu parar porque ele já ia acabar gozando na minha boca (coisa que eu não curtia e havia deixado claro). Eu adorava ver vídeos de facefuck e comecei a pedir pros caras fazerem isso comigo. Ele metiam com tudo na minha boca, até o fundo, e faziam pressão na minha cabeça pra eu engolir tudo. Eu engasgava, tossia, lacrimejava, mas curtia demais. Na verdade eu curto muito proporcionar ao parceiro o máximo de prazer, então essas coisas mais selvagem acaba sendo um diferencial. Eu curto a ideia e curto ver que eles curtem. Eu comecei a virar um puto bem safado.

Eu gostava muito de ver pornô selvagem, os caras fodendo pra valer. Eu lembro que desde a época da escola eu fantasiava um professor abusando de mim no banheiro. Comecei a pedir para os caras me darem tapa, eu gemia feito um puto e aprendi a não ter vergonha de falar putaria. Comecei a ter uma pegada mais forte, beijos com umas enfiadas de língua mais cabulosas, fui ficando mais safado e tarado. Estava liberando geral e fazendo as coisas sem medo de ser julgado. E isso foi muito bom. Sexo safado é a melhor coisa que tem. Só que infelizmente o pornô nos ilude muito. Você vê aquela transa sensacional e acha que vai fazer igual. Que aquela posição é boa ou que fazer isso ou aquilo ia ser muito massa. Muitas vezes não é ou o cara não faz do jeito que você queria (ou não topa). Aí aprendi que não dá pra criar expectativas com base em filme pornô.

Lembro-me de ter ido na casa de um cara (outro tiozão, muito, mas muito peludo, o mais peludo com quem já transei). Apesar de ele estar com muita vontade de me comer, eu não estava afim de dar, e combinamos de ficar no sarro. Nossa, o cara tinha tanto, mas tanto pelo, que eu ficava o tempo todo tirando eles da minha boca (eu gosto de chupar o cara todinho). No final da pegação, eu estava tão louco pra mamar que eu fiquei de joelhos na frente dele e pedi pra ele foder minha boca. Ele me mostrou um olhar de dominador, segurou minha cabeça e começou a meter. Me dava tapas na cara e eu adorava sentir o cheiro daquele caralho pentelhudo e suado. Quando fui gozar, deixei minha cara colada na virilha dele, fiquei cheirando aquilo e soltei o gemido mais alto que já dei enquanto transava, sem medo de ser ouvido. Que gozada maravilhosa!

Gosto muito de sexo demorado e com muitas preliminares. Em algumas fodas demoradas eu ficava louco de tesão. E falava isso pro parceiro "cara, olha como você tá me deixando louco! Que delícia! Você é gostoso demais!". Eu poderia ficar a noite toda transando, até experimentar pela primeira vez ser o ativo (7 anos depois de perder a virgindade).

Minha primeira experiência como ativo foi uma surpresa. Era pra ser só um sarro. Fiquei esfregando meu pau no cu do cara e ele foi lá, pegou meu pau, e enfiou no rabo dele. Nossa, que coisa gostosa! Comecei a meter, meio sem jeito. Não achava uma posição legal. Mas fui tentando até gozar. Depois disso, eu só queria comer! Afinal, não dói, como dar o cu. E comecei a procurar passivos e sair metendo geral. Então descobri que ser ativo cansa demais! E como eu gostava de meter feito um cavalo, nossa, era difícil manter o fôlego.

Minha evolução como ativo foi mais rápida que como passivo. Como mencionei anteriormente, sempre curti muito um sexo selvagem, então, quando eu comecei a ser ativo, metia pra valer mesmo. Se o cara aguentava bem, eu não tinha dó. Metia freneticamente, agarrava o cara, segurava pelo pescoço, pelo cabelo, dava tapa, dominava o cara, enfiava o dedo na boca dele… Tudo o que eu queria que fizessem comigo quando eu era passivo, eu fazia como ativo.

Nessa nova fase de ativo, uma experiência bem bacana foi com um cara que adorava mamar. Antes de nos encontrarmos, mandei um pornô em que o ativo metia a rola na boca do passivo sem dó. O cara disse que era pra eu fazer isso com ele. E quando nos encontramos, foi só putaria. Eu metia na boca com tudo, fazia ele engasgar, dava tapa na cara dele, xingava, sentava em cima da cara dele, fazia ele lamber meu cu, minhas bolas, dava surra de pau, esfregava a cara dele na minha virilha, nas bola, no pau. O cara ficava com a cara toda vermelhe e os olhos lacrimenjando. Num momento, ele deitou de barriga para cima com a cabeça pra fora da cama, eu sentei no peito dele e fiz ele mamar minha rola. Eu perguntei "tá curtindo?". Ele respondeu, "cara, tá perfeito!". "Então engole tudo, porra!". Nessa hora, segurei a cabeça dele com as duas mãos e comecei a balançar ela pra frente e pra trás (parecia até um tequileiro) com meu pau enfiado na boca dele. Fiz isso até meu braço cansar. Achei que ele ia ficar com uma dor de cabeça do caralho, mas a cara dele de tesão mostrou que ele curtiu. Com esse cara eu fiz tudo que eu consegui fazer com meu pau na boca dele. Por fim gozei dentro dele e depois nos beijamos com a boca dele cheia da minha porra.

Comecei a me sentir "o cara" como ativo. Ainda dava de vez em quando. A verdade é que o incomodo do pau no cu já não estava mais dando pra aguentar. Das últimas vezes que havia dado, só uma havia sido boa. Isso por que o cara tinha pau pequeno (ele me enganou no aplicativo). Mas como já tínhamos começado, fui até o fim. E não é que foi bom! Não estava me incomodando, então eu fui bem pitinha, e empinava a bunda e pedia pra ele me foder com tudo, e assim ele fez. Eu estava de quatro no sofá, com a cabeça virada pra frente. Ele metia tão freneticamente e com tanta força que eu às vezes batia com a cabeça na parede (até isso eu curtia, essa coisa de estar sendo dominado). De repente ele pegou uma almofada e colocou na minha frente, pra eu não bater mais a cabeça. Eu quase falei "Por quê?". Eu estava curtindo bater a cabeça na parede, achei que ele ia se sentir "o dominador" com isso. Eu, uma vez enquanto metia numa cara apoiado na beira da cama, acabei empurrando a cama pro outro lado do quarto do tanto que eu estava metendo no cara. Aquilo me deixava com tesão. Achei que o cara que estava me comendo ia sentir o mesmo tesão com o fato de as metidas dele fazerem eu bater com a cabeça na parede. No fim das contas descobri que pau pequeno é muito bom, mas só para dar. Para mamar tem que ser pauzão grosso e, de preferência, reto e com muitas veias.

Depois de tudo isso, já tinha assumido pra mim mesmo que eu era putão e safado. Inclusive um cara que tentei comer (tentei, porque brochei; foi a primeira vez que isso aconteceu. O cara não me deu tanto tesão) estava ficando louco com minha voracidade e vivia repetindo "cara, você é um tarado!". Continuei procurando os tiozões e os peludos, meus preferidos. Mas faltava experimentar mais uma coisa que eu tinha vontade: sexo a 3. Acabei encontrando um casal no aplicativo. Não era o bem o que eu procurava, mas foi o que eu consegui armar. O casal me deixou bem à vontade e fomos pra cama. Fiquei surpreso com o pau de um dos caras, era muito grande e extremamente grosso, não dava pra encostar o polegar e o indicador ao segurar aquela jeba. Tentei dar pra ele, mas não consegui. Queria ser o cara do meio, o que leva rola no rabo e na boca, mas não aconteceu. Queria também ser o do meio no trenzinho, o que come e ao mesmo tempo é comido, mas também não rolou. No fim foi uma foda mais ou menos. 3 não me pareceu um número bom. Talvez 4 seja mais interessante. Duas duplas transando e se vendo.

Depois dessa experiência continuei com as fodas a 2 mesmo, sendo mais ativo. Fiquei mais seguro na cama e sem vergonha. E isso tem feito os meus parceiros satisfeitos. Teve um tiozão que ficou louco em mim, mas infelizmente ele fez a única coisa com a qual eu tenho frescura: usou enxaguante bucal antes da transa. Eu odeio beijar boca com gosto de enxaguante, é pior que boca de cigarro. Fui levando os beijos durante a transa enquanto dava. Mas fiquei feliz que ele curtiu bastante.

Bem, fiz muitas coisas. Não acho que sou um cara que transa muito, se for comparar com a maioria dos viados que tem por aí. Mas eu garanto que faço bem feito, sou bem safado e pra mim quanto mais putaria, melhor. Tinha vergonha disso, hoje assumo pra mim mesmo sem o menor problema. Para a sociedade sou só um cara normal e bonzinho. Entre quatro paredes com um macho, eu viro um bicho!

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Escrito por Anônimo

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