É realmente incrível como a mulher consegue achar que tudo é “justo e louvável” falar dos defeitos e se deixar levar pela falsa sensação de alívio que esses pseudodesabafos trazem. Falamos por falar, reclamamos por reclamar, e gastamos a substância da alma, que é o tempo, inutilmente. Ele vai sendo perdido em banalidades que nos trazem um fruto amargo de digerir: a tristeza.
É uma experiência desagradável e difícil conviver com uma mulher mal-humorada, amarga e rude.
Uma mulher que, realmente, se sente bela tem um brilho no olhar todo especial, uma originalidade, uma liberdade interior única, uma segurança rara. É muito mais uma beleza espiritual, interior, do que uma beleza comprada no shopping.

