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Estou viciada em dar para estranho.

Eu confesso que não consigo me controlar. Tudo começou no carnaval de 2015, quando eu e meu marido viajamos com alguns amigos e amigas para o litoral. Foi assim… Eu queria muito um espetinho de camarão. O cheiro estava me matando. Então não aguentei e resolvi seguir o cheiro. Meu marido não quis me acompanhar, nem a nossa colega. Eu fui sozinha. Só que no quiosque, um rapaz jogou uma indireta pra mim, dizendo que sentia inveja do camarão, quando eu dei a primeira mordida. Eu olhei pra ele e o cara era um gato. Virei a cara, mas depois olhei de novo, enquanto caminhava. Isso o deixou confiante e ele veio atrás, já sendo bem direto, dizendo que seria bem rápido comigo e que nem queria saber meu nome ou telefone, só gozar gostoso. Vou te contar heim! Aquilo me fez arrepiar. Cheguei a tremer. Então ele me agarrou e me beijou, sem nem se importar com o camarão que eu ainda mastigava. Eu acabei indefesa. Só que eu me dei conta e o empurrei, meio que dando um fora. Andei mais um pouco e ele novamente me agarrou, dizendo que não ia durar nem cinco minutos, me pedindo por favor pra dar pra ele. Eu nunca tinha ficado com um desconhecido. Na verdade eu só tinha saido com três homens: meu primeiro namorado, meu marido e um ex namorado, com quem traí duas vezes. Mas eu confesso que a minha xana pegou fogo. Eu disse pra ele me esperar depois de uma hora nos coqueiros. Então, com a desculpa de comprar mais um espetinho, eu fui até lá. Muito nervosa, mas fui. Chegando no coqueiral ele estava me esperando e a gente começou a andar juntos. Só que tava cheio de casais procurando o mesmo que a gente. O lugar que eu tinha em mente já estava ocupado. Eu pensei em desistir. Foi quando ele me escorou na arvore e me beijou com vontade, já me amolecendo alí mesmo, perto do outro casal. Quando eu dei por mim, a gente já estava metendo muito gostoso. Tanto que o casal saiu dalí. Durou um pouco mais de cinco minutos, quando a gente começou a gozar juntos. Foi insanidade pura. Eu queria mais. Muito mais. Mal conseguia respirar. Mas precisava voltar. Meu marido nem desconfiou. Só a Joze que fez cara de quem sabia que eu tinha aprontado.
Depois eu conto as outras vezes. A ultima foi ontem durante a votação.

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Escrito por Anônimo

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