Eu tinha 16 anos, quando um senhor me abordou e me pediu pra dar o cu para ele.
Até então, era algo que nunca tinha me passado pela cabeça.
Mas nesse instante, acendeu um desejo incontrolável de fazer o que ele me propôs.
As palavras vulgares que ele usou, foi o que mais mexeu comigo.
Foi exatamente assim: Que bunda gostosa, vc já deu o cu?? Deixa eu comer esse cuzinho gostoso. Eu lhe perguntei: Vc quer pôr o pau no meu cu e me foder?? Ele: Vou te foder muito e encher teu rabinho de leite.
Isso foi numa construção perto da minha casa, perguntei: Onde?? Ele: Vem comigo.
Saímos para trás do terreno entramos no mato, até um ponto onde ele parou, amassou um pouco os arbustos e tirou seu enorme pau para fora, mandou eu pegar no cacete, obedeci prontamente. Era uma vara descomunal, certamente, tinha mais de 20 centímetros e era muito grosso, tinha a cabeça bem larga e era envergado para cima, saía um tanto de líquido de tesão e ele me falou: Você gostou de pegar?? Eu balancei a cabeça que sim. Ele: Quer chupar?? Eu: Não.
Ele: Quer me dar o cu?? Eu: Sim. Ele: Vai deixar meter tudo isso no teu cuzinho e vai aguentar eu te foder bastante?? Eu: sim.
Aquela tora nas minhas mãos, me deixando louco de vontade de ser fodido logo.
Ele: Vc já deu o cu?? Eu: Nunca. Ele: Vc sabe que vai doer?? Eu: Muito?? Ele: Um pouco, mesmo assim vc quer?? Eu: Sim. Ele: Tem certeza que quer?? Eu: Sim. Ele: Tá com bastante vontade?? Eu: Sim. Quer que eu foda o teu cu?? Eu: Sim. Ele: Quer muito mesmo??
Eu: Quero. Ele: Então peça, o que vc quer. Eu: Quero que vc coma o meu cu. Ele: Pede direito. Eu: Coma o meu cu, por favor. Ele: Vc quer ser minha cadelinha? Eu: Quero ser tua cadelinha, coma meu cu, por favor.
Ele me mandou tirar a roupa e deitar, obedeci, ele também tirou a roupa e me mandou abrir bem a bunda, aquelas palavras sujas e as ordens dele, me davam mais tesão ainda.
Eu lá deitado com a bunda arreganhada, esperando aquela tora me arrombar, era uma sensação indescritível.
Ele deu uma cuspida bem no meu cuzinho e começou a pincelar aquele cabeção no meu cu, eu sentia meu cu piscar muito, então, ele me disse. Tá pronto pra levar o meu pau todinho?? Eu: Sim. Ele: Então me pede. Eu: Enfia esse cacete no meu cu e me fode, por favor. Então ele se deitou sobre mim, e só o fato de eu sentir o peso dele e os galhos que me esperavam embaixo de mim, já era muito bom. Então, ele deu uma estocada, eu senti uma dor tão forte, que quase apaguei.
Pedi: Tira, tira, tira. Ele tirou e parou por uns instantes e sem que eu esperasse, deu outra estocada ainda mais forte que a anterior.
Nova dor e novo pedido para que ele tirasse.
O ato de repetiu pela terceira vez, então ele recuou um pouco e cuspiu na minha bunda de novo, colocou o pau entre minhas pernas e disse: Você não vai aguentar meu cacete, então vou dar uma foda nas tuas coxas.
E começou a fazer o vai e vem nas minhas coxas, enquanto me provocava com suas palavras sujas.
Você não quer ser minha cadela, vc nem aguenta deixar o pau entrar, nunca vai conseguir dar o cu, vc não chega nem a ser uma putinha, muito menos uma cadela.
Eu respondi: Eu vou aguentar o teu pau, põe dentro do meu cu e me fode.
Mais uma tentativa e outra vez, eu quase desmaiei.
Então ele me deu a ideia de ele ficar por baixo e eu sentar na cara, assim eu poderia controlar um pouco melhor a dor.
Fiz da forma que ele falou
Ele deitou com a pica para cima e mandou eu pegar o mastro com minhas mãos e afirmar no meu cu e ir sentando, eu obedecia tudo que ele mandava, mas a dor era muita e eu não conseguia fazer o pau entrar em mim.
Até que mais uma vez, ele falou que era melhor desistir, então eu lhe disse: Quero fazer o teu pai entrar todinho no meu cu, me ajuda, por favor.
Então eu segurei o cacete com as duas mãos e afirmei bem na entrada do meu rabinho, e deixei o meu peso cair por cima e não recuei mais. Sentia aquela tora me rasgando, a medida que o meu cu ia se abrindo, até que em certo ponto, não ia mais, meu pequeno orifício não cedia a entrada do cacete.
Ali estava eu, suspenso por um pau no meu cu, que não tinha jeito de entrar, então ele me pegou pela cintura e me puxou para baixo com muita força, foi aí que a resistência das minhas pregas começaram a ceder e eu comecei a sentir o cabeção me arrombando.
A dor era imensa, ardia, queimava e eu quase desmaiando, então a cabeça, finalmente estava entrando em mim. Quando o meu anelzinho, finalmente foi rompido, ainda tinha muita madeira para se alojar em mim.
Então ele me segurou firme e disse: Cadelas dão o cu de quatro e me virou por baixo dele, fazendo com que minha bunda ficasse arrebitada e a minha cara no chão no meio dos gravetos. Foi nessa posição que ele empurrou o resto da pica pra dentro, eu senti que aquilo foi parar no meu estômago.
Ele socou tudo, até que eu senti seus pentelhos na minha bunda.
Então ele começou a me foder, tirando a metade e empurrando de volta até o talo.
No início, devagar, depois foi socando, cada vez mais rápido e mais forte.
O saco dele batia no meu e os pentelhos na bunda, foi aí que eu comecei a relaxar e foi ficando gostoso, ainda doía demais, mas eu pensava: Tô dando o cu e isso é bom, tem uma pau me fazendo e vai gozar no meu cu, aquilo era muito bom.
Eu tava me realizando me sentindo uma verdadeira cadela. Até aquele dia, eu nunca tive interesse, e de repente, tinha um macho me comendo.
Ele falava muita putaria pra mim, me fez prometer que eu nunca esqueceria dele e que o meu cu seria dele pra sempre e eu só conseguia fazer: hum hum, hum hum.
Ele demorou muito pra gozar, acho que mais de meia hora. Sempre socando aquele pauzao com muita força bem no fundo do meu cu.
Até que eu senti que um líquido quente começou a jorrar dentro de mim e ele dizendo: Toma o teu prêmio cadela, fica com minha porra no fundo do teu cu.
Depois de gozar, ele relaxou o peso, deitando em cima de mim, com o cacete atolado bem no fundo.
Enquanto me dizia que eu era uma putinha de responsa, que poucos viadinhos tinham aguentado o cacete dele como eu.
Quando ele tirou o pau para fora, tive a sensação de dever cumprido, eu tinha dado o cu de verdade, deixando um macho me foder e gozar.
Saímos do mato em silêncio e voltamos para o prédio.
Lá ele me recomendou que não contasse pra ninguém.
Concordei com ele e fui embora.
Foi a única vez que fiz isso.
Sempre tive vontade de fazer de novo, mas nunca mais tive a oportunidade.
Depois pensando, eu me dei conta que devia ter mamado aquele pau e podia ter bebido a porta dele, mas ele não mandou eu fazer isso.
Eu obedeci tudo que ele falou, mas se ele tivesse me feito chupar o pau dele…
Sempre tive a fantasia de encontrar um macho mandão, que me ordenasse daquele jeito, gosto de obedecer.
Gostaria de encontrar alguém que me faça chupar o pau, lamber o saco, depois me mande dar o cu e enquanto me fode, me chame de puta, de cadela e tudo mais…
Que soque uma pica bem gostoso no meu cuzinho e que me deixe tomar a porra.
Alguém se habilita??

