Olá, me Chamo Carlos, hoje moro em BH, tenho na faixa dos 40 anos e vou contar uma aventura que tive anos atrás quando ainda solteiro.
Um amigo meu adorava exibir a esposa dele. Ela era baixinha (1,60), branquinha, rabuda e siliconada, dizia que adorava fazer marquinha de bikini. A gente era como irmãos, ele contava pra ela sobre as minhas aventuras, eu sou safado quando pego uma solteirinha carente na balada, se a coisa fica boa, transo até na rua. Uma vez saímos e tomamos todas, ele convidou pra ir tomar a saideira na casa dele. Levamos 5 e subimos pro ap, ela subiu uns 10 minutos antes, chegando lá, ela estava no sofá sentada de lado, com aquela tora de coxa mostrando e fazendo o shortinho do baby doll parecer uma calcinha quase. Tomamos mais umas 3 na cozinha, ele ficou ruim, ajudei ele levantar e ele foi tomar banho. Ela me deu toalha, pediu pra tomar banho e ajeitou o quarto de visitas. Quando entrei no banheiro vi o fio dental verde claro que ela usou pendurado no aparador de toalha, cherei e senti o cheiro gostoso da buceta dela e tinha uma babinha na renda da calcinha. Esfreguei o pau na calcinha, melei ela mais ainda e coloquei de volta. Tomei meu banho, ela me emprestou um calção dele e saiu do quarto entrando no banheiro. Miniyos depois deu descarga e saiu de lá sussurrando uma canção qualquer que mal ouvia, virei pra dormir de barriga pra cima, sem cueca, só de calção. Luzes apagadas, nada de sono, nessa época eram só aqueles celulares que mal filmavam, eu tinha um samsung que dava pra enviar e receber vídeos por Bluetooth, fiquei no escuro vendo um vídeo ( vou baixar aqui e mando ele anexado nesse conto), pensando nela, naquele rabo se ela ficasse de 4 pra mim. De repente ouço a porta do quarto deles abrir devagar, como era ao lado do que eu estava, desliguei o celular e fingi que tava dormindo. As luzes se acenderam, pude ver pelas pálpebras um pouquinho abertas que as canelas eram as dela e as luzes se apagaram, mas a porta continuou aberta, encostada, de repente sinto as mãos tocando minhas coxas e subindo devagar, me causando arrepios pelo corpo, ela ficou alisando bem de leve meu pau sobre o tecido do calção, nessa noite fazia calor, ela começou a dar mordidinhas no meu pau por cima do calção, soprando seu hálito que esquentava tudo por dentro do short, então sinto que ela puxou um pouo pra baixo o calção e deixou so a cabeça de fora e começou a beijar de língua bem na cabeça, fiquei louco, gemia baixinho, ouvi ela sussurando um "safado pauzudo", confesso que quase gozei, mas segurei pra ela aproveitar, ela então enfiou a mão e tirou tudo, meteu a boca e chupou com gosto. Nunca pensei que ela fosse capaz de ser tão safada daquele jeito. Engoliu até as bolas, depois chupou uma bola de cada vez, bateu ele na cara, sussurava que meu pau era um tesão de grosso, o marido dela já roncava e dava pra ouvir de onde estávamos. Eu continuava imóvel e ela tarada me estuprando ali quase do lado. De repente ela parou, subiu esfregando o corpo no meu, chegou com a boca quente em meu ouvido e disse: "encontrei minha calcinha lambuzada no cesto, aí o sono foi embora e o tesão foi a mil, foi quando senti ela montar e encaixar aquela buceta babada na minha tora e desceu devagar cada centímetro, até que eu pudesse sentir encostando no útero. Ela ficou quietinha gemendo baixinho, então eu resolvi reagir e devagar segurei a bunda dela com as mãos e apertei abrindo bem aquele rabo, ela se assustou e eu segurei ela firme e comecei a torar ela com vontade ela pediu pra ir devagar porque não ia aguentar segurar o gemido. passei a mão de lado e peguei o short do baby doll dela e coloquei na boca da safada e acelerei a cepada. Então paramos na gozada dela, senti ela tremendo a buceta dela mordendo com força meu pau, ela tentou sair, então levantei e pedi pra ficar de 4, ela pediu pra esperar, não podíamos, a qualquer momento o meu amigo poderia acordar. Ela ficou de 4, tateei pra achar a bunda dela, fui passando a mão pra achar a buceta, passei a mão ela e o melado escorria a vontade, dei um beijo de língua naquela buceta quente que tinha acabado de gozar e subi até o cu, percebi que ali também já tinha levado vara um dia. Encaixei de novo e soquei de forma que não fizesse barulho das coxas e fui alisando o cu dela com o dedo, tirava o pau e passava o melado da buceta no cu, enfiei 1 dedo, fui fazendo dupla penetração nela, quando comecei a sentir que ia gozar acelerei e na hora de gozar, tirei e enfiei a cabeça do pau no cu dela que tentou sair mas deitei em cima dela e tampei sua boca, a pulsada do meu pau abria o cu ainda mais e ela rosnava, os jatos foram fortes, ficamos uns 3 minutos daquele jeito. O marido roncava de bêbado, eu estava mais tranquilo em relação a isso pois me alimentei bem e bebo bem mais devagar, mas estava na seca e tinha mais costume de virar a noite bebendo. Ela se levantou segurando o rabo, colocou a calcinha de volta no lugar, saiu correndo pro banheiro, se lavou e foi dormir, eu me limpei depois e deitei. Abri a janela pra sair aquele cheiro, fumei um cigarro no quarto pra ajudar a esconder o crime e dormi. No outro dia, ele ainda dormia, ela ja tinha acordado, mas tava deitada com ele, me vesti e fui no quarto pedir pra ela trancar a porta. Na hora de sair foi sem beijos, sem conversa, apenas trocas de olhares, selando a cumplicidade, certeza que um dia vai rolar novamente.

