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O tio de meu marido

Ainda cheia de dúvidas e receios, me apresentei ao concierge do hotel que, prontamente, me pediu que o acompanhasse.

Descemos uma pequena escada e chegamos a uma pequena sala muito elegante e confortável com algumas poltronas e uma mesa redonda. Olhando em volta percebi que as paredes eram, na verdade, prateleiras com milhares de garrafas de vinho dispostas. O rapaz, então, pediu que eu me colocasse à vontade explicando que Mauro estaria por chegar.

Enquanto apreciava o bom gosto da decoração, pude perceber que engenhosamente, a sala criada no interior daquela adega produzia um efeito interessante. Embora eu estivesse isolada, pois o acesso aos vinhos acontecia pelo lado de fora, quem estava no ambiente externo conseguia ver e perceber nitidamente tudo o que acontecia dentro da sala, uma vez que as paredes eram cristalinas. Isso, de alguma forma, expulsou meus medos em relação àquele encontro que estava por acontecer.

Entretida olhando o movimento de algumas poucas pessoas que por ali passavam, ou de garçons que subiam em escadas para apanhar uma garrafa de um vinho específico, me assustei quando um homem se aproximou, apresentando-se como Mauro. Ele não era nem um pouco parecido com seu sobrinho, meu marido, que era um intelectual com um corpo franzino; este homem, já grisalho, era o retrato de um esportista. Forte, alto, percebia-se seu corpo atlético por debaixo de sua camisa polo e bermudas.

Pedindo-me que ficasse à vontade, ofereceu-me uma taça de vinho que eu educadamente recusei. Voltaram as dúvidas e receios. Não estava segura de que havia tomado a decisão correta em aceitar aquele convite para uma conversa privada com Mauro, de quem apenas conhecia as histórias contadas pelo meu marido. Estar ali com aquele homem me assustava!

A alternativa oferecida por ele, caso eu recusasse seu convite, era ainda mais assustadora e por isso lá estava eu.

– Minha cara sobrinha, vejo que você é ainda mais bonita pessoalmente do que naquelas fotos que lhe mandei no seu WhatsApp.

Agradeci o elogio, mas ficou evidente o meu desconforto com toda aquela situação. As fotos que Mauro se referia faziam parte de um dossiê que ele pacientemente montou a partir de alguns affairs que eu tive com outros homens e que meu marido não tinha a menor ideia. Mauro enviou-me as fotos e exigiu que eu o encontrasse a sós. Do contrário, as fotos seriam enviadas para o meu marido e, ao mesmo tempo, postadas na net. Uma chantagem que eu aceitei participar para buscar uma maneira de dissuadi-lo de sua intenção.

– Por favor, aceite a taça de vinho. Você vai precisar ficar um pouco mais relaxada para que essa nossa conversa possa fluir bem para o seu lado. Tomemos esse vinho enquanto vamos assistir a um pequeno vídeo. Dizendo isso, liga a TV e começamos a assistir a cenas minhas, na cama, com um casal de amigos.

– Sim, disse-me ele. Tenho todas as gravações das brincadeiras que você fez na casa dos Albuquerque. Foi a partir daí que te descobri e depois disso, foi fácil. Contratei um profissional que acompanhou seus passos e pode fazer fotos e gravações de todas as suas brincadeiras. Tenho muito material e precisamos conversar muito para que eu me decida sobre o que fazer.

Então ele sabe muito mais do que eu imaginava, pensei comigo. Meu mundo caiu! Por fora daquela professora universitária, bem casada, de costumes conservadores, existia a minha verdadeira essência: adoro sexo e gosto do sexo em todas as suas formas e expressões. Meu marido, coitado, nunca poderia me proporcionar o que eu preciso. E, se ele sabe da minha vida com os Albuquerque, ele sabe que não tenho limites.

Percebendo que minha taça já havia se esvaziado, ele veio até mim e, enchendo-a de vinho, me pediu para que eu me despisse. Assustada, disse que não, e isso o irritou profundamente.

– Olha aqui, sua vagabunda! Se você ainda não aceitou, isso é um problema seu. Mas, se você quiser continuar tendo sua vida de riquinha, mamando na teta do dinheiro do meu sobrinho, terá que lidar com uma nova verdade: você – a partir de hoje – é minha puta, minha propriedade. Você fará sempre o que eu quiser e quando eu quiser. Simples assim! Vou respeitar os seus horários porque quero que você continue casada. Mas, você será mais uma mulherzinha a me obedecer.

E, apertando fortemente meu pescoço, resmungou entre os dentes: “Tire toda a roupa, agora”.

– Mas, as pessoas lá fora podem ver, argumentei. E, ele, com um sorriso no rosto disse que sim e que, na realidade, todos ali eram amicíssimos dele e já sabiam o que iria ocorrer aqui dentro. Olhando para as cenas do vídeo, e entendendo que não me restavam opções, me despi.

Mauro se sentou em uma poltrona em frente e pediu para que eu desfilasse nua pela sala. Calmamente começou a alisar seu pênis e, abrindo sua bermuda, o colocou para fora e mandou que eu o chupasse.

Enquanto isso, eu percebia que as pessoas que passavam por ali, sorriam e faziam comentários. Eu permanecia muito tensa, assustada e continuava sem me situar. Ele brincava com meus seios, acariciava meu rosto, me dava tapinhas. Aos poucos, fui me excitando e isso foi aumentando minha volúpia.

Esqueci que estava ali por causa de uma chantagem, e me joguei naquela cena. Nua, em um local semi público, chupando um homem que eu nunca tinha visto e sendo observada por pessoas que apenas passavam ao redor. Já estava totalmente molhada e enquanto chupava com muita vontade, comecei a me masturbar.

Mauro trocou de posição comigo, colocando-me de quatro na poltrona e penetrou-me sem nenhuma pena, rasgando-me na primeira estocada. Com maestria, me penetrava com sua pica muita rígida enfiada na minha xoxota, e massageava a cabeça do seu pau enquanto enfiava seus dedos no meu cu. Em muito pouco tempo, cheguei a um orgasmo que deixou claro para ele que eu havia aceitado os termos de seu contrato e seria, a partir daquele dia, sua puta. E eu tinha certeza de que tinha encontrado o parceiro para buscarmos as experiências mais loucas possíveis de existir.

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Escrito por Anônimo

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4 Comentários

  1. BELO CONTO , MAS NA VEDADE UM PONTO IMPORTANTE É QUE NÓS NÃO CONHECEMOS NINGUEM.
    DORMIMOS MUITAS VEZES COM DESCONHECIDOS ÍNTIMOS DE LONGA DATA ,
    SEGREDOS TERRIVEIS , QUE SÓ SÃO TERRÍVEIS TALVEZ , POR SEREM SEGREDOS .
    JA IMAGINOU SE ESSE MARIDO DESSA HISTORIA SONHA COM UMA ESPOSA ASSIM ,MAS NÃO SENTE-SE AVONTADE PRA SE ABRIR, ENQUANTO A ESPOSA É ASSIM E NÃO SE MOSTRA PREFERE ENGANAR ; TALVEZ POR NÃO SE SENTIR AVONTADE PRA DIZER OU POR FALTA DE ESCRÚPULOS MESMO.

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