em

AMOAMO

Da curiosidade ao prazer, passando por medo e dor: dar a bunda

Pediram para eu dizer sobre a MINHA experiência. Não é lição para ninguém, é para quem tem dúvida ser ajudado com um depoimento pessoal, sem qualquer pretensão.

Vou fazer esse desabafo porque um conhecido meu, que terminou se revelando para mim e ficou espantado quando eu também disse a ele que era bi, disse que eu deveria contar meus sentimentos desde a dúvida até o prazer de dar a bunda, alertando que só fui levar vara já adulto e “caminhei muito” até afastar as dúvidas e os questionamentos. É que esse meu conhecido tem um amigo que se confessou atraído a experimentar o sexo anal como passivo.

Primeiro, não conta o troca-troca de infância. Tudo muito nervoso e a gente era criança demais. 

Depois, virei comedor e apaixonado por xoxotas (até hoje sou).

Parti para sair com trans e sempre ativo. Algumas até me sensibilizaram, chegaram perto, mas meu rabo continuou intacto. Nem tesão na região anal eu tinha (sempre curti fazer boquete em trans).

A chave começou a ser virada quando uma garota de programa (mulher cis) começou a chupar muito meu cu e depois enfiar dedo. Mesmo aí, eu me considerava 100% ativo.

Meu medo: vou deixar de ser homem e virar gay total.

Mas a curiosidade mata o gato, como dizem. Comecei a imaginar sendo passivo para trans e teve o dia que me arrisquei a dar a bunda a uma delas. Foram muitas tentativas, foram algumas trans, eu jamais relaxava, nem sentia entrar direito, sentia dor e arder e mais nada. Na maioria das vezes, o cacete não entrava além da cabecinha.

Enfim teve a primeira vez completa, eu levando bimbada e tudo, só que não deixei demorar. E isso se repetiu muito: ardia, demorava para relaxar, demorava para entrar, levava umas estocadas e tirava logo.

Não sentia tesão algum em dar a bunda, sentia uma vontade monstra de ser passivo, da safadeza mesmo, de ver uma mulher linda me enrabando, tudo apenas na imaginação – na real eu não relaxava. 

Até que um dia me cu relaxou, levei muita piroca no rabo, que ficou todo relaxado levando paulada dentro, sentia o saco da trans batendo na minha bunda, gozei com uma rola me cutucando por dentro. Gostei. Em seguida dei outras vezes sem a mesma sensação de prazer, como se o prazer fosse somente naquele vez específica.

Só que agora, quando saio com trans, já sou penetrado bem mais facilmente, ainda que passe um bom tempo sem dar a bunda; relaxo mais rápido e gozo com mais rapidez também.

Não foi só a perda das pregas do cu que me ajudou ao prazer anal. Foi também eu resolver comigo que, se eu não prejudico ninguém, tenho direito de experimentar e sentir o que eu quiser. Para ter coragem de tentar experimentar dar a bunda tive de vencer muito medo, muito preconceito meu (eu fiquei várias semanas com vergonha após dar a bunda pela primeira vez; quem me encarasse, ainda que fosse um desconhecido na rua, eu imaginava que ele estaria zombando de mim) e decidir se eu queria ou não tentar ser passivo. 

Das dores e ardências iniciais, do nervosismo no início a ponto de tremer quando me colocava na posição para ser passivo até hoje quando eu escolho se quero curtir ser passivo houve muito tempo, muita encucação, muito arrependimento por ter tentado ou, pior ainda, ter gostado.

Nunca quis ser passivo para homem, há quem só goste de ser passivo para homem e não para trans. Tem homem que só curte inversão feita por mulher com instrumento. Há quem descubra logo se gosta ou não, há quem não tenha dúvida e nem quer experimentar. Conheço gente que deu e não curtiu. Conheço gente que nem queria saber e hoje não vive sem algo dentro da bunda. Não há regra.

Eu apenas tirei uma dúvida que EU tinha, gostei e curto como curto bebida alcoólica: com moderação. Apesar de eventualmente poder tomar um porre… 

Esse desabafo é para você, amigo de um amigo meu que está nervoso e curioso para dar a bunda.

--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?

Reportar

O que você acha?

Escrito por ramon

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

6 Comentários

  1. Dar a bunda é uma delícia, mas é uma experiência muito pessoal, como vc mesmo disse. Eu comecei com os troca troca de infância, e sempre preferi ser passivo. Nem lembro quantos anos tinha mas era gostoso e só sentia prazer, adolescente a coisa voltou e ficou mais completa, passei a dar no sigilo pra um amigo meu. Doeu no começo mas depois ficou gostoso. É como andar de bicicleta, fiquei anos sem dar. Só tive coragem já adulto, dei pra um cara e foi uma delícia, rebolei muito no pau dele. Meu ápice foi dar pra um cara bem dotado, pau de 25cm, nem sei como aguentei tudo. Até ele se surpreendeu e disse que ninguém nunca tinha aguentado a rola dele daquele jeito, e ele socou em mim de 4, sentia o saco dele batendo na minha bunda, foi até o talo. O pau dele era gigante comparado ao meu pequenino rs…

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

adoro ser comido de quatro

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Gozei no colchão