Eu confesso que me apaixonei pelo meu amigo Arthur. Começou quando ele me ligou desesperado e chorando porque sua mulher o tinha deixado. Fiz uma espécie de operação cupido para unir o casal. Depois Adriana (mulher dele) conversou comigo e eu a convenci a voltar pra ele. Acontece que no dia do aniversário dela ele me convidou e, chegando lá, me disse que tinha uma confissão a fazer. Falou que ia me dizer uma coisa boa e uma ruim. Minha cabeça girou com a ansiedade pra saber do que seria esse assunto. Na madrugada quando estávamos bebendo eu e ele, sua esposa já tinha se recolhido. Foi quando ele disse olhando em meus olhos que nunca tinha tido nada com uma pessoa do mesmo sexo. Mas não entendia o fato de estar desejando “me enrrabar”. Bem, foi essa a expressão que ele usou. Fiquei trêmula. Não fizemos sexo porque eu tive juízo, e a outra estava a poucos metros de distância dormindo em seu quarto. Mas nos beijamos até as 4:00 da manhã. Eu confesso que adorei aquilo tudo.
Agora só me resta acordar pra realidade e viver toda essa aventura guardada comigo mesma.
Diz ele que agora vai até minha casa. Disse que quer uma lasanha, bebidas, porque a noite vai prometer. Vou comprar logo um creme bom, porque quando estávamos nos beijando senti o tamanho do negócio que vai me maltratar. rsrs.
beijo a todos.


Situação bem polêmica!
Aproveita porque tá escasso