Quero desabafar para assumir que fui dominado e feminizado por um velho negro. O que eu vivencio hoje nas mãos do Titão, um Sr. de 67 anos, ex- vigilante da universidade onde eu trabalho, é resultado da minha postura diante da presença deste homem que representa o cúmulo da masculinidade. Titão é dono de uma beleza masculina que faz com que ele sustente um comportamento altivo que faz ele rapidamente envolver e conduzir a gente para qualquer situação em seu benefício. Isso envolve algumas situações vexatórias que expôs alguns professores amigos meus que até se demitiram por ter sua honra exposta no ambiente de trabalho. Mesmo assim, não fui astuto o suficiente pra escapar a sua lábia. Nas horas vagas, passei a dar atenção às suas conversas, sempre agradáveis, graças a sua habilidade de ficar nos elogiando e quem não gosta de um elogio. Numa dessas conversas, Titão pegou na minha mão quando tentava me despedir dele e ficou segurando-a mais tempo que o necessário, me olhando com sorriso de canto de boca e me elogiando, me dizendo que eu era muito simpático e que ele me admirava muito por isso. Envolvido, eu permiti quase sem perceber que ele ficasse alisando minha mão por alguns instantes. Quando acordei, pedi licença e me despedi. Olhei pra trás e ele estava encarando minha bunda descaradamente. Eu que nunca tive tendências homosexuais me indignei, mas nada fiz a respeito. Daí pra lá, Titão ficou muito abusado comigo. Numa festa de fim de ano, ele veio a sentar na minha mesa e quando ficamos só nos dois na mesa, ele pexou assuntos ligados a sua vida sexual. disse estar morando sozinho e que se eu quisesse, poderia passar a noite com ele depois da festa. Falei para o Titão que eu não era Gay, mas ele com ar confiante retrucou, claro que é! Aposto que quando você vai pra casa depois das nossas conversas, deve se masturbar pensando na minha rôla dentro desse cúzinho. Fiquei congelado aoouvir isso e não tive o que falar. Isso, encheu Titão de poder e dali até o fim da confraternização foram frases que jamais pensei em ouvir na vida. Eu estava sendo exposto a situações vexaminosos na frente de colegas. Ele me abordava no meio das minha conversas nos grupos de amigos e me deixava em situação embarasosa. Eu vendo que poderia ter machada a minha honra cedi a sua pressão e aceitei sair da festa com ele. Entrou no meu carro e minha intensão era deixá-lo em algum lugar e eu ir pra casa, mas eu já tinha entrado no seu jogo. Titão me conveceu a levá-lo pra casa. Quando achei que me livraria dele,, ele mudou o comportamento e falou que estava umpouco alto e que tinha se excedido comigo, se desculpando pelo comportamneto, fiquei comovido e aceitei seu convite para entrar e tomar um café com ele.
Na sua casa, entrei e sentei no sofa enquanto ele foi passar um café. Quando retornou, estava sem camisa e foi inevitável olhar para seu peitoral trabalhado e seu abdômem bem sarado para idade. Me serviu o café e sentou-se do meu lado. Enquanto ele me contava que estava muito solitário e que sentia muito falta de compania, ele aproveitou pra falar que sempre teve muito apetite sexual e aquilo atrapalhava muito nos seus relacionamentos. Ele falou que nunca conseguiu ficar sem sexo, nem ao menos por um dia. Depois, voltou a falar no dia em que deixei ele segurar minha mão, dizendo que ele fez um teste para saber se eu gostava de homens, pois ele tinha um dom para reconhecer isso nos outros. E ele teve certeza quando eu permiti que ele fizesse carinho na minha mão naquele dia. Eu quis desconversar, mas ele percebeu que a xícara tremia na minha outra mão e novamente observei um sorriso maroto de canto de boca. Ele conduzia tud de maneira segura e roteirizada sem que eu percebesse. Pediu pra eu passar a xícará pra ele, colocou na mesinha de centro. Um silêncio se estabeleceu no recinto e ele de pé na minha frente, passou a me olhar fixamente nos olhos. A situação me constrangeu e desviei o olhar. Ele me perguntou: _Porque você não encara a verdade logo? Eu respondi com outra pergunta: _Mas que verdade?. Ele falou, que você está louco pra ter meu pau dentro de você. Eu fiquei congelado e nada respondi. O silêncio foi quebrado com outra pergunta dele: _ Porque você aceitou que eu trouxesse você até minha casa, mesmo depois de tudo que eu falei que ia fazer com você esta noite, se você não quisesse receber meu pau nesse cú? Eu gaguejei e no final acabei respondendo que não sabia e que eu estava tão confuso, que ele estava confundindo tudo e….. ! Olhei pra ele e o vi indo com a mão e aforuxar o cinto da calça, abrir o botão, descer o zíper, enfiar a mão dentro da cueca e sacar o seu pau para fora. Estava meia bomda ainda, mas era impressionantemente grande e grosso. Seu saco era colossal também. Eu fiquei inerte, sem fôlego. Eu somente olhava aquilo. Ele estava a poucos centímetros de mim. Começou a se aproximar lentamente e meu coração disporou. Ele chegou muito próximo do meu rosto e eu já podia sentir seu cheiro. Não sei definir, mas acho que cheiro característico do pau de um macho. Ele entra pelo meu nariz como um elixir afrodisíaco. Fiquei extremamente excitado. Ele perguntou se eu queria pegar nele. Eu respondi com voz trêmula que não sabia.
Ele falou: _Pode pegar se quiser! Falei pra ele que ia só pegar e mais nada. Ele falou que tudo bem. Levei minha mão até aquele membro e quando toquei, senti a grossura, o calor, o peso do seu pau e foi inevitável percorrê-lo inteiro, da base até a cabeça que ainda estava coberta pela pele. Após percorrer toda sua extensão por algumas vezes, me fiz curioso e puxei a pele até expor sua cabeça e nesta hora mais uma descarga do seu cheiro típico entrou por minhas narinas. A descarga de adrenalina foi instantânea. Sua reação também foi magnífica. Seu pau começou a crescer e assumir uma postura ereta, passando de uma leve curva pra baixo pra uma acentuada curva pra cima. Veias robustas se revelaram e a cabeça passou de uma coloração meia azulada pra uma cor avermelhada. Agora ele pulsava fortemente na minha mão. Eu senti orgulho de ter provocado esta reação nele. Eu já estava enamorado por aquele pau, toda aquela masculinidade pediu que eu iniciasse uma leve punheta nele. Eu punhetava lentamente ele e com minha outra mão resolvi dar atenção ao seu imenso saco. Passei a acarinhar suas bolas que emanavam um calor intenso como um febre local. Eu nunca imaginei chupar o pau de outro homem, mas eu estava tomado por uma sensação inexplicável de submissão a machesa de Titão e então, abri minha boca e a levei em direção ao seu pau e lentamente engoli o que pude. Devido a grossura e tamanho, não foi possível engolir muita coisa, mas me dediquei a aprender como fazer pra dar prazer a ele. Mantive repousado na minha língua e não deixando meus dentes fazer atrito com o pau dele. Assim comecei a fazer movimentos de vai e vem e quando chegava na cabeça, eu a sugava. Eu também passei a dar um trato nas sua bolas, revesando uma e outra dentro da boca e depois percorria toda extensão do pau dele deslizando língua, da base à cabeça e engolia novamente o que podia do seu pau. Depois de um tempo foi ele quem começou a foder minha boca. Foi minha primeira garganta profunda. Apesar do desconforto, mesmo sufocado ao extremo, a ponto de provocar ânsia de vômito, era prazerso não ter nenhum controle sobre aquele ato. Eu era usado por ele e essa sensação me fez entender que a submissão a ele me deixava extremamente excitado. Quando ele parou de forder minha boca, eu caí sentado no chão em frente ao sofá, salivando e lacrimejando muito, tentando recuperar o fôlego. ele em pé tirou o resto da roupa e mandou que eu tirasse a minha. Assim que me recuperei um pouco, obedeci a ele e tirei minha roupa. Ele mandou que eu ficasse de joelhos em frente a ele, voltou a enfiar o pau na minha boca e enquanto eu chupava seu pau, suas mão tocaram a parte de trás das minha coxar e forçaram minhas pernas para fora, afastando-as. Pegou uma das bandas da minha bunda e forçou para fora, expondo meu cú. Foi aí que meu coração quase saiu pela boca, quando seu dedo achou a entrada do meu cú. Seu dedo estava brincando com meu cú que começou a alternar contrações e relaxamentos involuntários, como se fossem esparmos. Perdeu contato por alguns segundos e voltou a tocá-lo, só que dessa vez ensalivado. A sesação foi melhor ainda. O movimento circular que seu dedo fazia no meu cú, me levou a loucura. Eu não sabia como continuar chupando seu pau e sentido aquele sensação que vinha do meu cú. Eu tinha que me dedicar àquilo que estava me provocando a melhor sensação da minha vida até aquele momento. Então iniciei um reboladinha que acompanhava seu dedo. Mas já não era suficiente pra mim, eu estava louco de tesão. Eu queria ele dentro do meu cú. Eu abaixava meu quadril para que seu dedo pudesse me penetrar. Ele correspondeu e começou a enfiar seu dedo em mim. quando ele já brincava dentro do meu cú, pude botar seu pau dentro da boca de novo e ele voutou a tomar as rédias da situação. Começou enfim a me dedar com mais vigor, tirando seu dedo quase até o fim e voltando a atolar até o fundo. Eu ajudava, forçando o quadril pra baixo buscando o toque mais profundo possível. Depois já estávamos sincronizados, pois a estocadas do seu dedo me jogavam contra as estocadas do seu pau na minha boca. Eu estava completamente nas suas mãos. Este jogo durou um tempo, até que ele tirou seu dedo do meu cú e tentou tirar o pau da minha boca, mas sentindo tanto tesão naquela posição se submissão que enquanto seu pau saía da minha boca, eu tentava mantê-lo, indo atrás dele como um bezerrinho, mais foi inútil, pois a essa altura sua intensão era penetrar meu cú com seu colossal pau. Eu sabia que sofreria uma penetração impiedosa sabe-se lá por quanto tempo, mas o meu tesão me encorajava a encarar meu merecido castigo por ter cedido àquela situação. Papéis definidos, ele o macho que iria impor toda sua masculinidade a mim, que cumpriria papel aposto, passivo e submisso, recebendo-o dentro de mim como o prêmio devido a sua conquista. Achei por bem que aquele sofá seria o local adequado para ser abatido por ele, mas ele tinha planos diferentes para mim. Fui levado ao seu quarto, com uma cama que constratava como o resto da casa, muito simples. A cada, diferentemente era até luxuosa, tamanho KingSize, mostrando que ele dava importância para aquele ambiente. Fui então colocado deitado de barriga pra cima com minha bunda bem nos pés da cama. Com as mãos na minha cintura, uma ajeitada pra cá e outra pra lá., ele parecia ter achado a melhor posição para me penetrar. Era uma espera angustiante. Eu me deixava manipular e uma vez na posição ideal, minhas pernas foram jogadas para cima e pra trás ao mesmo tempo. Fique todo exposto. Mais uma vez ele ensalivou os dedos e dessa vez os três mais centrais da mão. Levou osdedos repletos de saliva e passou sobre o meu cú, que piscava alucinado. Com a mesma mão, pegou seu pau e encaminhou em direção ao meu cú até que sua cabeça encostou nele. Eu fiquei alucinado sentido a cobeça em contato com meu cú. A respiração era ofegando, coração a mil, um calor insuportável se espalhou pelo meu corpo. Comecei a sentir uma pequena pressão da cabeça, mas não conseguia relaxar. Cada forçada fazia meu cú contrair. Não era de medo, pois eu já queria que ele metesse em mim,era involuntário, tesão puro.
Mesmo assim ele forçava, mas não entrava, pois o danado d meu cú sempre contraía. Eu comecei a dar uma reboladinha, que junto com a lubrificação da saliva e a pressão que ele fazia pra entrar, enfim meu esfíncter cedeu e a cabeça começou a entrar. Foi muito gostoso quando o anel da cabeça passou e a cabeça pode se alojar dentro domeu cú. Doeu sim, eu confesso. Mas ele parecia ser experiente e teve paciência pra se manter naquela posição para que eu acostumasse. Eu já estava mais relaxado, mesmo com a cabeça do seu pau laceando o meu cú, eu já conseguia me mexer para me posicionar de forma mais cômoda, pois a dor que a passagem da cabeça pelo meu esfíncter, fez eu me contorcer todo e eu acebei todo torto na cama. Para me acomodar, foi inevitável rebolar meu quadril e isso foi muito prazeroso pra mim e pra ele, então continuei a dar uma reboladinha com meus quadris, mesmo depois que já estava posicionado. Ele então reiniciou a penetração. Centímetro a centímetro, pacientemente e ciclicamente ele repetia, penetração, parada pra me acostumar e minha reboladinha no seu pau como aval para buscar mais profundidade. E assim foi até sentir coxa com coxa e seu saco na minha bunda. Assim ficamos mais um tempo, meu cú mordiscando seu pau e quando meu cú relaxava era vez do seu pau pulsar dentro dele. Foi assim por um tempo, até que ele começou a fazer um movimento com seu quadril, mas sem perder profundidade, apenas um leve movimento circular que me fazia sentir seu pau brincar dentro do meu cú. Depois de um tempo assim, enfim ele começa e retirar o pau do meu cú. Incrível a sensação do pau deslizando dentro de mim. Ele é extenso e o movimento lento faz aquilo parecer eterno. O anel da cabela faz uma pressão na portinha do meu cú, nessa hora meu cú se contraí, quase que impedindo o pau de deixar o conforto do meu cú. Ele sente, e começa a me penetrar letamente até estar todo dentro de mim. Novamente estou em extase, apesar de com uma dor que insiste em aumentar. Ainda estou duportando ele dentro de mim, mas a custas de gemidos e choramingos sofridos que não tenho como controlar. Estou disposto a mais, e solto enfim a frase, me fode Titão! Ele não se altera e sabe que ainda não é a hora. Eu me desespero e começo a rebolar mais intensamente durante suas penetrações. Aumentam meus gemidos e choramingos. Sinto que estou me perdendo. Ele está altamente concentrado na sua tarefa, não muda a velocidade das penetrações. Eu começo a jogar meus quadris contra seu corpo quendo ele está entrando em mim. Eu queria mais e mais pau. Numa dessas forçadas, sinto uma dor intensa e sinto escorrer um liquido no meu cú. Começa uma ardência grande que me faz dizer Aiiiiiiii! Ele percebe e tira o pau por alguns instantes. Afasta minha bunda. Não fala nada, mas vai até o banheiro e me deixa ali com aquele dor r ardência extrema. Não sei o que está acontecendo e quando ele retorna e trás papel higiênico. Afasta minha bunda de novo e pressiona com o papel. Mantém um tempo equando tira vejo que tem sangue. Fiquei preocupado, mas ele me acalmou, falou que é normal, pois eu ainda era muito apertado. Com outro papel ele passou e me mostrou, falando que tinha parado. Ele foi na gaveta e pegou um Ki-gel, ele estava preparado pra isso. Me lubrificou bastante, estava bem desconfortável, mas toda aquele fricção me acendeu o tesão novamente. Ele também logo esta duro de novo. Eu me posicionou de novo e voltou a encostar a cabeça no meu cú. Estava tenso agora, mas decidido a terminar aquilo. Ele sabia que a dor não ia mais ceder e eu também. Ele falou ‘Agueta!’ e empurrou. Eu dei um grito, qur dor. Entrou, e dessa vez ele foi direto até o fundo. Tentei levar as minhas mãos na sua barriga pra impedir, mas ele foi rápido e segurou-as a as prendeu junto a ele. Com uma das mão prendendo meus pulsos, utilizou a mão livre para para colocar minhas pernas apoiadas nos seus ombros. Sem ter como me defender, fiquei exposto pra começar a receber estocadas mais firmes conforme seu desejo. Comecei de fato ser fodido por ele. Ele agora me mostrava que era o homem ali. Eu pedia pra ele parar, eu chorava e tentava escapar das suas estocadas, mas ele parecia uma máquina. Eu mexia meus quadrils procurando diminuir a profundidade, mais ele habilidosamente acompanhava meus movimentos. Sua força era incrível, eu não conseguia me soltar. Nessa luta insana, nos arrastamos alcançando a cabeceira da cama. Fiquei encurralado na cabeceira e isso acabou por me imibilizar de vez. Então ele ficou mais ainda senhor das ações. Mesmo com muita dor, já não era possível fazer mais nada, minha forças estavam acabando. Eu sofria golpes em meu cú que me levavam às lágrimas de fato, sem forças até pra gritar, só um grunhido rouco saía da minha boca. Ele estava me destruíndo. A dor não cedia. Eu perdi completamente as forças e passei a observá-lo, de uma posição esdruchula, minha cabeça comprimida contra a cabeceira da cama, meio de lado, coluna toda torta e minha bunda um pouco pra cima, desferir estocadas poderosas contra meu cú. Foi assim até que num dado momento a dor já estava num nível tão mais baixo que pareceu nem existir. Eu então percebi que estava completamente subjulgado por ele. Não havia mais honra para ser defendida. Isso me abriu para possibilidade incríveis de servir ao prazer daquele homem sem a culpa que até então me consumia por ter cedido aquilo. Dai pra lá, não mais resisti a ele, me deixei ser usado completamente. Fui penetrado por ele em diversas posições naquela noite. Ele demonstrou um apetite incrível pelo meu cú. Ele gozou fartamente dentro de mim.A primeira vez dentro do meu cú e a segunda, despejou tudo na minha boca. Apesar de um sabor que não estava acostumado, eu engoli tudo com muito orgulho. Fiquei feliz de ter podido dar prazer a ele aquela noite. Depois desse dia, ele me ensinou a gozar pelo cú e eu não quero saber de gozar de outra forma desde de então. Sou frato a Titão por ter me mostrado uma nova vida.



belo conto… bom q vc se permetiu… depois tem q contar as outras experiencias…
Nossa que delicia eu queria um macho gostoso desse
Belo conto!
Me identifiquei com o seu conto. Pois também passei por um processo de submissão com piroca preta. E foi incrível.
Eu era hétero, mas não entendia porque a piroca preta do meu primo me chamava atenção. Sempre que eu olhava eu tinha vontade de ajoelhar, minhas pernas ficavam bambas. Até então não sabia sobre essa “aura” de dominância que os pretos têm sobre os brancos.
Hoje sou passivo e aceitei minha vida de submisso ao homem negro.
não entendo.. sempre q leio um conto gay o cara tá desesperado com dor.. é sempre igual
ué, doer faz parte.
Que delícia! Vc tem talento para escrever. Parabéns.