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Minha segunda vez…

Oi
Esse conto segue o relato “minha primeira vez…” de louis, que está nesse site tambem, vai fazer mais sentido se vc ler o primeiro antes de ler esse.
Depois daquela experiência com meu vizinho eu despertei mesmo para o sexo, ele tinha esquecido a revista porno em casa e eu comecei a me masturbar diariamente.
Olhando a revista eu admirava a beleza das mulheres, mas intimamente me identificava com elas acho.
Um dia a noite antes de dormir comecei a me masturbar vendo a revista, meu pintinho não ficou muito duro esse dia, então me veio um impulso.
De baixo da coberta, abaixei meu short e passei o dedo no meu rego, minha mente voltou para aquele dia, aquela sensação do corpo dele me envolvendo por trás.
Meu cu estava seco, mas muito quente e piscando involuntáriamente, passei os dedos na boca pra molhar com saliva.
Comecei a enfiar o dedo no meu cu, lembrando daquele dia, comecei a rebolar de leve imaginando que dava a bunda pra um dos machos da revista.
Toquei meu pênis de leve, e mesmo com ele molinho, acabei gozando fartamente.
Depois desse dia sempre que me masturbava, sentia a necessidade de enfiar um dedinho no meu cu.
As vezes quando estava bem excitado chegava a enfiar um segundo dedo, a vontade de dar crescia dentro de mim.
Desde aquele dia da minha primeira vez, meu vizinho me evitava, quando a gente se via ele desviava o olhar.
Algumas semanas se passaram e eu encontrei ele na porta da casa dele, não sei o que deu em mim, acho que os hormônios falaram mais alto.
– E aí beleza? – dei a mão pra ele tentando sorrir relaxadamente.
– Uhm – ele devolveu o aperto de mão com firmeza, mas evitava me olhar.
– Não quer ir lá em casa pegar a tua revista? – eu perguntei com a voz desafinada
Ele finalmente me olhou por alguns segundos, meu lábio tremeu levemente, ele levantou as sombrancelhas, acho que entendeu o que poderia acontecer.
Ele concordou sorrindo nervosamente e entramos na minha casa.
Fomos direto pro meu quarto, eu falava de jogos para relaxar a pressão.
Quando chegamos no meu quarto eu lembrando de como ele tinha elogiado minha bunda e tomado por um tesão inconsequente, abaixei pra pegar a revista de baixo da cama de forma desajeitada, mas procurando empinar a minha bundinha o máximo possível.
– Toma aí – dei a revista a ele com a mão levemente trêmula
Ele olhou pra revista e pra mim, nitidamente tenso.
Comentei com ele que tinha um jogo de luta novo, que se ele quizesse podiamos jogar.
Ele topou, sentamos os dois na cama e começamos a jogar.
Sentei desnecessáriamente perto dele quase encostado.
Podia sentir o calor do corpo dele, o cheiro do suor, ele desconcentrado, morreu na hora de enfrentar o chefe ( era um beat them up).
Fiquei ali apertando os botões aceleradamente.
Senti ele apoiar a mão atrás do meu corpo.
Eu me inclinei pra frente simulando concentraçãi, estava conciente de que o moletom velho que eu usava revelava meu cofrinho nesse momento.
Ele deu uns tapinhas na minhas costa e disse:
– Vc ta quase ganhando, só falta um pouquinho – pra o meu arrepio total quando ele abaixou a mão, apoiou no elastico velho da minha calça, revelando meu reguinho.
Eu fingi que nada acontecia e continuei concentrado no jogo, vi ele se movimentar para ajeitar a calça com a outra mão, ele estava com o pau duro.
Meu coração deu um solavanco, eu não tinha muita certeza do que queria.
Quando faltava um hit para ganhar do chefe senti o dedo dele tocar meu cu.
Como se um choque eletrico percorresse meu corpo, dei um pequeno solavanco, vendo que ele não recuo o movimento inclinei ainda mais o corpo pra facilitar o acesso.
Ele alisava meu cu com carinho, notei que começou a massagear o próprio pênis por cima da calça.
Eu como é claro perdi no jogo, mas ja movia meu bumbum pra frente e pra tras estimulando ele a avançar.
Ele tentou meter o dedo mas estava muito seco, e doeu, eu passei os meu dedos nos lábios enchendo de saliva e esfreguei no meu rego.
Ele então enfiou o indicador lentamente inteirinho pra dentro do meu cu.
Eu, ja consumido pelo tesão, passei a mão na calça dele pra sentir o pau duro. Abaixei o ziper e tirei aquele pau pra fora, duro feito pedra.
Fui punhetando ele de leve enquanto ele socava o dedo no meu cu.
– Deixa eu ir um pouquinho? – a voz dele saiu desajeitada.
Eu envergonhado, mas cheio de vontade, levantei derrepente, o dedo dele escapou do meu cu, abaixei a calça até o meio da coxa e deitei de bruços na beira da cama.
Ouvi ele terminando de abrir a calça e passando saliva no pau.
Eu tremia dos pés a cabeça, respirando forte, minhas mão foram pras minhas nadegas e eu as afastei, revelando meu cuzinho ansioso para ele.
– Vai ser minha menina agora – disse ele baixinho esfregando a cabeça do pau na entrada do meu cu.
Eu fiz que sim com a cabeça, ja estava morrendo de tesão, embora a posição me impidisse de tocar meu pintinho.
A cabeça foi entrando, aquela dor da primeira vez voltou, mas eu ja conhecia ela, então tentei aguentar como pude, só tive condição de dizer “devagar…”
O pau dele foi entrando e a dor foi aumentando, lembrei da ultima vez que ele disse pra eu fazer força como se fosse fazer coco.
O pau foi entrando numa velocidade constante até o talo, quando estava tudo dentro pedi pra ele ficar paradinho pra eu me acostumar.
Ele obedeceu, e uns dois minutos eu comecei a rebolar de leve.
A sensação era estranha, doia e era desconfortável, mas sentir o pau quentinho dele todinho dentro de mim, sentir a respiração ofegante de prazer dele… Era uma delicia.
Ele começou um entra e sai desajeitado, eu gemia baixinho, ele abria minhas nadegas com força, chegava a doer a forma como ele me pegava, mas não sei porque, eu tambem gostava disso.
Ele começou a acelerar e intensificar a socada, eu sentia dor e vontade de fazer cocô, mas ja jogava meu corpinho contra o dele.
Foi aí que a campainha tocou.
Ele tirou rápido como um raio o pau do meu cu arrumando a roupa, eu levantei igualmente rápido subindo o short e a cueca em uma fração de segundo.
Ele pegou o controle do videogame tremulo, eu fui rápido até a porta ver o que era.
Chegando lá era um senhor que afiava alicates que morava na nossa rua tambem. Ele perguntou se estava tudo bem comigo porque eu estava com umq cara estranha.
Disse que estava tudo bem e que não precisava afiar nada.
Ele me olhou de uma forma desconfiada mas com um leve sorriso e saiu.
Voltei rápido pro quarto e meu vizinho estava ali fingindo que jogava.
Eu tirei o controle da mão dele e abri rápidamente sua calça.
O pau dele com uma mistura rascante de aromas saltou pra fora ainda duro feito pedra.
– chupa? – ele pediu timido.
– não – a ideia me parecia nojenta, punhetei ele uns segundo, abaixei minha calça e minha cueca e sentei no pau dele.
O pau deslizou pra dentro com alguma facilidade, o q me surpreendeu, era a primeira vez que eu sentia mais prazer do que dor.
Começei a subir e descer, sentindo ele bem molhadinho dentro de mim. Nessa posição eu via meu pintinho bem durinho, com a cabecinha vermrlha e inchada balançar pra cima e pra baixo.
Começei a punhetar meu pau, sentia q o orgasmo vinha
Acho que ele tambem ia gozar, ele me pegou com força, meteu a mão por debaixo da minha camiseta e apertou meu peito como se fossem seios.
– Vou gozar cadelinha! – acho que ele ouviu aquilo em algum filme, ele começou a meter forte de baixo pra cima me desequilibrando, tive que largar neu pintinho e me segurar nos joelhos dele pra não cair.
Eu deixei escapar um gemido agudo, algo naquela fala dele mexeu comigo… Cadelinha?
Senti meu pau pulsar forte e sem tocar nele espirrei uma grande quantidade de porra no chão q minha frente.
Meu cu piscava firte involuntariamente, o que tambem ordenhou a gozada dele pra dentro de mim, gozamos praticamente juntos.
Eu perdi as força e deitei de lado, ele deitou pra trás, quando o pau dele saiu um som engraçado de peido saiu da minha bunda.
Ficamos ali deitados ofegantes por alguns segundos. Senti a porra dele escorrer na minha bunda.
-tenho que ir embora- ele disse
– não conta pra ninguem- eu falei subindo a calça.
Ele levantou e foi rápido embora, eu achei que devia tomar um banho, o sabonete fez meu cu arder horrores, aquela sensação toda era uma confusão só.
Qyando terminei o banho, por curiosidade virei pro espelho pra admirar minha bundinha.
Ele tinha razão, era uma bundinha feminina, abri minhas nadegas e admirei meu cuzinho dolorido, eu gostava mesmo daquilo? Só tinha um jeito de ter certeza…

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Escrito por Louis

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3 Comentários

Ser mulher é ótimo

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