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Vizinho convenceu o menino a dar o cuzinho

Fui vizinho de um rapaz (adolescente) chamado Celinho, em Neves, São Gonçalo. Ele comeu alguns garotos (crianças) da vizinhança.

Quando eu tinha entre 8 (talvez até menos) e 10 anos, Celinho me convenceu a dar a bundinha para ele.

Ele botou seu pau duro, grande e bonito (eu achei o pau dele bonito) para fora e meteu bem devagar no meu cuzinho já bem molhadinho de saliva (eu deitado de bruços no chão). Ele foi metendo bem devagar, com calma, ensinando meu cuzinho a receber sua pica (acho que a gente já nasce sabendo). Ele foi metendo tranquilo, aos pouquinhos, suave, dócil, sem pressa (macho alfa profissional). Em nenhum momento senti dor.

Aquela sensação prazerosa fez com que me soltasse todo! Deitei a cabeça sobre meus braços, totalmente relaxado, fechei os olhos e fiquei sentindo aquela delícia de prazer, aquela delícia de penetração, o cheiro gostoso no ar.

Quando o pau dele estava bem dentro (seu pau ensinou ao meu cuzinho a abrir e fechar na hora certa), ele começou a mexer mais rápido e gozou dentro de mim (não esperava por isso, porque era minha primeira vez).

Não tenho palavras para descrever o deleite que senti pela surpresa desse momento. Ele me encharcou todo com o seu esperma quente e muito úmido (fiquei muito cheio de porra).

Ainda possuído pela sensação de ser inundado por aquele leite bom e viscoso (senti ser enchido de porra), o pau maravilhoso de Celinho começou a deslizar de uma forma que me fez explodir (silenciosamente, na carne) de indescritível prazer!

Ele gozou muito! Eu me lembro de cada pulsação daquele pau e de cada jato de esperma quente que me preencheu todo (era muita a quantidade daquela porra deliciosa!).

Quando ele tirou o pau (tirou suavemente, devagar, como meteu) senti meu cuzinho (muito melado e babado da porra) apertar o nó da cabeça daquela delícia de pau duro (foi outro momento delicioso).

Senti seu esperma quente escorrer, fazendo cócegas até chegar no meu saco. Quando levantei, senti maior prazer ainda, quando o grosso da porra transbordou do meu cu (muita, muita porra!).

Eu confesso que foi uma delícia sentir o pau de Celinho esporrando dentro do meu cuzinho de menino. Foi o prazer mais maravilhoso, mais esplêndido que senti em minha vida. Nunca poderia imaginar que seria tão bom, que sentiria tanto prazer. Jamais me esqueci e nunca consegui esquecer.

Celinho, você foi demais! Você foi maravilhoso! Você é o melhor!

Passei a vida toda desejando repetir, com você e só com você, essa experiência.

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Escrito por MarlonFox

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10 Comentários

    • Sim, foi muito prazeroso para mim. Celinho foi muito gentil e delicado. Não me machucou, não me fodeu. Ele me deu prazer. Para uma criança de 8 anos, virgem e inexperiente, pode parecer incompreensível ou inimaginável, mas, para mim, foi uma verdadeira revelação. Eu sofri muito por toda a minha infância, adolescência e juventude por ter dado para Celinho, sofri muito, porque achei que todos ficaram sabendo e me condenavam. Mas o prazer que senti foi inesquecível. Repetiria com Celinho mais muitas vezes. Mas não fiz, porque ele contou para outros garotos da idade dele e mais velhos. Nunca mais ele me comeu, por causa disso. Senti muita vergonha.

    • Exatamente. Foi bem feito. Celinho soube me comer e eu quis dar para ele, estava curioso. Não me machucou, não me invadiu, não teve pressa. Ele meteu devagar, com calma, deixando entrar bem pouquinho de cada vez e voltando, para entrar mais um pouquinho. Ele foi deslizando para dentro de mim com a categoria de quem sabe comer um menino virgem. Hoje eu sei que ele não meteu tudo. Ele não me comeu para me machucar, ele me comeu para sentir prazer. E me encharcou com o leite de seu prazer.
      MarlonFox
      [email protected]

  1. Entendo seus sentimentos, Nabunda, e concordo que tenha sofrido. Eu sofreria também, se Celinho usasse de violência. Ele foi extremamente gentil e carinhoso.
    Escreva um desabafo e publica para nós conhecermos a sua história!
    Eu não tinha atração por homem, e ainda não tenho. Eu gosto de pau, só. Eu não era, nem sou, afeminado. Celinho foi me seduzindo. Ele fazia isso muito bem, porque não fui o único que ele comeu.
    Eu costumava frequentar a casa dele. Sempre conversava comigo e me dava atenção, até começar a entrar no assunto de sexo.
    Certa vez, ele estava encostado no piano da mãe dele e me mostrou o pau duro. Tocava punheta e olhava para mim, falando sacanagem. Lembro de olhar para o pau dele e achar bonito e com odor agradável. Num momento, ele pediu para eu dar um beijo na cabeça do pau. Nessa hora, eu saí. Só tinha a noção de que era errado aquilo que ele me pediu. Mas, voltei outras vezes, certamente por querer conhecer aonde a coisa ia chegar. Estava muito curioso, eu gostei do pau dele, quando ele me mostrou duro e cheiroso.
    Ele foi tentando, até que conseguiu.
    Como eu disse, não sabia o que ia acontecer. Só sabia que ele queria enfiar o pau dele no meu cu. O que ia acontecer, a partir daí, eu não sabia nada.
    Eu concordei em dar para ele e gostei muito. Tenho saudade daquele momento.

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