Vou começar este desabafo de uma forma diferente de tudo que vocês ja leram por aqui. Vou descrever a cena que determinou o que é minha vida hoje. Estou amarrado a duas cadeiras com minhas pernas uma em cada cadeira, Elas estão afstadas o suficiente para que as bandas de minha bunda estejam completamente abertas e meu cú totalmente exposto. Meus pés algemados a uma mesa de madeira muito robusta assim como meus pulsos e não me permitem movimentar além de alguns centímetros. Eu estava com braços e pernas todo machucados de tanta força que fazia para fugir daquela situação
Zé Carlos é um Negro que conheci em Minas Gerais e ficamos amigos a alguns meses e ele ganhou minha confiança. Mas a um mês atrás ele me convenceu a ir em sua casa e eu inocentemente fui e depois de três dias me encontrava cativo e sexualmente a sua mercê.
Mesmo implorando para que me deixasse ir embora ele desequilibradamente revelou ser doutrinador de viados brancos e ele me tornaria sua escreva branca pessoal. Não acreditava que eu estava passando por isso. Os três dias que estive sob seu poder, a promessa era que eu irria emplorar pra levar pica dentro do cú e depois eu iria aos poucos me transformar em uma de suas mulheres trans.
Eu tinha certeza que o cara era louco e iria com certeza fazer ele perceber que o que ele queria nunca iria acontecer. A verdade é que a cena descrita no início apesar de real não é totalmente verdadeira, pois eu lutava com todas as minha forças com a cabeça do pau de Ze Carlos encaixada na portinha do cú e com ele controlando qualquer tentativa minha de engolir cada centímetro dela.
Você devem estar confusos agora com minha confissão, mas vou esclarecer.
Realmente quando cheguei em Minas a seu convite eu era um homem com convicções, mas na manhã seguinte depois de tomar todas em um bar eu amanheci amordaçado por ele e começou meu calvário. Ele começou uma tortura continua me mostrando vídeos onde ele fazia de tudo comcarinhas brancos bem parecidos comigo. Os caras não tinham cú, eram parecido com pequenas bocetinhas, pois eram achinhas longelíneas como uma fenda,não eram redondinhos como um anús normal. Os caras eram chamados somente por nomes femininos e todos usavam roupas femininas.
Eles tratavam Zé Carlos como um Rei, chamavam apenas de meu senhor ou meu macho. Zé Carlos os tratava de forma ríspida e humilhava os caras o tempo todo . Eu não acreditava que alguém pudesse aguentar um pau daquele calibri dentro do cú e ainda agradecer ao comedor depois de ser fodido por horas.
Mas Zé Carlos estava me provando que aqueles caras estavam completamente satisfeitos por servir sexualmente a ele. Eu assisti praticamente 24 horas de vídeos de Zé Carlos fudendo vários cús sem parar. Eu no fim já estava adorando aquelas cenas e até já tinha tido umas ereções e começava a achar aquilo erótico de alguma forma.
Zé Carlos desligou o computador e soltou uma de minha mãos mas ficou me vigiando para que eu não soltasse a minha mordaça. Ele agora ligou a televisão e colocou um cd no Hometeather e falou que minha mão estava livre para que eu pudesse me aliviar um pouco do tesão que eu com certeza estava sentindo. Ele então pegou um tubinho de Ki-Gel e passou no meu cú com requintes de crueldade, alisando a entrado do meu cú por varos minutos. Eu para mostrar indignação tentava me remexer, mas era em vão pois os movimetos não impediam ele de brincar no meu cú. Ele depois, enfiou um plug anal no meu cú e ligou a função vibrador e foi domir e me deixoi ali assistindo aquele fime que s´tinha negros caralhudos se masturbando e gozando ou fodendo cú de caras brancos. Eu fiquei ali impressionados com o tamanho e a rígidez daqueles membros e pensando no que aqueles caras estavam sentindo com aquelas jebas entrando e seus cuzinhos. Em determinado momentos percebi meu pau pulsando por causa do vibrador e um liquido ralo escorrendo do meu pau e meu corpo tremendo descontrolado. Pronto, eu estava tendo um orgasmo anal, que vergonha. Depois adormeci e quando acordei já estava com meu outro braço algemado a mesa e em total imbilização.
Durante toda a manhã ele me humilhou verbalmente e só me tratava ppor pronomes femininos. O cara era louco. A tarde ele me deu comida na boca, eu fiz um joginho para mostra indignação mas depois aceitei que ele colocasse comida na minha boca pois estava morrendo de fome. Ele disse que eu só comeria de novo após ter me transformado em uma de suas fêmeas. Mas me acalmou e disse que isso seria logo, pois níguem havia resistido por mais de três dias e eu já estava no final do segundo. Ele a noite me deu uma especie de banho, com uma bacia embaixo da bunda ele me lavou todo com sabonete e xampoo. Ele aproveitava para me abusar, passando sua mão áspera em todas as partes do meu corpo e quando foi me lavar por baixo e pasava de forma lenta suave da base do meu saco até meu cú onde ele se dedicava por mais tempo. Eu tremia todo, e não era de ódio, mas sim de tesão. Meu cú pulsava violentamente quando seus dedos espalhava a espuma na região do meu cú. A tortura foi tão grande que eu fui obrigado a soltar um gemido arrastado e afeminado e quase gozei nessa hora.
Ele estava cnseguindo o que queria de mim. Eu já lutava contra meu desejo de pedir pra ele me foder como ele fazia com aqueles caras no filme. Mas ainda tive uma última força e resisti sem deixar ele vencer por enquanto. Mas ele foi cruel e ele me enxugou e quando pensei que seria deixado de lado, ele ligou mais uma vez a televisão com aquele filme de negros dotados e dessa vez a coisa foi pesada, pois eram cenas de caras sendo arrombados de verdade, cenas que deram errado e os caras não aguentaram o tamanho do pau do comedor negro, mas os caras foram sendo forçados a dar assim mesmo. Tinha cara que pedia pra parar mas o negão não parava. Dava pra ver o sangue escorrer do cú ds caras. Enquanto olhava aquilo,Ze Carlos colocou um banco largo embaixo de mim e depois se sentou nele. Eu não podia vê-lo bem por não conseguir me mover muito e também o filme já me chamava mais a atenção do que antes. Foi então que senti ele mais uma vez me lubrificar o cú com KI-Gel mas dessa vez foi diferente, pois o que ele enfiou no meu cú não foi o plug anal, ele enconstou algou quente e com uma testura diferente. Ele foi forçando um pouco eeu pude sentir que o formato era clilindrico e grosso. O anel não resistiu muito tempo e cedeu e senti certinho que a largura maior se alojou dentro do meu cú e o resto era um pouco mais fino pois meu cú sentiu a pressão diminuir. Aquilo estav dentro de mim inquestionavelmente, mas não sabia o que era. Imaginei que se fosse outro plug ele iria ligar a função de vibrar só pra me torturar. Mas isso não aconteceu. Me concentrei no filme de novo e o tesão começou a aumentar. Meu cú começou a mordiscar aquele objeto dentro do meu cú. Só então percebi que quando meu cú relaxava era a vez do objeto pulsar. Então me ocorreu o que era aquilo dentro do meu cú e então me desesperei e comecei a me debater tentando fazer aquilo sair de mim, mas não tinha sucesso e as horas me deixaram exausto e quando parei de lutar senti aquilo me invadindo um pouco mais. Meu desespero foi completo quando meu pau estava todo ereto de tesão e meu corpo todo arrepiado de desejo.
Não podia estar acontecendo aquilo comigo. Ele parou de enfiar aquilo em mim e eu tentava ergue o corpo pra fazer ele sair, mas não era possível. O desgraçado fez de um jeito que eu só podia ir pra baixo, ou seja o único movimento que podia produzir era pra me fazer enterrar cada vez mais em seu pau. O jeito foi ficar passivo para não demostrar que eu já estava querendo me arriscar a engolir aquele pau até o final.
Fiu um lutador corajoso e resisti o quanto pulde, mas o filme me fazia ter um tesão incrível no cú e embora eu não me jogasse contra seu pau, meu cú mordiscava alucinado aquele membro eo mantinha ereto por mais de horas e o cara era resistente. Ele não me fodiamesmo podendo fazer. Ele aguardava pois sabia que logo eu me entregaria pra ele.
Eu passei 10 minutos pessando o que seria de minha vida se escolhesse me entregar pra Zé Carlos e depois de muito refletir e sem forças pois estava horas sem comer nada e isso foi proposital pois a fome nos deixa fracos de espirito e nos deixamos sibjulgar. E finalmente após refletir, eu já admitia que o único desfecho possível era que Zé Carlos triunfasse sobre mim então resolvi acabar com aquela tortura e me joguei contra o pau dele buscandomais penetração.
Só que não tive sucesso, Zé Carlos não permitiu que eu fosse penetrado assim tão fácial. e manteve a profundidade da penetração como estava. Eu percebendo isso mas já querendo receber pau, agora lutava pra conseguir mais alguns centímetros que fosse daquele bruto membro negro dentro de mim.
Com requinte de maldade ele me negava e eu juntando as últimas força me forçava pra baixo a ponto de machucar meus pulsos e tornozelos. Agora vocês estão montando a cena nas suas cabeças. A cena de eu tentando escapar da minha imobilização não era pra escapar do meu algoz, mas sim buscando ser penetrado profundamento por seu monstruoso membro negro.
Nínguém pode me culpar por não lutar por cada centímetro daquele pau, mas com requinte de crueldade Zé Carlos tirou o pau de dentro do meu cú, desligou a TV e se retirou do comodo. Passeia noite amarrado, nú, no escuro e solitário, arrendo de tesão no cú. As cenas não saíam da minha cabeça e não preguei o olho a noite toda.
Eu amanheci sonado, fraco, espiritualmente destruído e fragilizado ao extremo por aquele negro gostoso. Fui liberto mas não tinha mais a vontade de querer fugir, mesmo livre meu desejo era de estar junto dele. Eu queria a sua proteção e estava disposto a fazer de tudo para que ele me aceitasse.
Ele me desprezou a manhã toda do quarto dia de cativeiro e eu não esbocei nenhuma tentativa de fuga. Queria estar na sua presença e ter um pouco de atenção daquele homeme negro.
Pela primeira vez me dirigi a palavra a ele e pra minha surpresa perguntei se ele queria alguma coisa de mim e me referi a ele como Senhor. Ele me olhou e tirou seu pau pra fora e me ofereceu para que eu o chupasse. Fiquei muito contente por sua aceitação e então caí aos seus pés epeguei aquele enorme pica preta, beijei-a e a colei na lateral do rosto por um tempo. Depois apeguei com as duas mãoes e extintivamente já sabia o que fazer. Mamei naquela pica como se quisesse extrair leite dela e fiquei tremendamente orgulhoso de fazê-la crescer dentro da minha boca.
Chupei mei senhor Zé Carlospor ais de meia hora e pedi por sua pica dentro do meu rabo. Entre meu pedido e meu defloramento total passaram-se poucos segundo, mostrando que meu senhor também me desejeva e logo me colocava de quatro para ele para recebê-lo dentro de mim.
Não vou dizer que não sofri em sua pica durante uma hora e meia de foda espetacular. Procurei ser forte pra ele, mas é impossível não sofrer com 26 centimetros de carne dura feito aço dento do cú.
Ele é um homem que nos tira qualquer vestigio de masculinidade. Eu não queria mais ter um pinto entre minha pernas, desejava ter um bocetinha para recebê-lo dentro de mim. É como ele me prometeu, eu seria mais uma de suas fêmeas e foi que eu me tornei. Hoje sou uma das mulheres trans de Zé Carlos e estou passando por algumas transformações corporais para satisfazê-lo. Sou auxiliada por outras que passaram por isso e somos todas amigas.
Estou feliz agora com meu homem que me ensina a cada a ser mais mulher pra ele. Não vamos radicalizar e chegar amudança de sexo por enquanto, apenas se ele me mandar fazer, mas ele me colocou num processo de sissificação com uma castração quimica controlada pra não me tirar o tesão do cú. Somente meu pau não tem mais ereções, mas continuo a sentir orgasmo que vem mais do cú do que do pau. E agora sou Fabizinha, nome de batismo, pois pra ele somos apenas suas putinhas, mas nós todas somos apaixonadas por ele e aprendemos a amá-lo e respeitá-lo como nosso homem.


É muita mentira pra uma pessoa só
Fica o aprendizado.
Quando conhecer alguém que se diz amigo quando pouco se conhecem, evite beber demais quando saírem.
Aquela frase famosa que diz ” cu de bêbado não tem dono” faz muito sentido.
Eu não concordo com nenhum tipo de violência, mesmo que isso em algum momento dê prazer.
Não sei o que é ficção e o que foi real, e não concordo com estupro
Tirando isso, não tenho como negar que deu tesão lendo, ja pensou em escrever uma serie disso?
Relato meio estranho!
Como se diz da maneira mais chula “cu de bêbado não tem dono”. Beber demais perto de pessoas desconhecidas dá nisto.