Eu confesso que eu acredito fielmente nisso. Só quem já tomou sabe como pode ser relaxante, hipnotizante e quiçá libertador! Ceder o cuzinho, é para a submissos, a entrega sagrada, contudo, o cú está para todos, é questão de uma boa cantada, de forma que todos deveriam cedê-lo pelo menos uma vez na vida. Esqueça essa crendice popular de que o cu é imaculado, sodomia garante vaga cativa no inferno, e que a fudeca só deve cedê-lo ao seu príncipe-fudeco encantado. Acima de tudo, nada de machismo retrógrado e opressor da sacanagem, afinal praticar o “Dácuísmo” transcende o papel de furar ou ser furado.
Ha alguns estágios na prática de dácuísmo: o primeiro faz tchan.. não, não. Basicamente, você começa com medo travando o brioco, daí aceita a dor e a invasão que embora potencializem o trauma, se transformam em um prazer sem igual. Finalmente você acaba assustando o seu parceiro(a), quando suplica por um DP.
Moral da história: Vai tomar no cú!
Fico nervoso ? vai tomar no cu, que passa…

