Eu sou pastor evangélico, 29 anos. Solteiro. Desde adolescente sou muito punheteiro. No início tinha a culpa e a crise porque era dito que punheta é pecado. Mas, quando fui para o seminário, com 20 anos, cheguei a conclusão que não deve ser pecado. Deus me criou e me deu a minha rola, não há nada de errado eu aproveitá-la. E não sou hipócrita. Se algum jovem me procurar, direi o que eu penso.
Raramente fico sem bater pelo menos uma durante o dia. E tenho tesão também em me exibir um pouco. Gosto de bater em situações que posso ser pego no flagra. Já bati na roça dos meus avós ao ar livre, já bati na sala do apartamento com a porta da varanda aberta… Amo tudo isso.



Você não é pastor, a não ser que tenha fundado seu próprio “templo da sacanagem”. Pra ser pastor, por mais pilantragem que role em certas instituições evangélicas, com facetas de verdadeiro cristianismo. Pra ser pastor, bispo, diácono, ou seja lá o que for, tem que ser casado. Simples assim
Que estranho, parece a mesma narrativa do desabafo do cara que quer bater punheta com o filho, estranho…