Olá para todos. Estou voltando para relatar como foi a minha iniciação com o homem que havia feito a proposta indecente de me transformar em mais um dos seus viadinhos.
Não vou fazer rodeios e utilizar estilos de texto para que não fique parecendo um desses contos sem graça que já li por aqui.
Fui ao encontro do comedor conforme combinado. Não me senti a vontade em nenhum momento.
Estava tenso e quando o encontrei, eu fui recebido por um cara forte, desses bombados de academia.
Não era um cara bonito, mas foi simpático. Nós entramos no meu carro e ele foi indicando o caminho do motel.
Morri de vergonha ao chegar na portaria. Ele mandou eu pedir um apartamento luxo.
Eu fiz como ele mandou e entramos. Eu estava muito desconfortável com a situação.
Subimos a escada, sendo que eu não frente e ele atrás. Meu desconforto aumentou quando senti ele apertando minha bunda e depois começou a desferir pequenos tapas nela até eu abrir a porta.
Entramos, eu vi a cama onde certamente seria fodido por ele em breve e me perguntei o que eu estava fazendo ali.
Ele estava calmo e com um olhar safado e eu tendo pois não sabia como agir.
Perguntei se podia tomar um banho pois estava suando muito. Ele perguntou se podia entrar comigo e eu preferia que não, mas não tive coragem de falar.
Ele então entrou no banheiro comigo. Quando ele se despiu, percebi o erro que eu havia cometido.
O cara era mesmo superdotado como ele havia falado.
Era impossível eu aguentar aquele pau todo dentro do meu rabo.
Entramos juntos no box e ficou claro o contraste entre nós. Eu franzino, branquinho e com um pauzinho de 14 cm, flácido e ele negro, corpo todo malhado com o pau mesmo mole ainda, batendo no meio da coxa, grosso demais.
Ele ligou o chuveiro e deixou a água cair pelo seu corpo e pediu pra eu lavar seu pau.
Eu não esperava aquilo e fiquei bem inibido, mas fiz o que ele pediu. Eu passei o sabonete nas partes em torno do pau dele de um jeito tímido e depois esfreguei o sabonete mas mãos e peguei o seu pau.
Era muito diferente do meu mesmo. Ali conheci um verdadeiro pau de homem de verdade.
É quente, grande em volume e pesado, chegando a ser bruto mesmo.
Eu estava fazendo de forma mecânica mas o meu toque assim mesmo causou as primeiras reações nele.
Começou a pulsar e crescer sem parar até ficar muito rígido. Eu me assustei com o porteiro ao final da ereção.
Seu pau apesar de bem torto era bonito quando estava completamente ereto. Sem pensar eu comecei a lavar sua bolas que estavam bem inchadas.
Seu pau estava latejando enquanto eu alisava seus sacos.
Depois de lavar bastante o pau dele, ele virou de costas e mandou eu passar sabonete nelas. Eu obedeci e vi como ele era forte.
Quando acabei ele deixou eu entrar na água e pegou o sabonete da minha mão. Pensei que ele ia retribuir e lavar meu pau, mas ele foi me virando e afastou minhas pernas me deixando em posição de revista e senti sua mão entrando pelo meu rêgo e ele começou a estragar meu cú.
Ele fazia de um jeito bem safado. Lento indo da base do meu saco, mas sem encostar neles e indo até meu cú.
Que vergonha eu sentia. Ter um homem tocando meu cú daquela forma. Me sentia usado, pois o safado lavava meu cú e se aproveitava da minha vulnerabilidade para explorar o cú que ele iria certamente foder em seguida.
Eu nem percebi que ele já conseguiu arrancar gemidos de mim naquele banho.
Eu só consegui raciocinar direito depois que ele desligou o chuveiro e eu percebi que aquele banho preparou as partes de nossos corpos que seriam usados na minha iniciação sexual.
Eu preparei sem perceber o pau dele e ele preparou meu cú.
Fomos pra cama, ele deitou primeiro, se esparramou nela e ofereceu seu pau pra eu chupar.
Ele falou, seja uma boa garota e da um trato no pau do seu macho.
Eu tímido fui até a beirada da cama, sentei, tomei o pau com uma das mãos e fui com a boca em direção ao pau dele.
Era tudo tão novo e estranho. Ter o pau de um homem na boca foi estranho pra mim.
Ele era tão grande e grosso, ainda tinha o sabor do sabonete, que foi sumindo aos poucos.
Em dados momento eu senti seu verdadeiro gosto e estranhei que eu achei melhor que o sabonete que era bem desagradável.
Ele não cabia dentro da boca, então eu chupava ele todo e lambia por fora.
Percebi um líquido espesso formando na cabeça do pau. Eu estava com um pouco de nojo, mas fiquei curioso e resolvi sentir o sabor daquilo.
Fui com a língua até lá e sorvi um pouco. Eu perdi o nojo na hora e passei a engolir toda a secreção que se formava sem parar ali.
Ele gostou da minha atitude me me elogiou falando boa menina.
Ele percebeu que eu estava inclinado na cama para chupar seu pau e com uma das mãos procurou meu cú.
Afastou uma das bandas e tocou meu cuzinho com um dos dedos.
Eu dei um Pinote e emiti um som de desconforto. Tirei o pau da boca, mas ele usou a outra mào e empurrou minha cabeça para eu voltar ao boquete que fazia nele.
Molhou o dedo de saliva e enfiou no meu cu bem devagar.
Eu fiquei louco sentindo o dedo dele entrando. Não conseguia sentir aquilo e chupar o pau ao mesmo tempo.
Eu larguei seu pau e me deitei sobre sua barriga e enquanto ele me deixava eu somente emitia pedidos pra ele não fazer aquilo.
Mas ele percebia que era da boca pra fora, já que eu nada fazia pra impedir ele, pelo contrário, eu empinava mais a bunda e recolhi uma das pernas sobre a cama e me expunha mais ainda pra ele.
Eu estava com tanta vontade de dar o cú pra ele que até esqueci do boquete.
Mas, me concentrei e voltei a pegar seu pau e comecei a punhetar ele. Eu queria manter seu pau o mais rígido possível e com ele pisando e vertendo líquidos eu abocanhei com vontade e chupei quase até ele gozar dentro da minha boca.
Ele tirou o pau d minha boca e o dedo do meu cú. Levantou da cama e eu instintivamente acompanhei e me posicionei de quatro na beirada da cama.
Ouvi ele rir e senti suas mãos me pegando pra cintura mas me forçando pro lado direito.
Eu deixei ele me derrubar e me virar de barriga pra cima. Me ajeitou pela cintura, dobrou minhas pernas e mandou eu segurá-las.
Me mantive naquela posição enquanto ele pequei um tubinho no bolso da calça. Era k-gel, lubrificante.
Ele espremeu e lambuzou. mão e levou sobre meu cú e espalhou. Alucinei enquanto o sentia me unificando a entrada do meu cú e olhando pra ele, eu me rebolava todo e pedia pica dentro do meu cú.
Ele somente me olhava e ria enquanto espalhava. Mandou eu estender uma das mãos e espremeu o tubo de novo e mandou eu espalhar no pau dele.
Eu estava louco pra levar pica e fui meio estabanado e passei o gel por todo o seu pau.
Voltei pra posição e segurei as pernas. Meu cú estava batendo feito um coraçào.
Ele encontrou a cabeça do pau no meu cu e começou a forçar.
Ia ser difícil receber toda aquela pica dentro do cú, mas eu queria tanto.
Suas dimensões não permitia que o pau entrasse. Meu cú conseguiu alojar a cabeça do pau, mas o corpo era longo e mais grosso que a cabeça.
Ele compreendeu e foi paciente nas primeiras tentativas que eu fiz de impedir o pau de continuar entrando.
Eu usei as mãos nas coxas e a vez no seu abdômen pra impedir ele de continuar metendo o pau no meu cú.
Ele esperou eu parar de me defender e pediu pra eu abraçar um travesseiro. Eu fiz isso e ele recomeçou a me penetrar.
Não só abracei o travesseiro como o mordi pra suportar. Mas as pregas sendo estouradas uma a uma a dor ficou insuportável e eu voltei a freira seu movimento do quadril.
O cara perdeu a paciência e me deu um tapa no rosto. Olhei pra ele e perguntei o que era aquilo?
Ele prendeu meus pulsos na cama e gritando falou. Para de frescura e não repete isso.
Vou meter a pica do jeito que eu quiser, e se quiser gritar, chorar fazer escândalo por fazer, mas não tente me impedir de meter no seu cú ou vai se arrepender.
Eu fiquei apavorado. Ele soltou meus pulsos e eu voltei a me agarrar no travesseiro. Ele retomou a penetração.
Devo ter levado mais um 10 cm de pica além da cabeça antes de sentir minhas pregas rompendo de vez.
Tive que levar um das mãos ao seu quadril e ele prendeu novamente meus pulsos juntos com apenas umas das suas mãos.
Começou a esbofetear meu rosto sem parar. Enquanto levava os tapas na cara ele ia perguntando se eu ia continuar com aquela frescura.
Eu chorava e pedi pra ele para de me bater. Ele mandou eu conduzir o Pu dela pra entrada do meu cú e segurando meus pulsos ele mandou eu pedir pica.
Eu pedi pra ele me dar pica e ele enfiou, mas quando chegou na profundidade que estava eu voltei a tentar me defender.
Eu não aguentava aquela pica toda. Então ele se manteve segurando meus pulsos, me dando tapas no rosto e me penetrando aos poucos.
Eu apenas chorava baixinho pois tinha medo de chamar atenção de outros casais ou da gerência e seria uma vergonha.
Ele não tinha nenhuma pena de mim. Por um quinze minutos lutei de forma que podia pra suportar a penetração e até impedir, mas ele conseguiu me penetrar inteiro com seus 24cm de pau preto.
Agora, não devia ter muitas pregar restantes eu achei que seria mais fácil, mas ele começou a tirar o pau quase até o fim e enterrar de novo dentro de mim.
Eu somente chorava e procurava acomodar meu corpo pra suportar as investidas dele.
Ele era muito pesado e eu ficava sem ação quando ele soltava o peso sobre meu corpo.
Tive que me abraçar para diminuir a fúria das estocadas. Ele sentiu como se eu o tivesse enfim aceitado.
Então ele aproveitou e me virou na cama sem deixar o pau sair e eu passei a ficar por cima.
Aproveitei e desebcaixei a pica do meu cú. Que alívio, mas o cara ficou louco e apertou meu pescoço e mandou eu encaixar e sentar até o final.
Eu sufocando peguei o pau e encostei a cabeça na entrada e deixei escorregar até engoli tudo de novo.
Ele nem precisou dar mas do que um tapa no meu rosto para eu começar. Cavalgar aquela pica preta.
Eu só parava quando estava sem forças. Ele não queria nem saber e enchia minha bunda de tapas e fala. Sua bicha de merda, quem mandou sair dessa porra, senta no pau e cavalga sua puta.
Eu rapidamente me sentava de novo e cavalgava feito puta naquela pica.
Cansado de apanhar eu mesmo decidi que não ia mas deixar ele me bater naquele dia e arrumei forças não sei de onde e passei a cavalgar seu pau feito um louco.
Ele começou a perguntar ué era o meu macho e eu não sabia o ué falar e ele voltou a me bater no rosto.
Então eu me enterrava naquela pica e ele BB atia no meu rosto e perguntava quem era o meu macho e eu finalmente passei a responder que ele era o meu macho.
Ficamos assim por três minutos quando senti o pau dele pulsando mais que o normal e ele me perguntou. Minha safada quer leite dentro do cú e eu me desesperei pedindo pra ele não gozar dentro de mim.
Eu ameacei tirar o cú do pau dele, mas ele percebeu e me puxou de volta. Levei mais uns três tapas na cara e voltei a cavalgar forte n sua pica.
Ele perguntou de novo se eu queria leitinho no cú e eu larguei de mão e falei que sim.
Ele começou a me leitar e eu não fazia ideia ué seria tão gostoso receber a gozada dentro do cú.
Enquanto recebia uma quantidade enorme da porra daquele homem dentro de mim, eu extenuado debrucei no seu peito de macho e fiquei pensando que não tinha sequer usado camisinha e tinha recebido seu sêmen todo.
Em meio aquela loucura nem tive tempo de pensar em me proteger. Perguntei a ele se ele se precavida com os outros viados dele e ele disse que sim. Me mostrou o último exame de AIDS. Fiquei um pouco mais calmo.
Assim foi a minha iniciação. Estou preocupado, mas com tudo muito fresco na minha cabeça ainda que o cara tenha feito um estrago enorme no meu cú, eu sinto bastante tesão pensar nas cenas.
Vamos ver o futuro, se essa é minha vocação mesmo, vou encarar de boa.



Que bom que se sentiu realizado!
cara passa o endereço do comedor
Primeira e segunda relação com homem tive nojo de mim mesmo e deles , o primeiro não consegui continuar , o segundo mamei ele , e gozei só de mecher no meu pau , aí senti nojo do cheiro etc .não passou disso tbm, mas o tesão de querer outra vez sempre vem