“Eu confesso que sou tarado por vizinhas.
Há muitos anos, ainda adolescente, consegui um binóculo e passei a observar os prédios próximos ao meu. Comecei espiando uma moça lindíssima, morena de corpo esguio, que morava num prédio próximo, a diagonal do meu. Chegava em casa todo dia por volta das seis, com um uniforme de saia azul marinho e camisa branca. Acho que era aeromoça. Entrava e saía do quarto, parava em frente ao espelho, observando o próprio corpo, às vezes levantando a saia, ficando de sutiã, raramente ficava nua. Quando vi seu seio, empinado, com bico rosadinho, todo branco e firme, meu coração disparou, fiquei muito excitado e terminei socando uma punheta muito gostosa.
Descobri como é delicioso ver mulheres na sua intimidade, e passava horas esperando ver elas entrando e saindo do banho, passando pelos cômodos, se trocando ou simplesmente lendo ou estudando, tomando sol na piscina. Aquelas mulheres lindas, os corpinhos delineados, um seio, uma coxa, andando distraídas de calcinha com a bunda arrebitada…Acabava de tanto me masturbar escondido, olhando atento pelo vão da janela.
Depois de um tempo descobri um novo prazer: aos poucos abria a janela, passei a arriscar mais e deixar que elas percebessem que estavam sendo observadas. Era arriscado, mas ainda mais prazeroso. Algumas fechavam logo a janela, mas algumas vezes elas pareciam cooperar, me deixando de pau duro, quase explodindo. Adorava mostrar meu membro, desabotoava a calça e ficava sem camisa passando a mau no pau e depois tocando sem parar, por horas!
Além de adorar olhar as moças na piscina, um desfile de corpos femininos gostosíssimos, também olhava as janelas. procurando oportunidades. Tinha algumas preferidas, como uma moça que trabalhava num apartamento, muito magra, pele jambo,, especialmente bonita. Toda quarta estava ali limpando uma varanda e eu deixando ela me ver pelado, de pau na mão, olhando-a. Ela fazia que não gostava, mas, curiosamente, ia levantando a blusa e o shorts, até que se via a base dos seios. Devia ficar toda molhada e confusa com a situação. O auge foi quando pude ver o bico dos seus seios – ela estava quase nua na varanda! Adorava ela olhando eu me masturbar e, por gestos, dizia que a achava muito gostosa e queria comê-la.
Havia também uma vizinha logo em frente, num apartamento quase colado ao meu, podia ver ela bem perto, especialmente quando ficava estudando num quarto que usava como escritório. Era uma universitária, que estudava perto de casa, do tipo mignon, pequena, com cabelo castanho e longo, pele bronzeada, coxas fortes, com uma bunda muito gostosa, dura e grande. Passei muito tempo vendo ir e vir pela casa. Era ela sentar de shorts e blusinha em frente ao computador e eu passava a olhá-la, sentado. Então pegava o meu pau, já duro, começava a bater uma enquanto ela olhava fixo para a tela. Me levantava, ficando apenas um pouco exposto, numa altura em que podia ver meu pau e o que eu estava fazendo, mas discretamente. Ela olhava de canto, sabia que era vista mas permanecia impassível. Às vezes se espreguiçava, lançando um suspiro e esticando o corpo todo, o peito empinado a blusa subia mostrando a barriguinha, toda sexy. Então eu jorrava, gozava incrivelmente, e por alguns segundos me deixava ver inteiro. Ela fingia ignorar, mas acho que gostava, pois às vezes passeava de calcinha ou de toalha, e pude ver seu corpo algumas vezes. Os apartamentos daquele prédio tinham a janela do banheiro voltada para o meu lado, bem no box do chuveiro, da cintura para cima. A dela, especialmente, era pouco rasurada e deixava ver parte do corpo nu, toda vez que tomava banho. Quando se aproximava da janela eu via os bicos do seio, um pouco desmanchados pelo vitral, mas visíveis o suficiente para me deixar louco de prazer. Não sabia se dava para me ver, mas nessas horas me deixava totalmente visível, sabia que a simples idéia de algo entre nós era um bom álibi, então simplesmente a olhava e batia uma punheta, via ela se aproximar do vidro e não sabia se me olhava, se provocava ou não. Depois saía do banho e a via de toalha no quarto do fundo, às vezes mostrando o seio, às vezes passando de calcinha entre os cômodos. Era delicioso, me deixava escravizado. Cheguei a vê-la com um namorado transando no box. Também me lembro de uma tarde em que a encontrei meio dormindo deitada numa cama que era colada na janela, só de blusa, e eu via toda sua bunda com uma micro calcinha enterrada. Estava há uns cinco metros de distância, com o rabinho à mostra. Encostei na janela e comecei a poetar, procurei ser notado, não sei se percebeu, mas se mexia, oferecendo um belo showzinho. Nunca soube se as vezes em que deixava ser vista de calcinha, numa pose ou no banho ela me provocava ou não, mas com certeza sabia da minha presença e nunca reclamou.
No mesmo apê, depois de uns anos, veio uma loirinha, magra e bem gostosa também (sorte!). Fiz mais ou menos a mesma coisa e também fui presenteado – vi andar só de calcinha – sem sutiã- e passar rapidamente toda peladinha. Também a vi, do nada, chupando gostoso o pau do namorado, quase na janela, sem pudores. Na verdade não parecia empolgada, mas eu adoraria gozar naquela boquinha.
Vi muitas meninas lindas se exibirem. Uma loira que dançava e fazia strip tease (pena que o prédio era meio longe e eu via pouco), outra bem safadinha que saía do banho e ficava passando creminho, pelada – e eu, bem em frente no seu campo de visão tocando bem gostoso, correspondendo ao espetáculo. E outras tantas que sabiam ou não do vizinho tarado.
O primeiro contato mais forte foi quando uma menina que devia ser babá resolveu passar o telefone por gestos. Nos falamos por telefone, ela mostro os seios e tocou uma pra mim, só falando sacanagem, eu saí todo melado, louco de tesão e ela se foi dizendo que a senhora que cuidava ia acordar..
Uma certa vez uma moça bonita, alta e com cara de índia, que era empregada nesse prédio bem ao lado apareceu no meu, dizendo que ia voltar para Belém e que tinha me achado bonito, queria dar pra mim. Eu escapei, porque estava namorando (sim, eu sempre tive uma vida comum!) e queria curtir à distância apenas. Eu tinha visto ela algumas vezes embaixo, com uns bebês e deixei me ver de pau duro – ela até comentou algo lá de baixo que não havia entendido se era um elogio ou reclamação. Depois descobri uma menina neste mesmo prédio que era bem bonita e ficava de bobeira perto da janela. Comecei me exibindo com a persiana fechada, ficando meio nu, a calça jeans desabotoada e o pau meio à mostra, às vezes acariciando ele. Certo dia não aguentei e comecei a bater uma, deixando ser visto por um vão da janela. Vi que ela aceitou, então descaradamente passei a mostrar o pau bem duro, socando uma deliciosa punheta. Foi uma das melhores. Isso passou a ser rotina, antes dela dormir. Ficava de baby doll, ia para a janela, provocando, eu pedindo um showzinho – ela não facilitava muito. Às vezes eu ia para a área de serviço, ou na sala, e batia uma punheta há poucos metros dela, enquanto ela fumava um cigarro e me observava até o jato de porra jorrar. Um prazer imenso, ficava tomado naquela situação. Uma vez, por iniciativa dela, a gente desceu e conversou, mas ela foi meio evasiva e levou uma amiga que morava lá também, acho que por receio, o que impediu a conversa fluir (pra sacanagem, claro). Acho que ela escreveu um depoimento falando disso na net (algo como “meu vizinho exibicionista“), mas dizendo que a gente teria transado, o que não rolou, infelizmente.
Depois ainda tarei numa vizinha do meu proprio prédio, uma senhora loira de uns 44 anos, que não parecia se relacionar com ninguém e morava sozinha com uma filha adolescente. Parecia ser solitária, apesar de gostosinha, e essa idéia, há poucos metros da minha porta, me deixou com muito tesão; mais uma brincadeira.
Comecei olhando pelo olho mágico, depois deixava a porta entreaberta, ela sempre saía de shortinho com o seu cão para passear. Fui percebendo que ela notava, então dei mais um passo: logo que ela entrava e fechava a porta eu abria a minha e começava a socar uma. Não sabia se ela olhava enquanto passava pela cozinha, até um dia que atendeu o telefone e ficou conversando bem na porta, por baixo eu via que estava posicionada olhando pelo olho mágico. Quando me encontrava no hall ficava sem ar, com certeza sabia de alguma coisa…Então passou a deixar também a porta aberta, saindo de shortinho. Era só eu dar sinal de presença que ela saía com o cachorrinho. Uma vez chegou e descarregou compras com a calça desabotoada, de um jeito que se via toda a calcinha. Outra vez saiu com um shorts-calcinha e ficou de quatro limpando alguma coisa no hall. Uma delícia! Outra vez saiu, de repente apareceu na minha porta meio que para fecha-la e me viu com o pau na mão. A gente se olhou, ela ficou azul e fez um “aah!” de susto e tesão, pediu desculpa “fui fechar a porta…”e simplesmente saiu – eu também fiquei praticamente sem reação, mas não parei.
Realmente aquele prédio me deixou saudades….
Ao contrário de depoimentos que leio na net, minhas histórias são mais sutis, mas muito reais. Até hoje continuo a brincar perigosamente, esses são apenas alguns momentos”


Algumas histórias Reais..outras bem mentirosas! Mas espiar é um tesão! Já espie muito minha vizinha ..morena gordelicia gostosa..mas ela não gostava..e até ameaçou contar pra minha mãe..kk aquela vaca.mas não contou! Por sorte minha! Espiar tem mulher que curti..outras não! Tem que ter sorte de achar umas que gosta!