Estava de quatro na cama do macho, com ele me segurando pela cintura e já com metade da pica enterrada no meu cú. Meus pensamentos me remetiam ao momento que aquele negro tinha me seduzido e conseguido me levar pra sua cama.
Confesso que fui bem fácil, mas estava diant de um comedor experiente e não tive habilidade para escapar da sua investida.
Sem entender, ele se mantinha absolutamente seguro na sua estratégia para conseguir satisfazer sua fome de macho comedor e eu ia cedendo mais e mais.
Procurei me defender diante da sua imponência, mas ele sabia me derreter diante de toda aquela masculinidade. Eu mesmo em estado de sofrimento constante diante de seus dotes, acabava cedendo e me esforçava pra mesmo entre choramingos e gritinhos afeminados, suportar mais alguns centímentros de pica dentro do meu cuzinho.
Confesso que hora era forçado a tentar impedir seu pau de continuar entrando dentro de mim, mas ele usava sua força e me impunha sem dó sua virilidade.
A mim restava me agarrar a um travesseiro e até mordê-lo para evitar um escandalo maior que pudesse nos expor para algum vizinho mais atento.
Eu a vezes tentava fugir me jogando para frente, mas ele era habilidoso e calmamente acompanhava meus movimentos e nem sequer deixava o pau escapar de dentro de mim. Quando percebia, ele já empurrava mais alguns centímetro de pau independente da estratégia que tenta pra escapar do pau.
Quando eu estava exausto, ele aproveitava pra empurrar mais pau em mim. Percebi que logo estaria com uns 25 cm de pau preto enterrado no cú. Eu até passei a desejar que ele conseguisse seu intuito de meter seu pau todo dentro de mim e assim acabar logo aquele sofrimento, mas ele era meticuloso e paciente e ia devagar impondo cada centímetro de pica dura feito aço.
Eu não suportava tanto sofrimento e a duras penas me arrastava pela cama em mais uma tentativa de atenuar aquele massacre. Mas ele se mavia hamoniosamente comigo e não permitia que a penetração retrocedesse nenhum centímetro sequer.
Me agarrei a cabeceira da cama e meio que pendurado nela mantive meu quadril colado ao colchão para dificultar a penetração. Ele percebendo minha intenção, me fixou pela cintura e suspendei meu quadril, me posicionando de quatro.
Ele de forma abrupta, forcou meu quadril pra que ele assumisse uma postura empinada. Sua força era tamanha que ele teve sucesso.Estava debruçado na cabeceira de madeira da sua cama e com a bunda empinada pra ele.
Ele me elogiou me chamando de putinha gostosa, mas eu percebi seu pau latejando e ele forçando para se aprofundar mais no meu cú. Senti uma grande ardencia, indicando que eu estava perdendo mais algumas pregas do meus cú.
Era possível sentir elas arrebentando, tamanho a grossura daquele pau. Fui obrigado a retrair o cú e sair daquela posição empinada que minha bunda se encontrava e que provocou mais ainda o macho que me fodia.
Ele teve uma reação agressiva ao perceber que eu me defendia do castigo imposto por ele ao meu cú. Começou a me xinga de puta fresca. Dizia pra mim, que puta é você que não aguenta vara. Começou a me lascar tapas em ambas as bandas da minha bunda e forçava meu quadril para voltar a posição empinada.
Só que eu não aguentava levar pica naquela posição e logo retraía a bunda e ele irritado me virou de frente pra ele e me olhando firme nos olhos me ameaçou, gritando que se eu continuasse com frescura, que ele iria me arrebentar de porrada.
Varios tapas foram desferidos no meu rosto e depois de uma sequência de taps na cara ele me perguntou se eu ia colaborar ou continuar com frescura. Eu, chorando, apenas gesticulei com a cabeça afirmando que ia colaborar, pois não queria continuar apanhando, até porque ele ia continuar me fodendo colaborando ou não.
Eu deixei ele me manipular, me limitei a ficar olhando pra ele, com sua força de homem macho de verdade, me ajeitar pra lá e pra cá, e assim que ele teve a certeza de que eu estava na posição adequada para voltar a ser penetrado por ele, passivamente o vi direcionando o pau pra entrada do meu cú e começar a empurrar pica pra dentro de mim.
Tinha recomeçado minha agonia, mas dessa vez eu não ousava impedir ou tentar pelo menos. Ele, com metade do seu pau já encaixado dentro de mim, me puxou pra beirada da cama, sem deixar desencaixar e forçou minhas pernas pra cima do meu peito e mandou eu segurá-las.
Eu apenas obedeci e acabei todo exposto pra ele, meter seu pau sem nenhuma barreira. Ali ele foi enterrando enfim seu pau até o saco coledir com minha bunda e comigo aos prantos, ele me impôs todos os 25cm de pau preto a mim.
Meu cú ardia e doía tanto e eu cheguei a pensar que o pior tinha passado. Mas quando ele jogou seu corpo sobre o meu, passando uma das mãos por trás do meu pescoço e a outra apoiando e abrindo a banda esquerda da minha bunda, ele começou a retirar lentamente a pica de dentro do meu cú, percebi que meu sofrimento tinha acabado de começar.
A grossura do pau dele e sua extennsão, me impuseram um sofrimento ainda maior que o da penetração. Meu cú era puxado pra fora enquanto ele ia lentamente retirando a pica. O movimento de arraste, machucava as paredes internas do meu cú, fazendo com que a sensação fosse de estar com meu cú pegando fogo.
Sabia que ele estava me arrombando todo, tive até receio de ter que ir a um médico após aquela foda.
Mas nada podia fazer, tinha que me concentrar para tomar atitudes que pudessem diminuir meu sofrimento. Eu aproveitei e lacei seu corpo com as minha pernas que estavam suspensas. Cruzei-as nas suas costas e forcei ele contra o meu corpo para imperdir ele de continuar retirando sua pica de dentro do meu cú.
Ele percebeu e parou momentaneamente de retirar a pica e eu achei que tinha conseguido meu intento. Mas não era nada disso, pois ele apenas entendeu que eu não queria que ele saísse de dentro de mim e com um sorriso malicioso, ele me olhou e me chamou de safada e empurou tudo até o fundo de novo, até seu saco explodir contra minha bunda.
Soltei au Aiiiiiiiiiiiiii! mas não deu nem tempo e ele já foi retirando tudo de novo. Dessa vez foi rápido e logo senti a cabeça chegar ao esfincter. Quando repeti a estratégia de freiar seu movimento de saída.
Minha reação era provocada pela dor da saída, mas ele intepretava que eu queria manter ele dentro demim. Eu demorei pra perceber que era isso que ele interpretava. Enquanto eu reagia a dor intensa parando seu movimento de saída, ele interpretava que eu o queria dentro de mim e enterrava tudo até o fim e eu soltava meus gritinhos de Aiiiiiiiiiiiiieeeeeeeê!
Esse jogo continuou por vários minutos até que ele já desferias estocadas vigorosas que arracavam lágrimas e gritos de mim. Levei pica chorando por mais de vinte minutos sem parar.
Eu precisava sair daquela posição e num vácilo dele, eu cosegui me virar de lado, mas ele era ágil e não permitiu eu continuar a me virar. Passei então a levar pica de ladinho mesmo.
Aquela posição só me permitia me defender utilizando meu braço direito. Eu tentava freiar a penetração apoiando a mão na sua barriga. Não era muito efetivo, e ele conseguia metar até o fundo.
Em um momento eu consegui interromper, mas ele acabou prendendo meu braço e aí ficou liver pra meter a vontade.
Passei a suplicar pra ele parar, mas ele metia cada vez mais rápido. Parecia uma britadeira. Eu desesperado, comecei a me debater, pois senão fizesse isso, ele ia me deixar sem nenhuma prega no cú.
Eu fui me virando de bruços e mesmo continuando a levar pica no cú, consegui me arrastar de volta a cabeceira da cama e voltei a me apoiar nela e mais uma vez mantive o quadril no colchão.
Era uma posição que ele não conseguia me foder efetivamente e mais uma vez ele voltou a me bater. Depois de alguns tapas fortes em amabas as bandas da minha bunda, ele me deu um tapão no pé da orelha.
Percebendo que ele havia perdido a paciência, eu parei de reagir e permiti que ele me reposicionasse de quatro na cama. Continuei apoiado na cabeceirae eu mesmo afastei as pernas e empinei o rabo deixando o cú a feição para ele penetrar.
Senti a cabeça encostar na porta do meu cú e meu cú comecçou a piscar descontrolado. Ouvi ele falar, isso mesmo putinha, pisca esse cuzinho pro seu macho.
Aquilo realmente me deixou maluco e eu percebi que tinha sido domado por ele. Uma sensação de submissão plena me tomou conta e finalmente eu pedi pra ele. Me fode! Me fode todo meu macho.
O homem ficou louco a me ver dado daquele jeito e passou a me foder de quatro de um jeito que eu nunca vi nenhum homem foder nem em vídeos de sexo.
Ele afundou minha cabeça no colchão e eu empinei bem a bunda pra ele e ele dava estocadas violentísssimas acabando de arrancar o restante das pregar que eu ainda possuía.
Eu parei de me preocupar com um vizinho mais atento e passei a gritar, pedir por pica e chamar ele de meu macho.
Ele começou a pedir pra eu gozar pelo meu cú. Eu não sabia do que ele estava falando. Ele continuava bombando e mandando eu gozar pelo cú. Eu já nem ligava, pois naquela altura estava tão gostoso levar pica de quatro que eu nem conseguia prestar atenção em mais nada.
Meu pauzinho flácido, balançava pra frente e pra trás. Ele estava tão minúsculo, acho que reverência ao único macho de verdade que estava naquele quarto e eu senti uma baba ralinha escorrer pelo pau e um arrepio percorrer da minha nuca até a região entre meu cú e meu saco.
Fiquei tão descontrolado que apenas conseguia emitir um Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiieeeeeeeeeê! tremido e meio rouco. Minha perna esquerda começou a ter um tremor involuntário. A única coisa que me manteve de quatro foi o apio dele em minha cintura, se não eu teria desabado na cama.
Ele ria e falava: _ Isso, goza minha safada! E eu obedecia e gozava de forma descontrolada e enlouquecida pedia. Me fode meu macho, me fode toda. Até hoje me surpreendo por tar se referido a mim mesmo no feminino.
Ele havia me imposto a sua vontade e eu estava me assumindo como fêmea naquela relação. Poucos homens são capazes disso.
Ele me fez ter um orgasmo pelo cú de forma autentica e eu o admirava tanto por isso. Ao fim do meu orgasmo queria apenas retribuir e pedi pra ele gozar dentro de mim. Que lindo que foi sentir aquele homem despejar seu semêm dentro do meu cú.
Depois disso apenas fiquei caído na cama até seu pau ir aos poucos escorregando de dentro de mim e me deixando com aquele sensação angustiante de vazio.
Dormimos até o outro dia e nos despedimos. Nunca mais tive contanto com ele e até hoje sonho com aquele negro maravilhoso.



Poema erótico!
Delírios de um baitola arrombado kkk