Corpo e caixão de Marcelo Melo Gonçalves do Santos abandonado sob o Sol, no Cemitério do Caju, Rio de Janeiro, 2001
Marcelo foi morto dentro de uma cela na Polinter. Ele foi preso por estupr@r e tirar a vida de uma fonodióloga e sua filha de 13 anos.
O crime ocorreu em Santa Teresa, Rio de Janeiro. Três bandidos, entre eles Marcelo, invadiram a casa, amarraram as duas vítimas, abusaram e depois ceifaram a vida delas com punhaladas, usando facas de cozinha.
No enterro, os coveiros não queriam sepultar o corpo.
Mesmo sob ameaça de serem demitidos, os homens do cemitério não quiseram enterrar o criminoso.
Foi necessário a contratação de coveiros de outro cemitério para realizar o trabalho. Enquanto isso o corpo ficou meio dia embaixo de sol.
(O meliante foi denunciado pela própria esposa, que ao saber que ele havia cometido o crime, ficou indignada)
Texto de Joel Paviotti
Foto de Antonio Gauderio
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Um estuprador a menos neste planeta repleto de gente ruim.
Isso jogava no aterro sanitário.
Jogado ao mar com uma pedra amarrada ao pescoço e entrava no circuito alimentar
Jogava em um poço e queimava, assim como o maníaco queima no Inferno.
As cinzas, joga em um aterro sanitário.