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AMOAMO GANHOUGANHOU

Primeira vez de uma cdzinha

Calma, não é nada do que devem estar pensando e nem clickbait.

Hoje, domingo, estava bem tranquila e com alguns afazeres caseiros na agenda, então nem queria aprontar nada, mas como de costume, antes de iniciar o dia, fui dar uma olhadinha aqui no site e eis que meu telefone toca. Era o porteiro dizendo que chegou uma encomenda e que eu precisava ir lá buscar. Foi bem na hora que lia um relato de uma amiga, então me inspirei e tomei coragem de colocar uma calcinha e ir até a portaria do prédio pegar a encomenda. Eu nunca tinha feito isso, sair na rua com uma calcinha por baixo da roupa (claro, né, sair só de calcinha ainda não cheguei a esse nível de ousadia, rssss). Essa novidade de sair de calcinha deu nome ao título, então se estavam pensando em algo mais picante, ainda não foi dessa vez.

Agora vamos a sensação que foi a experiência.

Vesti a calcinha de forma normal, nada de querer socar ela no rabinho, mas assim que comecei a caminhar a calcinha foi se aconchegando e a bunda gulosa foi mordendo e deixando ela socadinha, o pau que tava molinho bem guardadinho dentro da calcinha, foi endurecendo e apertando ainda mais a calcinha na minha bunda, porém com medo de ficar muito duro, fui me tranquilizando e relaxando para deixar a situação controlada e não dar bandeira. Sucesso nessa empreitada e foi muito legal, saber que estava passeando com minha calcinha rosinha. Ah, escolhi a rosinha, para ser bem putinha, mas ao mesmo tempo nem tanto, rssss.

Gostei da sensação de sair com a calcinha e resolvi ser um pouco mais ousada, guardei a encomenda no meu carro e fui ao ponto de ônibus para fazer um bate e volta ousado. Observei se algum estava lotado, mas como hoje é domingo, todos estavam sem muita gente dentro. Então peguei um e fui até o bairro vizinho, desci e peguei outro para voltar. Na volta, estava sentado e na minha frente 2 lugares vazios, esse tipo de ônibus tem bancos um de frente para o outro, então quando é ocupado a pessoa fica de frente para a outra do banco oposto. Eis que entram 2 moças e sentam na minha frente, uma com um vestido longo e outra com uma bermudinha jeans curtinha, mas comportada. Consegui ver a marquinha das calcinhas das duas e percebi que a minha era menor e mais safadinha que a delas. Então assim que elas se sentaram eu as cumprimentei educadamente e sem maiores intenções, mas com uma vontade imensa de falar para elas que a minha calcinha era menor e mais safadinha que a delas, rsssss.

Qualquer hora, vou ser um pouco mais ousada e pegar um ônibus mais lotado e ver o acontece.

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Escrito por JuCdzinhaSP

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14 Comentários

  1. A sensação de vestir uma calcinha e sair pra rua assim não tem preço. Já fiz muito isso e ainda faço. Uma vez eu saí muito cheirado de casa pra tomar uma numa distribuidora com amigos e era um dia muito frio. Vesti uma calcinha bem enfiada, top e blusinha curta por baixo da calça jeans e moletom e fiquei horas assim na frente deles. Enlouquecido de tesão sentindo a calcinha enfiada e querendo falar pra eles. Na volta pra casa parei o carro numa rua deserta e sem casas só comércio. tirei a roupa e fiquei só de calcinha, top e blusinha, sai do carro e toquei uma peta louco pra ser visto por alguém. TB já fui flagrado usando calcinha, sutiã, cinta liga e corpete na garagem de casa na madrugada batendo uma. Um catador de latinhas parou no portão e sem chamar a atenção tirou o pau dele pra fora já duro. Não resisti e acabei deixando ele bater uma me pegando e me beijando. Quando vi ele gozou em cima de mim e em troca de 20 reais ele topou deixar eu tocar a minha peta com ele mijando em cima de mim. Eu ainda passei horas batendo várias em chat, todo mijado e cheio de porra dele.

    • Eu peguei o ônibus para ir ajustar meu óculos naquelas óticas grandes, mas estava fechada. Eu tinha um objetivo na cabeça que era ir ao banheiro e usar o mictório para sentir a tensão de alguém entrar e ver que estava de calcinha, nem sei se dá para ver, mas seria uma sensação gostosa de subverter a ordem, sou um pouco subversiva, ou um muito, sei lá, só sei que adoro quebrar as barreiras.

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