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Oportunidade ou Armadilha

Estou tão confuso. Um amigo me colocou numa situação que não sei se encaro como oportunidade ou se entrei numa fria.
Ele viu meu desespero por estar desempregado a meses e me ofereceu uma chance de mudar de vida.
Aceitei sua oferta mas cheio de dúvidas. Ele melevou para um casarão onde são feitas filmagens de filmes gay.
Eu desesperado encarei e depois de muito pensar resolvi que aquilo era só um trampo novo.
Não sabia como funcionava, mas na seleção um dos diretores acabou me separando com um grupo de rapazes toos brancos.

Fomos levados pra uma sala e uma senhora negra e gordinha, mal encarada foi chamando um por um para uma sala. Os caras saíam de lá normais como se nada fosse estranho pra eles. Vi que eram caras ja do meio.
Eu fui chamado e tinha uma cadeira de banho tipo de doentes ou idosos. Ela mandou eu tirar a roupa e sentar. Eu fiz o que ela pediu e ela foi pra tras de mim, botou uma bacia embaixo e senti ele levar seu dedo no meu cú ebesuntar com um creme.
Foi tão estranho mas não interrompi, de repente senti algo ser introduzido no meu anus e senti uma pressçao e um liquido morno me encher. Ela tirou o tubo e eu levei um minuto para começar a botar o liquido pra fora.
Olhei e vi fezes saindo no líquido. O mesmo se repetiu por três vezes até o liquido sair bem limpo. Ela me deu uma toalha branca e chamou outro cara. Sai da sala e  tinha uma moça me esperando.
Fui conduzido pra outra sala. Fiquei aguardando e um cara chamou e entrei. Ea uma sala com iluminação e almofadas jogadas no chão ele mandou eu tirar a roupa e aguardar. Fiquei constrangido enquanto ele ia preparando o equipamento de fotografia. mandou eu deitar nas almofadas e abrir as pernas .
Fiz o que ele pediu e ele ligou a lampada e comecou a fotografar meu cú. Muito constrangido, não via ahora daquele vexame acabar.
Terminamos ele mandou o pendrive pro diretor e mandou eu ir pra preparação.
Nã sabia o que viria, mas logo uma moça chegou com um sacola cheia de vibradores e plugs anais. Mandou eu me preparar do jeito que eu quisesse, tinha 5 minutos e me deu lubrifiante.
Eu não tinha nenhuma experiencia desses filmes mas não entendia porque eles estavam me tratando daquela forma, nem sabia o que faria nas filmagens, mas eu começava a ficar preocupado achando que eles poderiam estar pensando que eu vim fazer filme gay como passivo e isso nunca tinha passado pela minha cabeça.
A moça voltou e viu que eu não tinha feito nada e falou que era obrigatório a preparação. expliquei que não vinha pra ser passivo nas gravações. Ela riu e falou que eu estava brincando, pois ali era estúdio de filmes gays interracial e todo mundo ja sabe que caras brancos somente são passivos nos filmes da produtora.
Eu vi que tinha entrado numa fria e eu tinha sido escalado pro estudio 2. Ela me levou e lá tinha um ator chamado Serginho. O diretor era bem intimo do cara e falou que queria gravar cenas hard.
Me chamou, perguntou meu nome pediu pra eu mostra o cú pra ele, eu sempre me depilei e ele me elogiou dizendo que viu o pendrive com minhas imagens e mostrou ao Serginho e o próprio ator tinha gostado do que viu e ele próprio pediu que fosse eu a gravar com elenaquele dia.
Serginho foi chamado pelo diretor que o apresentou a mim e quando tentei explicar que havia um engano o diretor já foi mandando fechar o studio e todos se prepararam.
Mandou tirarmos a roupas e quando Serginho tirou a camisa vi que era uma negro muito forte. Tirou a calça e vi sua cueca e o volume embaixo. mas quando o cara soltou o bicho eu engoli a seco. Que porra de pau comprido e grosso ele tinha.
O diretor mandou ele ir se preparando e ele começou a olhar o celular e a se punhetar. Ele olhou pra mim,me entregou um tubinho de KI-Gel e mandou eu me preparar também, mas tirar o excesso de lubrificante que ficar pra fora, pois atraálhava a iluminação.
Eu não sabia o que fazer. Deitei n cama já nú e comecei a usar o gel ara ganhar tempo enquanto pensava em algo. Mas Serginho me viu espalhando o gel no meu cú e veio pra cima de mim e quando estava bem perto perguntou se eu podia bater uma punheta pra ele enquanto eleohava as fotos do meu cú no celular. Ele explicou que o excita ver o ator preparando o pau dele.
O pau dava discretas pulsadas e eu não sabia como agir. Fiquei com medo por estar num ambiente totalmente desconhecido e fiu entrando naquele jogo.
Pegeui o pau de Serginho e comecei a besuntar de ki. Serginho olhava as fotos e os pau começou a crescer na minha mão. Não dava pra acreditar no tamanho daquilo.
O diretor mandou todos se posicionarem e depoisnos chamou e comecou a orientar a primeira cena.
Falou que seria uma cena de sexo não consentido. Uma coação do comedor negro por força física e submissão com resistência.
Ele orientou que eu deveria tentar me defender da violência e instigou Serginho a ser bem realista.
Quando ele começou a grava, Serginho simulou entrar no quarto cenográfico e dizer um pequeno texto no qual ele seria um Comedor negro que cupria uma ameaça feita ao rapaz branco.
Eu deveria apenas olhar e demostrar terror nos olhos e tentar me defender, mas deveria ceder após uma saraivada de tapas no rosto. Fizemos a cena e no momento dos tapas no rosto eles pararam a cena e uma maquiadora entrou. fez as marcas de dedos no meu rosto e passamos apenas a simular a surra. Eu tinha apenas que sincronizar mas o nervosismo me atrapalhou.
O diretor perguntou se poderíamos fazer os tapas de verdade. Serginho perguntou se eu topava e eu respondi atordoado que sim.
Começamos a gravar e Serginho me pegou pelos braços, me sacuidiu mandando eu parar de resistir e comecou a esbofetear. O diretor só falava, isso assim continua, bate mais forte, faz ele pedir pra parar. Serginho começou a esbofetear meu rosto com toda a força e eu pedia para ele para, a cena se prolongava e eu estava com o rosto ardendo.
O diretor estava empolgado e mandava Serginho continuar com aquilo e eu enquanto meu rosto sacudia de um lado para o outro, via o pau dele Pulsando de tão duro. O desgraçado sentia tesão em me bater daquela forma.
O diretor satisfeito mandou continuar a tomada. Mandou Serginho partir para penetração.
Ele afastou as minha pernas e as levantou, caiu de boca e lingou meu cú por um minuto e posicionou o pau na entrada do cú.
O diretor mandou parar um pouco pra posicionar a gente pra melhorar a tomada. Tudo ajustado, ele mandou Serguinho penetrar.
Serginho começou a empurrar e o pau entrou quase a metada até eu soltar um Aiiiii. O diretor falou pra continuar a penetraçãoe ue eu deveria pedir pra ele não fazer aquilo.
Eu segui a orientação e pedia pra ele não fazer aquilo e Serginho feito um louco falava o texto dele. Hoje você vai ser minha  cadela. Eu disse que ia te foder todo e você vai ter que aguentar ele todo dentro desse cú .
Serginho estav no papel mesmo. Prendeu minha mãos e continuou a enfiar o pau. Depois de quase uns vinte minutos metendo, o diretor queria fazer takes independentes de Serginho enfiando a pica inteira bem devagar para poder editar o começo da foda que não ficou como ele queria.
Fomos pra gravação em close total.
Serginho encaixava a cabeça e começavamos. Ele enterrava devagarinho o pau. Nosso é muito pau e eu sofria até poder sentir seu saco bater contra minha bunda.
Fizemos isso por uns dez minutos até ter tomadas suficientes pro diretor escolher.
Meu cú pegava fogo. E ainda tinha bastante tempo pra fimar.
O pior foi após fazer todas as tomadas de sexo forçado, ainda tinha o reteiro da parte de entrega ao comedor.
Tinhamos uma segunda parte de tomadas só de cenas em que o cara branco se entregava ao comedor negro.
Começamos a gravar a primeira cena. Deveríamos fazer uma cena na posição que ele chamaram de missinary. Serginho pediu que eu deitasse na cama veio por cima, passou a mão atrás da minha nuca e a outro por bai da minha lombar. mandou eu encaixar a pica pra ele no meu cú e empurrou até me penetrar por completo completo. Vi estrelas e soltei outrou aiiiii.
Começamos a filmar. Ele começou a sair inteiro e enterrar o pau de volta. O diretor gostou tanto da performance de Serginho quemandou ele me beijas enquanto metia.
Entou comecei a recebr estocadas no cú recebendo beijos molhados de Serginho. Eu não sei o que me deu, mas já não sentia tanta dor assim, pois as estocadas tinham um ritmo mais acelerado e ritmado.
Eu comecei a gemer mesmo e o som saía abafado pelo beijo. Eu lacei as costas de Serginho com minha pernas e braços e fiu obrigado a assim que ele parou de beijar a emitir sons mais escandalosos.
Envergonhado de estar grunhido enquanto recebia o pau de Serginho, acabei encostando a boca no seu ombros e senti o seu suor na minha boca e me deu um tesão.
Comecei e pensar mete no meu cú, me gostoso no meu cú, mas fazia força pra não passar esta vergonha.
Encostei a boca mais forte no ombro dele pra não sucumbir a vontade de pedir pica. Serginho diminuiu o ritmo mas aumentou a força das estocadas. A força fazia sons saírem da minha boca toda vez que ele atingia a profundidade máxima do meu cú.
Ele se afastou um pouco e eu pude olhar pra ele me fodendo. Me deu um tesão maior ainda vê-lo altivo, com seu corpanzil masculo, projetando o quadril e fazendo meu cú engolir sua tora rígida.
Foi ai que fraquejei e pedi.Fode meu cú com força, fode!
Serginho ficou louco e começou a foder com voracidade absurda.
O diretor falou, fode Serginho e goza no cú dele e abri pra poder gravar a porra saindo.
Serginho fez isso e despejou porra dentro do meu cú.
Ficamos gravando quase 3 minutos a porra saindo do meu cú.
Depois fomos para o vestiário e tomamaos banho. Depois fomos para o refeitório.
No refeitório o diretor veio falar comigo e elogioi nossas performaneces e disse que queria gravar muitas cenas entre mim e Sergino. Ele disse que deu química entre nós.
Serginh sentou ao nosso lado e também oubiu o elogio do diretor e concordou que devíamos ter mais cenas.
Lógico, ele foi o ativo na cena, vamos filmar mais. Até eu diria isso. Mas e eu que fui o passivo, meu cú tinha sido destruído e o cara já queria grava r mais cenas no dia seguinte.
Bem fomos para nossas casas e estava marcada novas cenas pro sia seguinte. Serginho enquanto conversavámos na mesa do refeitório, ainda tirou o pau de dentro da cauça, pegou minha mão e a fez segurar sua rola já meia bomba e me fez ficar batendo punheta enquanto o diretor o eleogiava sem parar. O desgraçado ainda gozou e eu tive que limpar a pica dele com o guardanapo.
Nunca tinha sido tão humilhado por alguém.
Mas eu tinha assinado um contrato eestava salvo financeiramente por um bom tempo
Sei que não é o melhor emprego do mundo mas por enquanto eu vou levar adiante. Até poder me virar deoutra forma.
Não acho que viver disso seja motivo de orgulho para quem quer que seja. Gostaria de ouvir opniões sobre essa minha empreitada.

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Escrito por Confuso

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Um Comentário

  1. Tem vários fatores. Desde a sua saúde, falando em infecção e as lesões, a sua imagem exposta de uma forma não convencional. Eu já passei por muitos apertos financeiramente falando, mas sempre dei a volta por cima. Eu não estou aqui para julgar ninguém, estou falando por mim. Mas se você acha que dá pra encarar, faz um pé de meia e muda de área.

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3 amos sem transar depois que fui traido alguem afim.

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